<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" >
   <channel>
    <atom:link href="http://anaramalho.webnode.com.pt/rss/re-pensar.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
      <title><![CDATA[VAI+LONGE - anaramalho.webnode.com.pt]]></title>
      <link>http://anaramalho.webnode.com.pt</link>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Thu, 15 Nov 2012 23:32:00 +0200</pubDate>
      <lastBuildDate>Thu, 15 Nov 2012 23:32:00 +0200</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[VAI+LONGE]]></category>
      <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
      <generator>Webnode</generator>
      <item>
         <title><![CDATA[Seguros, no Caminho certo... (Buscai-me e vivei – parte 4)]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/seguros-no-caminho-certo-buscai-me-e-vivei-parte-4-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Há uma segurança eterna: estamos nas mãos de Deus. Como o pastor cuida das suas ovelhas, Deus cuida de nós. 

	O salmista diz no maior cântico registado na Bíblia “De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” (Salmo 119:10-11, ARC)

	O livro de Provérbios, “vizinho” de Salmos, avisa-nos repetidamente acerca da aparência e fragilidade dos planos humanos. Há caminhos que parecem bons...]]></description>
         <pubDate>Thu, 15 Nov 2012 23:32:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/seguros-no-caminho-certo-buscai-me-e-vivei-parte-4-/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Há uma segurança eterna: estamos nas mãos de Deus. Como o pastor cuida das suas ovelhas, Deus cuida de nós. </strong></p>
<p>
	O salmista diz no maior cântico registado na Bíblia <em>“De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” </em>(Salmo 119:10-11, ARC)</p>
<p>
	O livro de Provérbios, “vizinho” de Salmos, avisa-nos repetidamente acerca da aparência e fragilidade dos planos humanos. Há caminhos que parecem bons mas têm um mau fim. Esse facto ocorre não apenas com as decisões triviais da vida, mas está interligado com todas as opções que tomamos no nosso caminho da vida.</p>
<p>
	Quando entrámos pelo caminho, Cristo, seguimos a verdade que nos dá a vida verdadeira – eterna e abundante. Mas é muito fácil nos desviarmos desse caminho santo. É muito fácil deixarmos de seguir Jesus e passarmos a seguir um outro Jesus mais segundo as nossas ideias ou conveniências.</p>
<p>
	Como manter-nos, então, no caminho de Deus? A verdadeira sabedoria para viver e andar nesse trilho está na Palavra de Deus.</p>
<p>
	É preciso amar a Palavra de Deus tanto como a Sua presença. Não “idolatrar” a Bíblia como objeto sagrado, mas respeitar amorosamente o que Deus deseja transmitir através dela para nosso ensino, consolo, transformação e crescimento.</p>
<p>
	A oração por si só sem a Palavra é “coxa”. O mesmo acontece à Palavra sem a oração. Só quando desejamos de todo o coração conhecer Deus, pela Palavra e pela oração, temos as condições para fugirmos do mal, resistirmos às tentações. Sem uma intimidade com Deus e a Sua Palavra, cedo outras “Palavras” e relacionamentos vão dominar o nosso mundo e, por consequência, as nossas ações.</p>
<p>
	Como está a minha “dieta espiritual”? Onde, quando e como me estou a alimentar? Que saciemos a nossa sede aos pés de Jesus, e a nossa fome no banquete da Palavra de Deus, que o Espírito Santo torna viva e eficaz para operar em nós e alimentar outros, através de nós.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Uma nova natureza, uma nova prioridade (Buscai-me e vivei - 3)]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/uma-nova-natureza-uma-nova-prioridade-buscai-me-e-vivei-3-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Não basta começar bem. É preciso continuar no bom caminho. Quando iniciamos uma tarefa, um prato, um curso, um casamento, precisamos não apenas dar o primeira passo com as boas intenções, mas prosseguir na concretização daquilo que decidimos fazer.

	O mesmo acontece com o nosso relacionamento com Deus. Não basta buscar a Deus para nos salvar de nós mesmo, de trazer satisfação verdadeira. Precisamos buscar a Deus porque a nossa nova natureza necessita, desesperadamente, da Sua...]]></description>
         <pubDate>Sat, 29 Sep 2012 17:42:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/uma-nova-natureza-uma-nova-prioridade-buscai-me-e-vivei-3-/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Não basta começar bem. É preciso continuar no bom caminho. Quando iniciamos uma tarefa, um prato, um curso, um casamento, precisamos não apenas dar o primeira passo com as boas intenções, mas prosseguir na concretização daquilo que decidimos fazer.</p>
<p>
	O mesmo acontece com o nosso relacionamento com Deus. Não basta buscar a Deus para nos salvar de nós mesmo, de trazer satisfação verdadeira. Precisamos buscar a Deus porque a nossa nova natureza necessita, desesperadamente, da Sua presença.</p>
<blockquote>
	<p>
		<em>“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra</em>.” (Colossenses 3:1e2, ARC)</p>
</blockquote>
<p>
	Quando Paulo escreve a carta aos crentes em Colossos, não está a dizer-lhes “isolem-se das pessoas.” O contexto não fala de alienação, de isolamento, mas de prioridade e dedicação às coisas de Deus.</p>
<p>
	A nossa salvação e transformação não é apenas uma mudança de condição, mas de estilo de vida. Viver para Deus, implica desejar com todo o coração estar perto d’Ele. Da mesma forma que precisamos de alimentar o nosso corpo todos os dias, precisamos buscar a Palavra de Deus e a Sua presença dia a dia. Não é uma questão de “obrigação religiosa”, mas uma necessidade de sobrevivência, de vivência com o Pai.</p>
<p>
	Ao morrermos para o nosso eu, para os valores do mundo, voltamos a viver para um estilo de vida diferente, que só conseguimos ter se buscarmos as coisas “de cima” em prioridade. Temos as nossas responsabilidades (casamento, família, trabalho, serviço, etc.) que têm que ser vividas de acordo com a nossa principal prioridade: DEUS</p>
<p>
	Não nos espanta, ao ler os primeiros capítulos de Atos, o modo como a igreja crescia. Eles davam prioridade ao prioritário, de forma contínua <em>“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.” </em>(Atos 2:42, AA).</p>
<p>
	Não nos esqueçamos de viver apaixonadamente para Cristo, do mesmo modo que Ele se deu apaixonadamente por nós... antes que nós sequer pensássemos nisso</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Buscar a Deus para uma vida que vale a pena (Buscai-me e vivei - 2)]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/buscar-a-deus-para-uma-vida-que-vale-a-pena/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	A nossa sociedade não é muito diferente de outras que a antecederam. Muda o estilo do vestuário, aspetos da linguagem, as técnicas de construção civil, os meios de comunicação, mas a insatisfação do ser humano é transversal. 

