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      <title><![CDATA[IGREJA:SIM! - anaramalho.webnode.com.pt]]></title>
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      <language>pt</language>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:31:00 +0200</pubDate>
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      <category><![CDATA[IGREJA:SIM!]]></category>
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         <title><![CDATA[Eu não preciso de um iPad]]></title>
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         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Gosto de tecnologia porque me ajuda no meu trabalho, no contacto com as pessoas. Facilita o meu acesso a muitas informações, ideias, recursos que de outra forma não teria à mão facilmente.

	Recentemente, com a “febre tableótica” a invadir a sociedade portuguesa em crise, alguém me perguntou se eu gostaria de comprar um tablet. A expectativa de quem me questionou era, muito provavelmente, “sim!”... mas a resposta foi outra: “Não! Eu não preciso de um iPad.”

	A verdade é que eu gosto...]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:31:00 +0200</pubDate>
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         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Gosto de tecnologia porque me ajuda no meu trabalho, no contacto com as pessoas. Facilita o meu acesso a muitas informações, ideias, recursos que de outra forma não teria à mão facilmente.</p>
<p>
	Recentemente, com a “febre tableótica” a invadir a sociedade portuguesa em crise, alguém me perguntou se eu gostaria de comprar um <em>tablet. </em>A expectativa de quem me questionou era, muito provavelmente, “sim!”... mas a resposta foi outra: “Não! Eu não preciso de um iPad.”</p>
<p>
	A verdade é que eu gosto de usar os melhores recursos, mas preciso saber que há uma grande diferença entre desejo e necessidade, querer e precisar. Talvez daqui a uns tempos tenha que trocar de computador, porque é a minha principal ferramenta de trabalho, mas não preciso de um <em>tablet, </em>por isso não vou investir só porque é moda e “toda a gente tem” (ou quer ter).</p>
<p>
	Atenção, isto não é um manifesto anti-<em>tablets</em>, mas é um alerta para todos nós, a começar por mim, para a maneira como estamos a usar os recursos que Deus nos dá – tempo, dedicação, dinheiro, paixão – num tempo muito especial em que somos chamados a mostrar o fruto da operação de Deus nas nossas vidas, mais do que nunca.</p>
<p>
	Tenho aprendido ao longo da vida que as coisas podem ser para nós uma ferramenta ou nós podemos tornar-nos ferramentas delas. Não “descobri a pólvora”, mas Jesus ensinou-nos a todos a pedir o pão de cada dia, a entender que Ele cuida de nós em todas as circunstâncias, naquilo que é essencial para vivermos. Paulo advertiu Timóteo para o perfil daqueles que servem a Deus nas suas igrejas locais e, numa dessas descrições de qualidades, ele diz que “não deve ser interesseiro” (1 Timóteo 3:3b, versão “A Bíblia para Todos”). Quando o “ter” se torna mais importante do que o “ser”, revelamos quem é o nosso soberano: Deus ou as riquezas.</p>
<p>
	Nos dias que correm, e perante circunstâncias de dificuldade económica e social de alguns dos meus irmãos e irmãs em Cristo acho, pessoalmente, imoral investir em coisas não essenciais e dizer ao irmão desempregado, à irmã que perdeu o abono de família, à família que não consegue pôr um prato de sopa na mesa todos os dias “Já viste o meu novo <em>gadjet</em>?” sem providenciar alguma ajuda a quem precisa e está diante dos meus olhos, pertence à mesma comunidade que eu. Se sou capaz de dar um pacote de massa para o Banco Alimentar dar a alguém que eu não vejo, como posso ficar indiferente à necessidade do meu irmão que eu vejo? Isto tem-me feito pensar e mudar o meu modo de gerir as minhas finanças.</p>
<p>
	Tiago explicou muito bem, preto no branco, “Que importa, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se a não põe em prática? Será que essa fé lhe trará a salvação? Imaginem que algum irmão ou irmã, não tem nada que vestir e lhe falta o necessário para comer, cada dia. Poderão dizer-lhes: «Vão em paz! Hão de encontrar com que se aquecer e matar a fome!» Mas se não lhes dão aquilo de que eles precisam, de que valem essas boas palavras? Do mesmo modo, a fé, se não é posta em prática, está morta.” (Tiago 2:14 a 17, versão “A Bíblia para Todos”)</p>
<p>
	Esta ideia está presente em toda a Bíblia – a começar pelas próprias leis do Antigo Testamento e a terminar com a teoria e prática da Igreja nascente. É imoral pensar apenas em mim, em estar no <em>mainstream </em>da tecnologia, e passar-me ao lado a dor dos meus irmãos.</p>
