é intrigante pensar nisso. numa pessoa que transmite por gestos gramaticais limites a que algo consciente quer propor. à ideia de doer até o pensar. quem alimenta essa alma pródiga? de que lado vem esse pensar? imaginei ter a certeza dos meus passos, e que esses me trariam de volta ao concenso,mas! há limites cujo sufoco supéra a sua compreenção,mas tambem digo que a morte é pensar. je me veux voir au mirroir...