	Vê-se na História Universal e na nossa história pessoal. Vivemos numa sociedade insatisfeita que se consome à procura da satisfação.

	
		“Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e...]]></description>
         <pubDate>Thu, 27 Sep 2012 22:56:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/buscar-a-deus-para-uma-vida-que-vale-a-pena/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>A nossa sociedade não é muito diferente de outras que a antecederam. Muda o estilo do vestuário, aspetos da linguagem, as técnicas de construção civil, os meios de comunicação, mas a insatisfação do ser humano é transversal. </strong></p>
<p>
	Vê-se na História Universal e na nossa história pessoal. Vivemos numa sociedade insatisfeita que se consome à procura da satisfação.</p>
<blockquote>
	<p>
		<em>“Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura. Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei um concerto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências de David. <u>(...) Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto</u>. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e <u>se converta ao SENHOR</u>, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” </em>(Isaías 55:1-3, 5-6, ARC)</p>
</blockquote>
<p>
	O panorama que Isaías regista é claro: o povo tinha-se virado para a busca da satisfação pessoal através dos seus próprios meios, mas a insatisfação continuava. O investimento prioritário naquilo que não preenchia o coração era cíclico e aumentava com a insatisfação. Estavam à procura de respostas no lugar errado.</p>
<p>
	Como o povo de Israel, precisamos escutar o convite de Deus para irmos ter com Ele, aproximar-nos os nossos ouvidos, ficarmos a nossa atenção n’Ele.</p>
<p>
	A verdadeira vida, a verdadeira satisfação vem quando respondemos positivamente à voz de Deus. O homem está de costas para Deus, no seu egoísmo, mas Deus está disponível para ajudar.</p>
<p>
	É preciso desejar Deus, BUSCÁ-LO: este é o Seu convite. Mas, ao procurar Deus, o homem precisa deixar outros deuses – tudo aquilo que de facto governa as nossas prioridades, as nossas decisões. É preciso deixar a velha vida e ser transformado numa nova criatura – uma conversão genuína, visível no carácter, crescente de dentro para fora. O perdão dos pecados é resposta ao arrependimento sincero e à decisão convicta de viver inteiramente para Deus.</p>
<p>
	Merecemos condenação, mas Deus faz-nos o convite para a redenção, para a transformação em vidas novas. Merecemos a prisão, mas através de Cristo temos liberdade para uma obediência amorosa à Palavra de Deus, através da operação do Seu Espírito mediante a nossa predisposição para viver para Ele.</p>
<p>
	Deus é grandioso em perdoar, mas o perdão de Deus tem um prazo, que ninguém conhece. Enquanto se pode achar, vamos buscar ao Senhor. Não para nos “safarmos” do inferno da condenação, mas para sermos salvos de nós mesmos e de todas as coisas, pessoas, situações que nos querem dominar, tomando o Seu lugar.</p>
<p>
	Qual a resposta ao Seu convite?</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[“Buscai-me e vivei!”]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/buscai-me-e-vivei-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Há alguns meses atrás, um amigo aconselhou-me o livro À Procura de Deus de A. W. Tozer. Quando o comecei a ler – e estou no processo – a mensagem clara e inequívoca do livro, levou-me à Palavra de Deus e a refletir na mesma.