<p>
	É verdade que Deus nos abençoa, mas também é verdade que somos abençoados para sermos uma bênção. Acima de tudo, entendo que este é o tempo em que Deus nos desafia a sermos generoso uns com os outros, mostrando ao mundo que nos amamos na prática.</p>
<p>
	Se afirmamos tantas vezes que a igreja são as pessoas, porque é que tantas vezes as coisas (as nossas, principalmente) se sobrepõem às pessoas? É certo que a ação social é um tema muito vasto e que a ajuda ao próximo não pode ser feita de forma simplista, nem alimentar um sistema de parasitismo social... mas isso não é desculpa para nos fecharmos no nosso “pede, pede” ao Senhor quando Ele nos está a dizer “dá, dá”.</p>
<p>
	Os <em>tablets, </em>os plasmas, as casas, as piscinas, os carros de grande cilindrada... tudo fica cá. As pessoas, pelo contrário, são um valor eterno. Jesus morreu por elas. Sejamos bons mordomos daquilo que Deus nos dá e aprendamos a usar de generosidade responsável e equilibrada, para que a nossa fé não seja morta nas nossas metas passageiras, mas viva e eficaz, na confiança de que Deus cuida de nós e nós devemos cuidar uns dos outros.</p>
<p>
	Paulo disse, na sua prisão “Não digo isto por precisar de alguma coisa, pois aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei viver na pobreza e também na abundância. Aprendi a viver em toda e qualquer situação: a ter fartura e a ter fome, a ter em abundância e a não ter o suficiente. Posso enfrentar todas as dificuldades naquele que me fortalece. Contudo, fizeram bem em compartilhar as minhas dificuldades.” (Filipenses 4:11-14, versão “A Bíblia para Todos”)</p>
<p>
	Sim, Deus supre, mas quer usar-te a ti. Estás disponível?</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Don't ROB the truth. Ring the BELL.]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/dont-rob-the-truth-ring-the-bell-/</link>
         <description><![CDATA[O novo livro do autor e pastor Rob Bell, está a levantar muita poeira e a colocar demasiados pontos de interrogação. Será apenas uma estratégia de marketing ou devemos ter (mesmo) algum cuidado?
Gosto de alguns dos vídeos NOOMA. Do ponto de vista de comunicação no seu global, este pastor é excelente. Não estou, nem quero, por em causa tudo o que Bell já fez. O que me faz escrever é o&#160;estilo de discurso que este novo livro apresenta, já notório em algumas das suas intervenções públicas, e...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Mar 2011 14:17:00 +0200</pubDate>
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         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><b><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">O novo livro do autor e pastor Rob Bell, está a levantar muita poeira e a colocar demasiados pontos de interrogação. Será apenas uma estratégia de marketing ou devemos ter (mesmo) algum cuidado?</span></b></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Gosto de alguns dos vídeos NOOMA. Do ponto de vista de comunicação no seu global, este pastor é excelente. Não estou, nem quero, por em causa tudo o que Bell já fez. O que me faz escrever é o&#160;estilo de discurso que este novo livro apresenta, já notório em algumas das suas intervenções públicas, e que se pode tornar perigoso.&#160;</span></p>
<p>&#160;</p>
<blockquote>
<p><font class="Apple-style-span" color="#333333" face="Arial">O argumento-base de Rob Bell, que dá título ao livro, é que o amor vencerá no final. O release da editora explica:&#160;</font><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">“Bell aborda um dos temas mais controversos da fé: a vida após a morte. Ele argumenta que um Deus amoroso nunca condenaria almas humanas ao sofrimento eterno. Com sua percepção aguçada, Bell coloca o inferno em julgamento. Sua mensagem é, decididamente, que a vida eterna não começa quando morremos, começa agora. E, no final, &#160;o amor vence”.</span></p>
<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Para os seus críticos, essa parece ser uma “confissão” de que Rob Bell está se afastando de um dos alicerces da fé cristã contida na Bíblia: a salvação apenas daqueles que creem em Jesus.<sup>1</sup></span> </blockquote>