	Mais do que um cristianismo baseado em eventos, em planos e em profissionalismo, a igreja precisa, hoje mais do que nunca, retornar às bases lhe deram razão de ser. Buscar a Deus, e à Sua vontade, mais do que às bênçãos de Deus, segundo os nossos caprichos, é...]]></description>
         <pubDate>Mon, 24 Sep 2012 14:23:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/buscai-me-e-vivei-/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Há alguns meses atrás, um amigo aconselhou-me o livro <em>À Procura de Deus </em>de A. W. Tozer. Quando o comecei a ler – e estou no processo – a mensagem clara e inequívoca do livro, levou-me à Palavra de Deus e a refletir na mesma.</strong></p>
<p>
	Mais do que um cristianismo baseado em eventos, em planos e em profissionalismo, a igreja precisa, hoje mais do que nunca, retornar às bases lhe deram razão de ser. Buscar a Deus, e à Sua vontade, mais do que às bênçãos de Deus, segundo os nossos caprichos, é tão necessário quanto urgente.</p>
<p>
	<em>“Pois assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-me, e vivei.” </em>(Amós 5:4). Amós, agricultor e o mais improvável profeta, foi usado por Deus no Reino do Norte, quando Jeroboão II que reinava em Israel (793-753 a.C.).&nbsp;Havia uma paz precária, que levou ao crescimento económico de uma parte dos Israelitas. Ao contrário da justiça social prevista na Lei de Moisés, que garantia um equilíbrio social mais justo, os pobres eram negligenciados, e os ricos estavam cada vez mais ricos. Para além de continuarem a prestar culto aos deuses dos povos vizinhos, os habitantes do Reino do Norte cultuavam a Deus, mas apenas por formalismo.</p>
<p>
	A mensagem de Amós, em termos genéricos é esta: Israel precisava conhecer Deus&nbsp;como Ele era, e não apenas executar uma série de ritos; iria vir destruição, mas se Israel se voltasse para Deus, seria salvo.</p>
<p>
	A misericórdia de Deus, a Sua longanimidade, o Seu amor estão a par da Sua justiça, Santidade e pureza. Deus ensinou, esperou, avisou e repreendeu o Seu povo tantas e tantas vezes, ao longo dos séculos, para que se voltassem de alma e coração para Ele. Mas o povo, na sua teimosia, na sua ingratidão, variava a sua devoção a Deus, como as ondas do mar.</p>
<p>
	Não somos muito diferentes do povo de Israel. Mesmo conhecendo Deus, temos tantas vezes virado as costas aos Seus avisos amorosos, temos traído a promessa que fizemos no dia do nosso batismos... segui-l’O custe o que custar. Mas Ele continua a ansiar pela nossa companhia. Não porque precise de nós, mas porque nós precisamos d’Ele.</p>
<p>
	A nossa vida sem Deus, é um mero respirar de sensações passageiras, sem esperança nem razão, sem alvo nem destino certo. Precisamos buscá-l’O, ansiar pela Sua presença, ter fome e sede da Sua Palavra, ter prazer em agradar-Lhe com tudo o que somos e temos.</p>
<p>
	Hoje, deixo aqui um aperitivo do que tenho estudado e partilhado neste sentido, e nos últimos dias. Ao longo dos próximos tempos vamos pensar nas várias áreas e razões pelas quais precisamos buscar a Deus.</p>
<p>
	Ana Ramalho</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[GAME OVER - Oração em banca rôta ]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/game%20over%20-%20ora%c3%a7%c3%a3o%20em%20banca%20rota%20/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Acabou. Desisto. Não quero continuar este jogo. Estou cansado de dizer que estou completamente e totalmente dedicado a Ti mas, na realidade, guardar partes da minha dedicação para viver de acordo com a minha vontade. Tenho um doutoramento em “Desculpabilidade crónica” para justificar as minhas acções de cabeça quente, da minha cabeça, em vez de me submeter inteiramente à Tua liderança. A minha tem-me trazido até a este destino: a insaciabilidade do saco rôto, da barriga vazia, e do...]]></description>
         <pubDate>Tue, 07 Jun 2011 16:40:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/game%20over%20-%20ora%c3%a7%c3%a3o%20em%20banca%20rota%20/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Acabou. Desisto. Não quero continuar este jogo. Estou cansado de dizer que estou completamente e totalmente dedicado a Ti mas, na realidade, guardar partes da minha dedicação para viver de acordo com a minha vontade. Tenho um doutoramento em “Desculpabilidade crónica” para justificar as minhas acções de cabeça quente, da minha cabeça, em vez de me submeter inteiramente à Tua liderança. A minha tem-me trazido até a este destino: a insaciabilidade do saco rôto, da barriga vazia, e do apontar do dedo aos erros alheios para me esquecer da minha irrevogável incompetência.</p>
<p>
	Eu conheço as regras do jogo mas tento contorná-las para viver à minha maneira... A gravidade vem da atitude desconcertante que semeei ao longo dos anos. Joguei à minha maneira. Apostei forte e feio em mim. Não cometi nenhum pecado que rotulamos de “grave”: não houve assassinato de ninguém, não houve adultério, não assaltei um banco... Não houve escândalo nem notícias desconcertantes acerca da minha pessoa nos corredores do público nem na cave da intimidade.</p>
<p>
	Mas eu matei o Teu senhorio com os meus esquemas pessoais de sobrevivência. Li o Teu discurso sobre o Teu cuidado por mim, como pelas plantas e os animais, mas achei que os meios de sustento que criaste não eram suficientes – o trabalho, a generosidade, a Tua provisão. Preferi apostar noutras coisas e esperar a Tua bênção, como se Tu precisasses de uma ajuda, um atalho... Com as minhas acções chamei-Te ignorante, descuidado e mentiroso... mas Tu és santo, perfeito, verdadeiro, justo.</p>
<p>
	Perdoa a minha falta de confiança na Tua provisão. Perdoa a minha ingratidão. Tu és fiel permanentemente, mas a minha falta de fé abriu uma cova que desejo fechar depois de colocar no caixão a minha auto-piedade e auto-confiança. Ajuda-me a continuar a confiar em Ti não apenas na letra de uma canção mas a cada segundo do meu respirar.</p>
<p>
	Eu traí a Tua confiança. Criei uma cultura de adultério chamada “aqui e agora”. Não me importei Contigo. Preocupei-me mais com os meus apetites, à minha maneira, no meu tempo. Alinhavei os meus anseios com o chavão “segue os desejos do teu coração” (e arranjei desculpas em textos delicadamente descontextualizados do panorama geral da Tua Palavra) em vez de dedicar a minha vida à felicidade que criaste para mim. Pensei apenas na oportunidade e não na eternidade.</p>
<p>
	Fiz as coisas à minha maneira, e adulterei com todos meus desejos, para deixá-los governar-me. Deixei que a tentação engravidasse o meu coração e dei à luz o fruto da gestação do pecado. Quis 2 minutos, 2 dias, 2 semanas, 2 meses, 2 anos ou 2 décadas de prazer sem Te consultar, sem esperar pela Tua vontade para mim. Tu provaste o Teu amor por mim com sangue. Eu provei que sem a Tua direcção sou apenas um fantoche da minha vontade insaciável. Perdoa a minha traição. Preciso manter os meus olhos em Ti e na Tua Palavra diariamente para nunca desviar o meu coração da minha paixão por Ti.</p>
<p>
	Eu fiz um desfalque. Achei que o dinheiro que tenho é meu e que não tens nada a ver com isso... esqueci-me que és Tu que me dás saúde para poder trabalhar, és Tu que susténs a minha vida em tudo. Esqueci-me que não exiges 1% ou 10% mas pedes-me 100% - afinal eu prometi que era totalmente teu. Esqueci-me... ou melhor, fiz-me esquecido! Entronizei as coisas e esperei que fosses o meio para obtê-las, a todos o custo. Em vez de dar com alegria, negociei com afinco. Em vez de um coração géneroso, compassivo e altruísta dediquei-me a afagar o consumista desgovernado que habita em mim.</p>
<p>
	Perdoa-me quando faço uma gestão egoísta, desregrada e irrealista do meu dinheiro. Perdoa-me quando olho para Ti como o banqueiro “mãos largas” e não como o meu “controlador de gestão”. Perdoa-me quando sou capaz de gastar em coisas puramente dispensáveis e “esquecer-me” dos meus irmãos que estão a passar necessidades. Perdoa-me quando “exijo” que os outros me ajudem e me esqueço que eu também sou chamado a ofertar com alegria e sacrifício para sustento da Tua obra e do Teu povo.</p>
<p>
	No Teu testemunho público de amor por mim deste a Tua vida. No meu baptismo prometi que morria para mim e vivia para ti. Foi numa comunhão total de bens que selámos o nosso compromisso... e eu falhei redondamente na minha parte. Ajuda-me a perceber que a Tua vontade engloba todos os aspectos da minha vida. Preciso de Ti para criar em mim um coração segundo o Teu querer. Preciso que Tu cresças e eu diminua. Que a minha dependência esteja em Ti, na Tua vontade que é tão boa para mim quanto perfeita e agradável. Tu não precisas provar nada. Já viveste e morreste por mim.&nbsp;Ajuda-me a confiar a Ti os meus dias, os meus bens, os meus pensamentos, intenção, sentimentos e acções.</p>
<p>
	Joguei o jogo da independência e perdi. O meu jogo acabou. Quero alinhar a minha economia com a Tua generosidade, a minha gestão com a Tua verdade, o meu querer com o Teu querer, a minha vida com a Tua vontade. Obrigada porque depois de me dar por vencida Tu me fazes vencer – e o Teu conceito de vencedor é tão diferente do meu!</p>
<p>
	Game over.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<em>“Não arrecadem os vossos lucros aqui na Terra, onde podem consumir-se ou ser roubados. Entesourem, sim, no céu, onde nunca perdem o valor e estão a salvo dos ladrões. Se os vossos lucros estiverem no céu, aí também estará o vosso coração. Se o teu olho for puro, a tua vida será limpa. Mas se o teu olhar for mau, viverás em trevas. E como essas trevas podem ser profundas! Não se pode servir dois patrões: Deus e o dinheiro. Porque ao se desprezar um, acaba por se preferir o outro. Portanto, aconselho-vos que não se preocupem com as coisas desta vida, como que hão-de comer e beber, e ter dinheiro e roupa. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhem os passarinhos, que não se preocupam com o alimento, não precisam de semear, nem de colher, ou de armazenar comida, pois o vosso Pai celestial é quem os sustenta. E para ele vocês têm muito mais valor do que os passarinhos. As vossas preocupações poderão porventura acrescentar um só momento ao tempo da vossa vida? E para quê preocuparem-se com o vestuário? Olhem os lírios do campo que não têm cuidados com isso! E, contudo, nem mesmo o rei Salomão, em todo o seu esplendor, se vestiu tão belamente como eles. E se Deus cuida assim das flores, que hoje nascem e amanhã já não existem, não cuidará porventura de vocês, gente de pouca fé? Portanto, não se preocupem com a comida e a roupa para vestir. Para quê serem como os incrédulos? Mas o vosso Pai celestial sabe perfeitamente que precisam delas. Dêem pois prioridade ao seu reino e à sua justiça e Deus cuidará do vosso futuro. Não se preocupem com o dia de amanhã. O dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta cada dia o seu mal.” </em>(Mateus 6: 19-34, versão “O Livro”)</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<em>“Procurem viver em paz com toda a gente, cada um ocupando-se do que lhe diz respeito, vivendo cada um do seu próprio trabalho. Também isso já antes vos tinha recomendado. Dessa maneira a vossa vida se desenrolará com honestidade, em relação com os que não são cristãos, e manterão a vossa independência.” </em>(1 Tessalonicenses 4:11 e 12, versão “O Livro”)</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<em>“Fiquei muito contente e muito grato ao Senhor por constatar que vocês se lembraram de novo de mim. Sei bem que não me tinham esquecido; foi só uma questão de não terem tido oportunidade de me enviar a vossa ajuda. Não digo isto porque tenha receio de me ver na pobreza; já aprendi a contentar-me com o que tenho de momento. Sei o que é passar necessidades e sei também o que é ter em abundância. Aprendi já a viver em todas as circunstâncias: tanto na fartura como na fome; tanto no conforto como nas privações. Posso suportar todas as coisas com a ajuda de Cristo, que é a fonte da minha força. Mas fizeram bem em me terem ajudado nesta difícil situação. E aliás vocês, filipenses, bem sabem que, quando parti da Macedónia e o vosso conhecimento do evangelho estava no princípio, nenhuma outra igreja se associou comigo quanto a dar ou a receber, senão somente a vossa. Mesmo quando estava em Tessalónica vocês me enviaram por mais de uma vez aquilo que me era necessário. Não é que esteja a fazer apelo a donativos; mas procuro antes que vocês produzam frutos que tornem maior a vossa recompensa. De momento tenho o que me é preciso; tenho mesmo mais do que o suficiente, desde que Epafrodito me trouxe o que vocês me enviaram, e que é como que o perfume de um sacrifício que Deus aceita e que o satisfaz. E o mesmo Deus, que cuida de mim, satisfará todas as vossas necessidades, segundo as suas riquezas, através de Cristo Jesus. Que ao nosso Deus e Pai seja dada honra e louvor para todo o sempre. Esse é o nosso desejo!” </em>(Filipenses 4:10-20, versão “O Livro”)</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[CARN[com]AVAL]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/carn-com-aval/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Quando me deixo dominar pelas minhas ideias demolidoras, evitáveis, mesquinhas, odiosas a roçar o pensamento devastador.

	Quando me deixo rodear pelo novelo laçoso da mediocridade do meu interior caído, propenso a uma boa manifestação de entusiasmo pelo alento invertido nas brasas do desânimo pessoal.

	Quando alimento os pensamentos que me trocam a verdade eterna pela minha leviandade passageira, morbidamente disfarçada de luz e progresso, faço crescer o “eu” matreiro e enganador...]]></description>
         <pubDate>Mon, 07 Mar 2011 00:01:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/carn-com-aval/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Quando me deixo dominar pelas minhas ideias demolidoras, evitáveis, mesquinhas, odiosas a roçar o pensamento devastador.</p>
<p>
	Quando me deixo rodear pelo novelo laçoso da mediocridade do meu interior caído, propenso a uma boa manifestação de entusiasmo pelo alento invertido nas brasas do desânimo pessoal.</p>
<p>
	Quando alimento os pensamentos que me trocam a verdade eterna pela minha leviandade passageira, morbidamente disfarçada de luz e progresso, faço crescer o “eu” matreiro e enganador que quer dominar os meus passos.</p>
<p>
	Quando recupero o&nbsp;<em>biblot</em>&nbsp;do ódio (re)passado, com aroma a podridão insaciável, e o afago delicadamente como se se tratasse de um vaso valioso e imperdoavelmente imperdível, num egocentrismo a que gosto de rotular de humano.</p>
<p>
	Quando me aconchego desalmadamente no conforto dos direitos, nas inclinações poético-críticas do descontrole asseado dos meus instintos.</p>
<p>
	Quando odeio a verdade de que preciso de um travão, mesmo que amargo mas remédio necessário, sem posto de vigia pessoal nem alheio, sem limites próprios nem de cima, sem Rei nem respeito.</p>
<p>
	Quando dou um aval pequeno a uma pequena partícula de uma mágoa particular, entrego à carne o acesso à minha vontade, o regresso ao andar pelo meu sabor imparável. Um pequeno passo para a liberdade do “eu”, mas um grande passo para a libertinagem da carne – sem sangue nem ossos, mas com muita energia.</p>
<p>
	Pai, que Tu tenhas todo o aval para me transformar, guiar, animar, corrigir, estimular, avisar. Que a minha tendência inata para viver à minha maneira seja destronada a cada instante pela Tua acção constante em mim. Ajuda-me a vigiar. Sê Tu em mim a dar-me a força para prosseguir nesta aventura longa, trabalhosa mas recompensante – porque no final do caminho estás Tu! Assim seja!</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Saber ou viver?]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/saber-ou-viver-/</link>
         <description><![CDATA[
	Esta semana, enquanto navegava na&nbsp;Internet,&nbsp;descobri alguns factos interessantes sobre o Livro mais vendido de todos os tempos.