<p>&#160;</p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Sinto que a verdade pode estar a ser roubada. É por isso que eu toco o alarme. Não apenas por causa deste livro, mas por causa de tantas outras coisas que ouvimos, vemos, lemos e aceitamos sem pensar muitas vezes.</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Não me vou alongar, nem quero "esmiuçar" algumas coisas que vi/li/ouvi sobre este novo livro, porque ainda não o li... mas acho importante parar para reflectir sobre a necessidade de conhecermos BEM a verdade para podermos distinguir o que é Bíblico do que é "Bellico" ou "Ramallhico".&#160;</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Citando o comentário de um dos meus ex-alunos, Natanael Gama "A prudência (aquela senhora :P) aconselha que se espere a saída do livro&#160;Love Wins&#160;para então discutir o ponto de vista do Rob Bell. Eu também tenho as minhas desconfianças e até já dantes deste polémico vídeo. Mas a sensatez (aquela outra senhora :P) diz-me que devo ler o livro e então tecer as minhas conclusões. ‘Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar’ Irmão Tiago :P"</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Acrescento à prudência e sensatez a verdade. Precisamos conhecer esta última (muito bem) para não sermos enganados.</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">O que me preocupa honestamente é que podemos ler determinado autor e assimilar como certo o que ele diz, mas não aprofundar o nosso conhecimento bíblico e teológico suficientemente para "filtrar" aquilo que lemos.&#160;</span><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Lemos muito acerca de "vida cristã" e pouco sobre teologia ou Bíblia – dizem os números. Não que necessitemos de nos tornar teólogos, mas precisamos "equilibrar" a nossa dieta espiritual. O bitoque é bom, mas não o podemos comer sempre nem exclusivamente.</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Ao longo dos séculos centenas de teólogos e pensadores têm reflectido acerca de Deus e da Bíblia, da vida, do Céu e do Inferno, etc. Este tempo não é diferente.&#160;Questionar o que sempre ouvimos e temos por seguro tem o seu lugar e é necessário, porque a fé não é cega mas vê além do racional que a sustenta, mas numa atitude de busca de respostas, não de desculpas ou justificações por mais inclusivas e poéticas que pareçam.&#160;</span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; ">Ana Ramalho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><b><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">Algumas passagens bíblicas para reflectirmos</span></b></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">“O Espírito de Deus diz claramente que nos últimos tempos muitos se desviarão do caminho da fé, passando a dar ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demónios. Estes dizem-lhes mentiras com o maior descaramento e a sua própria consciência se tornou insensível.” (1 Timóteo 4:1-2)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">"Tal como te pedi quando parti para a Macedónia, espero que fiques aí em Éfeso para avisares algumas pessoas que não ensinem outra doutrina, e que não se deixem ir atrás de lendas, nem de genealogias intermináveis. Essas coisas só servem para levantar discussões, não ajudam os crentes a crescer espiritualmente, o que só pode acontecer através da fé.&#160;O objectivo deste aviso é que se desenvolva o amor entre as pessoas, o amor que nasce de um coração puro, de uma consciência limpa e de uma fé autêntica.&#160;Mas alguns, desviando-se dessa linha de conduta, perdem-se em discussões inúteis.&#160;E pretendem por um lado passar por especialistas da lei; por outro, não entendem nem o sentido das palavras que empregam, nem aquilo que afirmam." (1 Timóteo 1:3-7)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">"Por isso insisto solenemente, diante de Deus e Cristo Jesus, que há-de julgar os vivos e os mortos, quando vier outra vez para estabelecer o seu governo aqui na Terra:&#160;que anuncies a palavra de Deus; que insistas nessa pregação, não só nas ocasiões consagradas a isso mas também fora delas; que corrijas e repreendas, que encorajes, com toda a paciência, os que são fracos, dando-lhes o ensino de que necessitam.&#160;Porque há-de vir uma época em que as pessoas não hão-de querer mais ouvir a sã doutrina, e procurarão acumular à sua volta mestres doutores que lhes ensinarão apenas aquilo que vai de encontro aos seus desejos e que comunicam impressões agradáveis aos seus ouvidos.