	Hoje, como nunca, existem dezenas de formatos, traduções e versões da Bíblia. Vejam só algumas coisas que encontrei1:

	
		Mundo Árabe receberá nova versão da Bíblia&nbsp;- Impressas e distribuídas no Médio Oriente e em África;
	
		Parceria possibilitará Bíblia para surdos em vídeo -&nbsp;Cerca de 70 milhões de pessoas comunicam-se através da linguagem...]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Feb 2011 17:29:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/saber-ou-viver-/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<strong>Esta semana, enquanto navegava na&nbsp;<em>Internet,&nbsp;</em>descobri alguns factos interessantes sobre o Livro mais vendido de todos os tempos.</strong></p>
<p>
	Hoje, como nunca, existem dezenas de formatos, traduções e versões da Bíblia. Vejam só algumas coisas que encontrei<sup>1</sup>:</p>
<ul>
	<li>
		<strong>Mundo Árabe receberá nova versão da Bíblia&nbsp;</strong>- Impressas e distribuídas no Médio Oriente e em África;</li>
	<li>
		<strong>Parceria possibilitará Bíblia para surdos em vídeo -&nbsp;</strong>Cerca de 70 milhões de pessoas comunicam-se através da linguagem gestual;</li>
	<li>
		<strong>Mais 500 línguas têm acesso à Bíblia em áudio -&nbsp;</strong>Cerca de 4,6 bilhões de pessoas alfabetizadas ou não, poderão ouvir as Sagradas Escrituras;</li>
	<li>
		<strong>Ministério distribui portátil com Bíblia em áudio para tropas americanas -&nbsp;</strong>BibleStick Militar, um portátil leitor de áudio digital do tamanho de um pacote de chicletes, produzido pela FCBH;</li>
	<li>
		<strong>Pastor da Flórida promove campanha para memorização das Escrituras</strong>, propôs o desafio de memorizar as Escrituras. Logo no seu primeiro apelo, 4 mil pessoas participaram;</li>
	<li>
		<strong>Ministério levanta US$ 250 milhões para a tradução da Bíblia até 2025 -&nbsp;</strong>Há ainda mais de duas mil línguas sem tradução da Bíblia;</li>
	<li>
		<strong>Aplicativos de Bíblia em smartphones são cada vez mais comuns -&nbsp;</strong>Android, Symbian e Blackberry - Nos Estados Unidos, o aplicativo da Bíblia YouVersion superou todas as expectativas e agora tem 10,7 milhões de utilizadores.</li>
</ul>
<p style="margin-left:18pt;">
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>TENHO UMAS PERGUNTINHAS!</strong></p>
<p>
	O acesso à Bíblia hoje é cada vez maior, em especial nos países desenvolvidos. Temos muitas Bíblias em casa (eu pelo menos tenho), com e sem comentários, de letra grande ou normal, etc. Tudo muito certo... mas agora vamos às perguntas.</p>
<p>
	<strong>Será que estamos a ler mais a Bíblia?</strong>&nbsp;Como costuma dizer o pastor Carlos Fontes, um homem que ama estudar e ensinar a Bíblia “Temos que criar a ‘Bíblia para ser lida’." Ele tem muita razão - quanto a mim falo.</p>
<p>
	Moddy afirmou "As Escrituras não foram feitas para aumentar o nosso conhecimento, mas para mudar as nossas vidas".&nbsp;No entanto, se não conhecermos bem a Bíblia como é que Deus a pode usar para nos mudar?&nbsp;&nbsp;E para nos defendermos das falsas ideologias?&nbsp;&nbsp;E para nos “resolvermos” interiormente?</p>
<p>
	Por outro lado, multiplicam-se os cursos bíblicos, as possibilidades de aprender e aprofundar o conhecimento da Bíblia e de tudo o que a envolve. É bom... mas&nbsp;<strong>será que a Palavra de Deus está a moldar o nosso carácter para sermos mais parecidos com Cristo?</strong></p>
<p>
	A somar a todos estes pensamentos, num dos devocionais desta semana, uma passagem ganhou destaque e fez-me parar, meditar, estudar. Confrontou-me. E agora é a minha vez de passar este desafio para o vosso lado.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS</strong></p>
<p>
	Quando Paulo escreve à igreja em Colossos fá-lo objectivamente. Haviam algumas falsas doutrinas, que misturavam ideias do paganismo, do judaísmo com o cristianismo (Gnosticismo em várias vertentes). Através de uma sabedoria habilidosa de aparência piedosa, os falsos mestes afastavam os cristãos de Colossos da confiança total em Cristo.</p>
<p>
	Como era seu hábito, Paulo divide a carta em duas partes. Na primeira explica no que é que deviam acreditar e na segunda explica como viver na prática as suas convicções. Ele coloca Cristo como o grande, perfeito e completo fundamento da nossa salvação.</p>
<p>
	No contexto da 2ª parte desta carta (Cap. 3 e 4), Paulo vai explicando as coisas que, como novas criaturas, devemos deixar no nosso estilo de vida, hábitos contrários à Palavra de Deus e, por sua vez, deixar brotar dessa nova vida atitudes concretas produzidas por Deus em nós.</p>
<p>
	Também dá dicas de como devemos viver em comunidade. É nessa altura que refere&nbsp;o seguinte: “Que a palavra de Cristo habite permanentemente nas vossas vidas, enriquecendo os vossos espíritos de sabedoria, de forma a poderem comunicá-la uns aos outros, e a poderem aconselhar-se mutuamente, até mesmo através de salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com alegria e com gratidão nos vossos corações.” (Colossenses 3:16, versão “O Livro”)</p>
<p>
	Na versão "A Bíblia para Todos" lemos “Que a mensagem de Cristo viva nos vossos corações com toda a sua riqueza. Procurem instruir-se e animar-se uns aos outros com muita sabedoria. Cantem salmos, hinos e cânticos inspirados, louvando a Deus de todo o coração.“</p>
<p>
	Vamos pensar nos aspectos interessantes da Palavra de Deus neste versículo:</p>
<ol>
	<li>
		<strong>Habite/Viva</strong>&nbsp;– não uma leitura por descargo de consciência, mas uma presença permanente, constante que precisa ser alimentada. Só podemos preencher-nos se investirmos nisso. Se não lemos, meditamos, “devoramos” a Palavra de Deus, ela não pode estar presente em nós.</li>
	<li>
		<strong>Abundante/Riqueza</strong>&nbsp;– não era um pormenor na vida com Deus. Era essencial, importante.&nbsp;Muitos têm a Palavra, porém habita pobremente neles; não tem poder sobre eles. A alma prospera quando estamos cheios das Escrituras e da graça de Cristo. Esta abundância não tem a ver com a quantidade de Bíblias que temos em casa, mas com a maneira com que a Palavra de Deus preenche todos os aspectos da nossa vida.</li>
	<li>
		<strong>Em toda a sabedoria</strong>&nbsp;- Para os crentes colossenses Paulo aconselha a tomar o “antibiótico” contra a sabedoria errada que era uma ameaça na comunidade. Se não nos alimentarmos da verdade, como poderemos descobrir a mentira? Como nos podemos defender ser “munição”? Podemos ter muito conhecimento teórico, mas a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo, quando propriamente estudada, interpretada e aplicada gera em nós sabedoria – neste aspecto específico em que Paulo escreve, dá-nos sabedoria para lidar com os outros (no ensino, aconselhamento, etc.)</li>
</ol>
<p style="margin-left:36pt;">
	<strong>“Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”&nbsp;</strong>(Tiago 3:17).</p>
<ol>
	<li value="4">
		<strong>Aconselhar/Ensinar/Animar&nbsp;</strong>– não era apenas para consumo próprio, embora seja em primeiro lugar para trabalhar no nosso coração. Paulo explica que a sabedoria gerada pela Palavra de Deus abundante em nós, serve para ajudar outros, ensinar, e dirigir-se a Deus em adoração, conhecendo-o pela Sua palavra.&nbsp;Ensinar e admoestar - através de&nbsp;salmos, hinos e cânticos, ou seja, através da Palavra de Deus.&nbsp;</li>
</ol>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>O QUE VAIS FAZER COM A PALAVRA DE DEUS?</strong></p>
<p style="margin-left:39pt;">
	·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A Palavra de Deus&nbsp;<strong>habita</strong>&nbsp;na tua vida ou&nbsp;<strong>passa um tempo</strong>&nbsp;pelas tuas mãos quando calha/no culto? Lês, meditas, registas o que Deus fala contigo?</p>
<p style="margin-left:39pt;">
	·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Estás a usar aquilo que tens aprendido na Palavra&nbsp;<strong>na tua forma de vida, nas tuas atitudes, no teu relacionamento com os outros</strong>&nbsp;ou são apenas conhecimentos teóricos?</p>
<p style="margin-left:39pt;">
	·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong>Ignoras, sabes apenas ou vives em pleno a Palavra de Deus?</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Ana Ramalho</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<sup>1</sup>&nbsp;Fonte:&nbsp;&nbsp;www.cpadnews.com.br</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Fontes de pesquisa</strong></p>
<p>
	Comentário Mathew Henry</p>
<p>
	h<u>ttp://www.estudobiblico.org/a-carta-de-paulo-aos-colossenses/colossenses-capitulo-3</u></p>
<p>
	<u>http://youthpaper.org/biblestudies/159.htm</u></p>
<p>
	<u><a href="http://www.mpnhome.net/letters/colossians3.htm">http://www.mpnhome.net/letters/colossians3.htm</a></u></p>
<p>
	<u>http://iprodigo.com/textos/a-palavra-de-deus-e-como.html</u></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<u><a href="http://www.biblestudytools.com/commentaries/wesleys-explanatory-notes/colossians/colossians-3.html">http://www.biblestudytools.com/commentaries/wesleys-explanatory-notes/colossians/colossians-3.html</a></u></p>
<p>
	<u>http://www.iluminalma.com.br/dph/1/1125.html</u></p>
<div>
	&nbsp;</div>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Balancé]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/balance/</link>
         <description><![CDATA[
	Uma folha em branco. Um ano inteiro para rever. Em poucos minutos, o grafite invade a página e recolhe uma lista mais ou menos ordenada com factos, nomes, tarefas e desocupações.

	Pouso o caderno e a lapiseira... e recuso-me prosseguir sem Ti. Mais um ano que se finda e, não tanto por tradição mas mais por necessidade, entro no balanço para que não perca o equilíbrio... mas eu quero mais do que o bem-estar humanista, o ideal psicossocial, a guerra dos resultados – quero saber a Tua opinião,...]]></description>
         <pubDate>Sun, 02 Jan 2011 11:40:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/balance/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<strong>Uma folha em branco. Um ano inteiro para rever. Em poucos minutos, o grafite invade a página e recolhe uma lista mais ou menos ordenada com factos, nomes, tarefas e desocupações.</strong></p>
<p>
	<span trebuchet="">Pouso o caderno e a lapiseira... e recuso-me prosseguir sem Ti. Mais um ano que se finda e, não tanto por tradição mas mais por necessidade, entro no balanço para que não perca o equilíbrio... mas eu quero mais do que o bem-estar humanista, o ideal psicossocial, a guerra dos resultados – quero saber a Tua opinião, a Tua verdade.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Redescubro caras sorridentes ou efeitos menos positivos. Relembro coisas que ficaram por fazer e outras que nunca devia ter feito. Recordo os meus erros, as minhas conquistas, as pessoas que conheci e as que me passaram a desconhecer. Sem doze passas para comer, porque não sou de superstições, mas com uma dose de acontecimentos para gerir, digerir e reagir... Pai, preciso ser encontrada onde me perdi e perder-me onde deixe que o orgulho fosse mestre e senhor – mesmo que ninguém o veja ou pressinta. Que Tu me leias, devolvas o que vês e faças mudar.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Foi um ano de amadurecimento, de resistência às tempestades, de cimentar a descoberta do que vale realmente a pena – entregar-me mais a Ti e, por Tua causa, investir nas pessoas.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Um ano em que me voltaste a desafiar a sair da mesmice da vida confortável de quem se recolhe dentro do saleiro, sacudindo-me com as feridas, as dores e escolhas inóspitas de almas sedentas, inseguras, perdidas... à procura do mesmo que eu, mas à espera que alguém fosse o sal que lhes apontaria o sabor da vida, sal que egoisticamente ainda acumulo tantas vezes e, em parte, deixo que se torne insípido, altivo, e mesmo destruidor.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">No ano que findou dei-Te trabalho, mas sei que continuaste a fazer em mim a Tua obra transformadora, quando deixei de lado a minha razão e me deixei guiar pela Tua mão. Não porque fosse melhor que os outros, mas porque a Tua graça se fez presente para me fazer humilde no sucesso do carisma e esperançosa nas tantas falhas de carácter.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Um ano que começou cinzento, mas se coloriu pela construção da felicidade dos outros, e terminou com desafios jamais previstos – porque aprendi a viver com a alegria de ser Tua e a depositar em Ti as lágrimas dos acontecimentos que queriam matar a paz que tenho apenas Contigo.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Nesta reflexão quero, acima de tudo, perceber como posso ser mais a menina do Papá – estar onde Tu queres, ser cada vez mais parecida Contigo, deixar de lado aquilo que é acessório e manter-me focada naquilo que achas essencial, Paizinho.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Neste ano que termina, antes de virar a página do calendário, revejo como fui carregando-me de tarefas, quando já tinha mais que suficientes. Perdoa a minha mania de querer ser “super”... sei que já fui pior, mas ainda tenho esta ideia que vou salvar “um bocadinho” do mundo se fizer mais isto ou mais aquilo... mas chego à conclusão que não tenho prestado muita atenção às Tuas prioridades. No ano que chega não quero viver escrava da&nbsp;<em>performanc</em>e, sem alimento do Céu nem abraços da Terra. Não quero dizer “sim” a todas as vozes, todos os requisitos, todas as expectativas, todas as pessoas.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Não quero ficar presa nas grades da agenda, nos múltiplos afazeres da vida, nem nos cuidados do ministério que me podem fazer perder o foco da Pessoa a quem amo acima de tudo, sigo e sirvo... Tu sabes tudo, e sabes que quero fazer tudo para Te agradar!</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Não que seja premeditado, mas como a primavera se rende ao verão, uma época dá lugar a outra, naturalmente. Sei que tens cuidado de mim em cada detalhe, no momento certo... especialmente neste momento, quando as mudanças sem previsibilidade e invadem os pressupostos tradicionais, esperados e predefinidos. E sei que este é um tempo de mudança – não só do calendário mas da estação da vida. E eu quero fazê-lo em Ti, Contigo e para Ti.</span></p>
<p>
	<span trebuchet="">Ajuda-me a ir além das intenções que registo. Ajuda-me a continuar a olhar para Ti, todos os dias. Assim seja.</span></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<span trebuchet="">Ana Ramalho</span></p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Entre aspas]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/entre-aspas/</link>
         <description><![CDATA[
	