&#160;Recusando ouvir a verdade, voltarão a seguir tradições supersticiosas." (2 Timóteo 4:1-4)</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><b><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new="">Alguns textos e vídeos sobre o livro:</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://iprodigo.com/traducoes/rob-bell-e-o-evangelho-sem-julgamento.html"><span style="color:#333333">http://iprodigo.com/traducoes/rob-bell-e-o-evangelho-sem-julgamento.html</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://filipeniel.blogspot.com/2011/02/rob-bell-universalista.html"><span style="color:#333333">http://filipeniel.blogspot.com/2011/02/rob-bell-universalista.html</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><a target="_blank" href="http://www.relevantmagazine.com/god/church/features/25030-is-rob-bell-a-universalist">http://www.relevantmagazine.com/god/church/features/25030-is-rob-bell-a-universalist</a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman"><a href="http://www.christianpost.com/news/rob-bell-denies-being-a-universalist-49417/"><span style="color:#333333">http://www.christianpost.com/news/rob-bell-denies-being-a-universalist-49417/</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Vg-qgmJ7nzA&amp;feature=player_embedded"><span style="color:#333333">http://www.youtube.com/watch?v=Vg-qgmJ7nzA&amp;feature=player_embedded</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://www.christianpost.com/news/rob-bell-gets-evangelicals-talking-about-hell-49255/"><span style="color:#333333">http://www.christianpost.com/news/rob-bell-gets-evangelicals-talking-about-hell-49255/</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><a target="_blank" href="http://www.pavablog.com/2011/02/27/novo-livro-de-rob-bell-chega-ao-tt-mundial-e-faz-twitter-disscutir-teologia/"><u>http://www.pavablog.com/2011/02/27/novo-livro-de-rob-bell-chega-ao-tt-mundial-e-faz-twitter-disscutir-teologia/&#160;</u></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ivwfqBNICf4&amp;feature=player_embedded#at=29">http://www.youtube.com/watch?v=ivwfqBNICf4&amp;feature=player_embedded#at=29</a> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://www.christianpost.com/news/love-never-wins-when-truth-loses-49450/">http://www.christianpost.com/news/love-never-wins-when-truth-loses-49450/</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://www.christianpost.com/news/mark-driscoll-responds-to-rob-bell-controversy-on-hell-49406/">http://www.christianpost.com/news/mark-driscoll-responds-to-rob-bell-controversy-on-hell-49406/</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://thegospelcoalition.org/blogs/kevindeyoung/files/2011/03/LoveWinsReview.pdf">http://thegospelcoalition.org/blogs/kevindeyoung/files/2011/03/LoveWinsReview.pdf</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:11.25pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
7.5pt;margin-left:0cm;"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:Arial;Times New Roman" new=""><a href="http://thegospelcoalition.org/blogs/justintaylor/2011/02/26/rob-bell-universalist/">http://thegospelcoalition.org/blogs/justintaylor/2011/02/26/rob-bell-universalist/</a></span></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><sup>1</sup>&#160;http://www.pavablog.com/2011/02/27/novo-livro-de-rob-bell-chega-ao-tt-mundial-e-faz-twitter-disscutir-teologia/</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O "Princípio Pai Natal"]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-principio-pai-natal/</link>
         <description><![CDATA[Estou aflita, espantada e muito preocupada. Não é propriamente por um susto repentino ou uma notícia bombástica, mas por um sucessivo desenrolar de afirmações e atitudes que me põe alerta e faz passar para a escrita o que me perturba.
Desconfio que me vão achar exagerada. Eu gostaria antes que me chamassem realista. Não porque mereça o título, mas porque há factos a mais a dar razão ao que me traz a esta pequena prosa.
Perturbam-me estes chavões: “Segue os teus sonhos”, “O que importa é te...]]></description>
         <pubDate>Mon, 20 Sep 2010 14:46:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-principio-pai-natal/</guid>
         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Estou aflita, espantada e muito preocupada. Não é propriamente por um susto repentino ou uma notícia bombástica, mas por um sucessivo desenrolar de afirmações e atitudes que me põe alerta e faz passar para a escrita o que me perturba.</span></b></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Desconfio que me vão achar exagerada. Eu gostaria antes que me chamassem realista. Não porque mereça o título, mas porque há factos a mais a dar razão ao que me traz a esta pequena prosa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Perturbam-me estes chavões: “Segue os teus sonhos”, “O que importa é te sentires feliz” ou então “Segue o teu coração”. Pior é quando pomos Deus ao barulho e queremos que Ele “apare os golpes” das nossas decisões irreflectidas: “Deus vai fazer o que queres”, “Deus vai realizar os teus sonhos” ou ainda “Toma posse desse sonho”. Perturba-me, porque os resultados práticos dessa teologia popular trazem danos a mais para o prazer ou apenas a ilusão que dão. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Confundimos objectivos realistas com sonhos cor de rosa, mas pior ainda, confundimos Deus com o Pai Natal... Achamos que Deus nos vai dar carta branca a tudo o que queremos, que somos o centro da Sua vontade, que Ele não nos quer ver amuados e, por isso, tem que nos dar o que queremos, como e quando queremos. Então passamos a agir com este falso principio: Deus é o Pai Natal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Que eu saiba, não fui eu que dei a vida numa cruz. Não sou eu que sou o centro do Cristianismo: é Cristo. Neste momento vejo muitas vezes este papel invertido... e se isso é natural na minha velha natureza que teima em me controlar, não precisa ser estimulado quando nos apresentamos perante outros irmãos que estão interessados na partilha da Palavra de Deus preto no branco.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Há uma geração de filhos mimados, exigentes e inconsequentes porque deixámos entrar uma espécie de romantismo teológico que é atraente aos ouvidos mas ferozmente perigoso. Os bancos das casas de oração vão ficando vazios daqueles que acabaram por ter que lidar com a realidade de que ser filho de Deus não é ter todas as vontades satisfeitas. Essa ausência mistura-se com a revolta, a amargura e o conflito interno de pessoas que Deus ama mas que não sabem que Ele é verdadeiramente, porque nunca experimentaram um relacionamento construído passo a passo, mas um acontecimento ou experiência aqui e ali.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Passar tempo a mastigar a Palavra de Deus urge nesta geração tão mal nutrida, no corpo e na alma. Passar tempo a sós com o Pai é essencial para uma geração que se cansou de luzes e efeitos especiais vazios de fruto nas suas vidas. Passar tempo com cristãos autênticos – na sua essência transformada e na sua atitude diária – é fundamental para uma geração que se fartou de polimentos e fachadas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Quando Ele fala connosco e toca onde ninguém consegue, e transforma como ninguém pode, assumimos passo a passo a dependência que vai para alem dos resultados. Está firmada n’Ele. Mesmo entre crises, fracassos e desaires, há uma centralidade e uma paz incontornável que só Ele tem capacidade de gerar no nosso íntimo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">A questão passa também pela disponibilidade que temos em ser contrariados, corrigidos, alertados. Normalmente fugimos destes meios porque mais tarde ou mais cedo vamos sentir que precisamos deixar os nossos sonhos egoístas e demagógicos e permitir que Deus nos leve onde Ele deseja, como Ele deseja. Pelo menos eu tenho esta luta, todos os dias... Eu ou Deus. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Um dia escrevi “</span><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Os sonhos de Deus para nós podem ser menos sofisticados do que os nossos mas, de certeza, são bem melhores!” </span><span style="font-size:10.0pt;font-family:" trebuchet="">Deus é a primeira pessoa interessada no nosso bem. Mas o que nos faz bem pode não ser o que queremos a todo o custo. E pode não ser através dos meios que teimamos em usar, muitas vezes sem pensar. </span><span style="font-size:10.0pt;
font-family:" trebuchet="">Deus vê o que nós não vemos e sabe o que não sabemos. Não são as palavras soltas que apanhamos do ar num domingo ou outro que vão fazer a diferença no nosso trajecto de vida.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;font-family:" trebuchet="">É para esta intimidade, autenticidade e simplicidade que precisamos caminhar. Sejamos realistas. O Pai Natal não existe.</span></p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal">Ana Ramalho</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[5 mitos acerca da chamada a tempo integral]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/a5-mitos-acerca-da-chamada-a-tempo-integral/</link>
         <description><![CDATA[


A expressão  “tenho uma chamada” pode querer dizer muita coisa. Em primeiro lugar,  para o cidadão comum, quererá dizer “alguém me está a ligar”, mas dito  no final de um retiro ou no testemunho pessoal de um púlpito por um  cristão evangélico quererá dizer... muita coisa!