	


	Citamos o que derramam os outros, no seu dedilhar, no exposto pensamento sólido ou misturado, nas mais variadas formas de representação daquilo que “achismos” mais ou menos fundamentados exprimem... fazemo-lo entre aspas. 

	E reproduzimos o que outros mastigaram, digeriram e nos devolveram, sempre colocando a citação da fonte, a origem da consulta, o vínculo do autor ou dos autores... sempre entre aspas. 

	Quando a busca do que outras mentes, menos ou mais brilhantes, apontaram com...]]></description>
         <pubDate>Sat, 18 Dec 2010 23:54:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/entre-aspas/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<style type="text/css">
	</style>
</p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Citamos o que derramam os outros, no seu dedilhar, no exposto pensamento sólido ou misturado, nas mais variadas formas de representação daquilo que “achismos” mais ou menos fundamentados exprimem... fazemo-lo entre aspas. </span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">E reproduzimos o que outros mastigaram, digeriram e nos devolveram, sempre colocando a citação da fonte, a origem da consulta, o vínculo do autor ou dos autores... sempre entre aspas. </span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Quando a busca do que outras mentes, menos ou mais brilhantes, apontaram com táctica, sonhos, realização, credos e vidas nos embrenha nas letras, nos pontos e vírgulas, ao juntar as ideias, pela honestidade cientifica, escrevemos frases, parágrafos... citações entre aspas.</span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">As aspas arrumam os outros e livram-nos da responsabilidade. Foram <b style="">eles </b>que falaram. Foram <b style="">eles </b>que pensaram. Foram <b style="">eles</b> que fizeram. <b style="">Nós</b> ficamos de lado. Nada a declarar.. está tudo entre aspas e nós ficamos de fora.</span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Mas não quero que essa seja a minha situação. Não quero falar Contigo pelos verbos dos outros, as rimas de terceiros, os chavões empoeirados que não me pertencem.</span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Quero dizer-Te aquilo que brota de forma livre e desvinculada, sem o arame farpado do formalismo, sem um austero espiritualizar daquilo que já não Te diz nada porque é frio, impessoal, copiado... porque é dito e feito entre aspas.</span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Seja no clamor do amargo que pode preencher o meu coração, na celebração espontânea por seres quem és, no tremer diante da Tua santidade e saber que me amas impossivelmente. Seja no alto do sucesso que passa mas que devo a Ti, na cave da minha miséria por escolhas destituídas da Tua ajuda, na morna mesmice do dia a dia... que possa expressar-Te a gratidão, o choro, o arrependimento, a alegria, a insatisfação, o lamento, a exuberante exaltação, sem aspas, mas com reticências... inacabado e sempre em aberto.</span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Para Ti, que conheces o meu coração, as aspas são as máscaras que ocultam o que realmente sinto e penso. Obrigada porque me ouves quando uso aspas por conveniência e esperas que as deixe cair, as apague, as extinga até ter coragem para Te contar o que já sabes mas que anseias escutar desta peça de barro a quem deste vida e chamas filha.</span></p>
<p class="MsoNormal">
	<span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Obrigada, Pai.</span></p>
<p>
	&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:" trebuchet="" ms";times="" new="" roman";"=""&gt;ADORO [ser Tua filha] DEUS.... sem aspas.</p>
<p>
	Ana Ramalho</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[É tempo de celebração]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/e%20tempo%20de%20celebra%c3%a7%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[
 