É sobre este  tema que quero falar. Não vou explicar “como” se recebe, nem são 5  passos para saber se temos chamada... vamos pensar, sim, nas ideias  falsas mesmo que bem intencionadas, que dão base ao modo de pensar de ...]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Aug 2010 02:41:00 +0200</pubDate>
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         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style></p>
<p><b><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">A expressão  “tenho uma chamada” pode querer dizer muita coisa. Em primeiro lugar,  para o cidadão comum, quererá dizer “alguém me está a ligar”, mas dito  no final de um retiro ou no testemunho pessoal de um púlpito por um  cristão evangélico quererá dizer... muita coisa!</span></b></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">É sobre este  tema que quero falar. Não vou explicar “como” se recebe, nem são 5  passos para saber se temos chamada... vamos pensar, sim, nas ideias  falsas mesmo que bem intencionadas, que dão base ao modo de pensar de  muitos, ideias essas que podem ser perigosas se levadas ao extremo. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">O que me faz  escrever não é tanto entrar numa “batalha teológica” ou num “combate de  titãs”, mas a desfazer mitos e a levar cada pessoa que me lê a fazer o  que todos devemos fazer: deixar a Palavra de Deus e o Seu Espírito  dirigir a sua vida em tudo.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">&#160;</span></p>
<p><b style=""><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">MITO 1 – Só alguns têm chamada a tempo integral</span></b></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Depois de um  processo de luta interior, coisas que vão acontecendo e que nos fazem  sentir insatisfeitos mesmo com uma vida estável, um bom emprego, mas uma  espécie de angústia desmedida por deixar “tudo”, vamos para um  Instituto Bíblico e depois para onde “Deus nos enviar”.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Alguém pode  dizer que só alguns dos filhos de Deus têm uma vocação para servi-Lo a  tempo inteiro. Isto é verdade no aspecto de que só alguns, numa  determinada fase das suas vidas (ou em várias fases), serão sustentados  pelos seus irmãos na fé, enquanto se dedicam a apoiar, ensinar, cuidar  da igreja.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Não podemos  confundir identidade com função. A Bíblia é muito clara. Na igreja todos  os filhos de Deus são chamados para imitar Cristo na dedicação ao  próximo, cada um com o seu talento específico, com a sua função.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Na igreja não  existem espectadores. Todos temos algo a fazer. Em Romanos 12 e Efésios 4  podemos retirar muitos exemplos de serviço no Corpo de Cristo.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;"><span style="">&#160;</span></span></p>
<p><b style=""><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">MITO 2 – O que interessa é “sentir” uma chamada e falar bem. </span></b></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Paulo é claro  quando afirma que não nos devemos precipitar, impondo as mãos sobre  alguém, ou seja, reconhecendo nessa pessoa ministério. Jesus disse que  conhecemos as pessoas pelo seu fruto. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Paulo quando  fala das características de diáconos e presbíteros dá uma ênfase  tremenda ao carácter, colocando pouco foco no carisma (performance).</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Quem diz  sentir uma chamada deve estar pronto para tudo e não precisa de grande  coisa para que ela seja reconhecida: está à vista, porque servir a Deus é  o que move a pessoa. A igreja reconhece. O problema é que não basta o  jeito, é preciso tempo para testar o carácter: as atitudes, reacções,  submissão, etc. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Não é preciso  “provocar” testes. Eles vão acontecer inevitavelmente. Mas cuidado  quando dizemos ter chamada e não somos capazes de nos sujeitar a servir  nas mais ínfimas coisas, aquelas que ninguém deseja fazer, quer antes  quer após passarmos por uma preparação teológica.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Nem todos são  excelentes pregadores. Nem todos são professores. Nem todos são profetas  ou apóstolos. Nem todos são evangelistas. Cada um é como é. Daí  devermos esperar para ver o envolvimento espiritual, no agir e no fazer e  não apenas num só destes dois pólos.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Podem  cometer-se erros graves por se ir pelas primeiras aparências apenas.  Precisamos orar e buscar discernimento de Deus para ajudar aqueles que  depois de retiros ou de eventos especiais (e não só) dizem sentir uma  chamada. Sejamos sábios e procuremos encaminhar da melhor maneira. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">&#160;</span></p>
<p><b style=""><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">MITO 3 – Os pastores são “cristãos profissionais”</span></b></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Obviamente, se  entramos num instituto, temos emprego garantido numa igreja, na qual  nos preparamos arduamente toda a semana para os cultos, oramos, lemos a  Bíblia e fazemos documentos Word de 15 páginas cheios de teologia, para  alimentar o rebanho.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Errado! Não há  nada “óbvio” na chamada para dedicar-nos no ministério a tempo  integral. O ideal é a igreja ter suporte financeiro para ajudar, mas, e  se não tiver? E se for uma igreja sem recursos? E se não houver um  convite?</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Quem quer  servir a Deus, servindo os irmãos, antes ou depois de um canudo,  arregaça as mangas e vai em frente. Quem quer “servir-se”... é outra  história. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Deus é que  criou o trabalho, tanto o não ministerial e como o ministerial.  Trabalhar para ter sustento não é nenhuma desonra, mas pode ser uma das  formas de um missionário ou missionária se sustentar enquanto está a  servir a Deus.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Paulo é um  exemplo. Ele fazia tendas para se sustentar nas alturas em que não tinha  outra subsistência – estamos a falar de alguém que fundou muitas  igrejas, que supostamente deveriam tê-lo apoiado.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Não estou a  dizer que devemos viver de forma miserável ou ficar escravos o trabalho,  nem passar do 80 para o 8, mas penso que devemos estar conscientes de  que as coisas não são tão lineares como às vezes as vemos... e uma ideia  falsa enraizada pode criar falsas expectativas. E uma pessoa com falsas  expectativas, pode sofrer e fazer os outros sofrer se estiver em algum  lugar de coordenação ou liderança.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Além disso, há  profissões que são o “passe” de entrada em países nos quais os  “missionários de tempo integral” nunca entrariam, por serem países onde  ser cristão pode significar a morte, tais como: professores,  engenheiros, médicos, etc.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Outro aspecto é  que nos meios mais pequenos (em todos aliás) é mais fácil nos  aproximarmos das pessoas através de contactos por amizade do que por  título. Aliás, até pode ser uma forma de afastas as pessoas, pelos  estereótipos sociais criados. Estarmos integrados e sermos conhecidos  pelo nosso carácter no trabalho, ou pela ajuda que estamos prontos a  dar, são coisas que não conseguimos fechados em casa. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">&#160;</span></p>
<p><b style=""><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">MITO 4 – Quem tem chamada é de “outro nível”</span></b></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Depois de  terminar o Instituto, numa acalorada discussão teológica com alguns  amigos, a certa altura a conversa ficou “quente” e a justificação para o  meu argumento foi nem mais nem menos que esta “Mas pensas que eu não  sei? Eu fiz o instituto bíblico!” Que fraco argumento! Queria tanto  “ganhar” a disputa que acabei por perder a razão pela falta de  humildade!</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Quando Deus  nos chama para ter determinado papel no Corpo de Cristo, Ele vai-nos dar  a capacidade que precisamos. Nós devemos ser bons mordomos de tudo  isso, e deixarmos que seja Deus, em nós e através de nós, a fazer  reconhecido o nosso ministério. Não precisamos sacar de diplomas ou  subir a um escadote.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Alem disso,  não devemos confundir respeito e submissão com bajulação e anulação. As  pessoas que Deus chama para presidir, seja em que área, foram escolhidas  pela graça de Deus (Efésios 4 fala disso claramente) e o seu ministério  deve apontar inteiramente para Ele. Quem Deus quer dedicado  inteiramente à Sua Palavra, ao exercício do ministério, deve ter o  cuidado de vigiar o seu coração. As pessoas tendem a valorizar os seus  líderes (e fazem bem) mas se não vigiarmos podemos tornar a honra em  orgulho e auto-promoção. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">As pessoas que  Deus colocou à nossa responsabilidade não são nossas. Elas custaram a  vida de Jesus. Temos o dever de guiá-las, aconselhá-las, corrigi-las,  ensiná-las, consolá-las mas jamais anulá-las. Essas pessoas têm  capacidades dadas por Deus que precisamos potenciar, através de  acompanhamento e responsabilidade. Não existem super-líderes. Isso é um  mito. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">&#160;</span></p>
<p><b style=""><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">MITO 5 – O líder é uma pessoa solitária</span></b></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Uma vez li uma  ilustração que usava como exemplo para esta característica o final dos  livros do Lucky Luke. Depois de cada aventura, o famoso cowboy saía de  novo, estrada fora, montado no seu cavalo e acompanhado pelo seu cão, a  cantar “Eu sou um pobre cowboy solitário / E estou muito muito longe de  casa...”</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Um dos mitos  mais perigosos é este: o líder é solitário. Se alguém se dedica  inteiramente a servir a igreja, sendo sustentado pela mesma, e vem com  este pressuposto presente, vai cometer um erro: nunca irá procurar  relacionamentos sólidos e saudáveis junto de colegas ou ovelhas.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Gosto de  Jesus! Ele tinha 12 amigos de ministério e pediu até a alguns para  passar um tempo a orar com Ele num dos momentos mais complicados da Sua  vida – antes de ser preso. Jesus mandou os discípulos dois a dois. </span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">O facto de  haver momentos na nossa vida (e não são poucos) em que só Deus nos pode  dar o alento porque a responsabilidade, os desaires, os problemas são  enormíssimos, não é razão para sermos os “super líderes solitários”.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Precisamos  investir em pessoas que partilhem das mesmas lutas que nós para nos  suportarmos mutuamente em oração, em partilha, em ânimo e também  correcção. Não ficamos mais pobres por partilhar as nossas falhas, lutas  e dúvidas com os nossos colegas. Isto só se consegue numa relação, numa  amizade. Isso só é possível num ambiente de confianças mútua que leva  tempo a construir. Não aparece ao acaso.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">É preciso  prudência e sabedoria para escolher pessoas para entrar na nossa vida – e  isso sobe a fasquia quando estamos a falar de ministério, de serviço a  Deus.</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">O pastor João  Martins, numa entrevista que deu há cerca de um ano para a revista Novas  de Alegria disse mais ou menos isto, baseado na parábola da formiga,  contida no livro de Provérbios: “É nos verões da vida que se investe em  bons relacionamentos. Procurar relacionamentos profundos nos Invernos da  vida é como querer aprender a saltar de pára-quedas quando o avião está  a cair.”</span></p>
<p><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">&#160;</span></p>
<p><b style=""><span ms="" trebuchet="" style="font-size: 10pt;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O freelancer]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-freelancer/</link>
         <description><![CDATA[
 

   Ser freelancer... um trabalhador independente. INDEPENDENTE! Isso mesmo! Sem depender de ninguém...