     
Nesta época natalícia, é um desafio pensar, falar ou escrever acerca do evento que dividiu a nossa história (a minha pelo menos) e lhe deu um rumo de esperança. 
Seria interessante discutir as origens da celebração natalícia, a congruência da data em que o fazemos, o tipo de acessórios ou símbolos que lhe estão associados por tradição mais do que por devoção... mas não é isso que me proponho fazer.
Gostaria que hoje calçássemos as alparcas dos judeus do ano zero da nossa época e...]]></description>
         <pubDate>Mon, 13 Dec 2010 16:22:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/e%20tempo%20de%20celebra%c3%a7%c3%a3o/</guid>
         <category>VAI+LONGE</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>     
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;">Nesta época natalícia, é um desafio pensar, falar ou escrever acerca do evento que dividiu a nossa história (a minha pelo menos) e lhe deu um rumo de esperança. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;">Seria interessante discutir as origens da celebração natalícia, a congruência da data em que o fazemos, o tipo de acessórios ou símbolos que lhe estão associados por tradição mais do que por devoção... mas não é isso que me proponho fazer.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;">Gostaria que hoje calçássemos as alparcas dos judeus do ano zero da nossa época e fossemos além da imagem idealista dos presépios que nos pintam desde a infância. <span style="color:black">Esse quadro-tipo faz-nos esquecer que os seus intervenientes não viviam no Céu, mas na terra. O território da Palestina estava sob domínio Romano. O povo de Deus estava subjugado pelos romanos, pagando impostos pesados. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Apesar do cenário pessoal e social de Maria e José, e de muitos dos envolvidos neste evento único, o nascimento de Jesus foi marcado por celebração, alegria e festa – na terra e no Céu.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">&nbsp;</span></p>
<p><b style=""><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;color:black">CELEBRAÇÃO <u>ANTES</u> DO NASCIMENTO</span></b></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Em Lucas 1:46-56, Maria expressa a sua adoração a Deus, a sua gratidão por vir a dar à luz o Salvador da Humanidade.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Neste cântico, Maria reconhece a sua pequenez para tamanha responsabilidade e privilégio, dando louvores a Deus.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Hoje temos a responsabilidade e o privilégio de conhecer Jesus e de anunciar a Sua mensagem de amor e salvação ao mundo, às pessoas que estão à nossa volta. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Este facto deveria ser mais do que suficiente para adorarmos Jesus e celebrarmos a Sua vinda até nós, como parte do processo que contribuiria para a nossa salvação.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">&nbsp;</span></p>
<p><b style=""><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;color:black">CELEBRAÇÃO <u>DURANTE</u> O NASCIMENTO</span></b></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Lucas conta-nos uma das mais belas cenas relativas ao nascimento de Jesus. Em Lucas 2:8-20 temos os pastores e os anjos juntos no mesmo cenário. A grandeza do Céu e a simplicidade da terra, ambos numa expressão de adoração e celebração pelo que estava a acontecer.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Deus não enviou os anjos aos líderes religiosos, nem às autoridades politicas. Enviou-os a um grupo de pessoas simples, consideradas até impuras aos olhos dos mais religiosos: os pastores.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">O anjo anunciou o local do nascimento do Salvador, no meio de um grande esplendor. A tradição oral fazia com que os judeus passassem de geração em geração a Palavra de Deus. Eles certamente sabiam como Belém era o local escolhido para o nascimento do Messias. Os pastores não discutiram, não foram consultar ninguém: obedeceram.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Um exercito de anjos pronunciou um cântico de louvor a Deus: “Glória ao Senhor, no mais alto dos céus, paz na Terra aos homens a quem Deus quer bem” (v.14). Os anjos não eram os beneficiários da maior dádiva de Deus ao mundo, mas eles celebraram com toda a solenidade e grandeza dignas daquele momento. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Que Deus possa achar em nós um coração simples, obediente e grato, como o dos pastores, sendo reconhecidos da nossa condição humana, que nos torna indignos da Sua maravilhosa salvação. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Precisamos despir-nos das nossas lamúrias e descontentamento, das nossas exigências e caprichos, reconhecendo a grandeza da vinda de Cristo para viver e morrer por nós, através da festa interior que nos invade pela certeza de que somos de Deus, e que se expressa em palavras e gestos efectivos de adoração. Temos muito mais razão para celebrar do que os anjos!</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">&nbsp;</span></p>
<p><b style=""><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;color:black">CELEBRAÇÃO <u>APÓS</u> O NASCIMENTO DE JESUS</span></b></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Mateus descreve a vinda dos magos do Oriente no capítulo 2, versículos 1 a 12. Aqueles sábios, astrónomos de origem não judaica, foram os adoradores mais improváveis da história natalícia. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">É interessante verificarmos que não vieram por curiosidade científica. A intenção deles é clara: “Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Pois vimos a sua estrela lá no Oriente, e viemos para o adorar.” (v.2) </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Os magos não se limitaram a conhecer factos, mas agiram de forma concreta perante o que sabiam – fizeram uma longa viagem e trouxeram ofertas a Jesus. Uma pincelada invulgar da universalidade da salvação - para todos, em todos os lugares, em todas as épocas.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Que, como eles, possamos adorar e celebrar o mais importante evento da história da humanidade. Seja qual for a nossa origem, que possamos dar-nos totalmente a Cristo, numa celebração que transponha as palavras mas se traduza em actos – uma oferta de tudo o que somos e temos Àquele que nos dá tudo, incluindo o mais importante, a vida eterna.</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Outro caso, descrito em Lucas 2:25-38, conta o encontro de Simeão e Ana com Jesus, no templo, dias após o Seu nascimento. Verificamos ali a gratidão de quem esperava o Salvador. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Embora Jesus tivesse ainda um percurso até concretizar a nossa salvação, o simples facto de verem aquele que seria o Salvador foi motivo de adoração. </span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Hoje olhamos numa perspectiva diferente. Estamos entre a ascensão e a segunda vinda de Cristo... que isso não apague a nossa gratidão, não dilua a importância do acto de Jesus, mas seja motivo de expectativa, de esperança viva reflectida na adoração como estilo de vida, enquanto este dia não chega:</span></p>
<p><span style="font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;color:black">“</span><span style="font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;color:black">E ouvi de novo um clamor enorme como o de uma multidão imensa, como o de muitas vagas de um mar agitado ou como o de sucessivos trovões: Louvai o Senhor! Porque o Senhor, nosso Deus, que tem todo o poder, é quem reina. Alegremo-nos, com intenso júbilo, prestemos-lhe a nossa profunda homenagem. Chegou a altura de o Cordeiro receber a sua noiva, a qual já se aprontou. Ela tem o direito de se vestir do linho mais fino e mais branco. (Esse linho representa as obras justas e boas que praticam os filhos de Deus.) E foi-me dito por um anjo que escrevesse o seguinte: Felizes aqueles que são convidados à festa de casamento do Cordeiro. E mais ainda: Foi Deus mesmo quem declarou isto.” (Apocalipse 19:6-9)</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">Ana Ramalho</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;;
color:black">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-size:10.0pt;font-family:&quot;Trebuchet MS&quot;">&nbsp;</span></p>
</p>]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
</rss>