É tão bom ser livre! Não ter patrão a quem prestar contas. Não ter poiso certo de trabalho. Não ter colegas com caras ensonadas à segunda feira para esbarrar no corredor do escritório. Não ter que picar o ponto, aturar maus humores, nem ser obrigado a fazer pausas de apenas 15 minutos. 
Podes pensar que me sinto realmente feliz com tudo o que posso fazer sem restrições, sem limites... mas...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Aug 2010 15:44:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-freelancer/</guid>
         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   <b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ser <i style="">freelancer</i>... um trabalhador independente. INDEPENDENTE! Isso mesmo! Sem depender de ninguém...</span></b></p>
<p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">É tão bom ser livre! Não ter patrão a quem prestar contas. Não ter poiso certo de trabalho. Não ter colegas com caras ensonadas à segunda feira para esbarrar no corredor do escritório. Não ter que picar o ponto, aturar maus humores, nem ser obrigado a fazer pausas de apenas 15 minutos. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Podes pensar que me sinto realmente feliz com tudo o que posso fazer sem restrições, sem limites... mas há o outro lado da moeda... aquele que eu escondo normalmente, porque me chateio só de pensar.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Tenho que pagar mais impostos, segurança social. Estou sujeito às necessidades (ou às não necessidades) daqueles que são os meus clientes directos – as empresas, os particulares. A minha vida tem um planeamento muito irregular, o que não me permite pensar em coisas a médio ou longo prazo – o que inclui compromissos pessoais, como o prato que se enche na mesa.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Sou uma árvore desenraizada, um peixe que tanto está dentro como fora de água... mas esta foi a minha escolha! E sou livre (pelo menos aparentemente).</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">E aparentemente há muitos cristãos <i style="">freelancers </i>por aí... aparentemente livres mas com um défice de comunidade estrondoso. Decidiram por “chatices” no escritório dos relacionamentos ou no balcão das doutrinas fundamentais, sair da família cristã onde nasceram e, depois de andarem a comer à mesa dos vizinhos (aqueles que têm sempre a galinha melhor do que a deles), a petiscar aqui e ali, deixaram que o fastio espiritual tomasse posse e rescindiram contrato com qualquer tipo de congregação. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Ninguém tem nada a ver com a minha vida”, “Não preciso de ninguém”, “Se me perguntam alguma coisa nunca mais vou”, “Estou-me a borrifar para a opinião dos outros”, “Isso era para aquele tempo. O que interessa é que Deus é amor” ou “Agora estou numa fase em que preciso estar longe da igreja” são os falsos argumentos que nos tornam independentes.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">É verdade que as “chefias intermédias” nem sempre são correctas nas suas decisões estratégicas (ou na falta delas). É verdade que os “colegas de departamento” não são anjos com asas escondidas debaixo do casaco domingueiro (isso não existe, meus caros!). É verdade que os relacionamentos humanos dão trabalho, são desafiantes e nos levam a deixar a nossa razão pelo bem comum. É verdade que não há igrejas perfeitas... mas também é verdade que o <i style="">modus operandi </i>da comunidade dos filhos de Deus é a igreja universal que se exprime necessariamente numa comunidade local.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Não existem olhos independentes, braços independentes, mãos independentes. Da mesma forma, não podem existir cristãos independentes. Quem se quer independente, quer-se sozinho, solitário, sem alimento, sem correcção, sem protecção... porque não quer ter o trabalho de olhar para os outros, de pensar que talvez a Bíblia tenha mais razão e mais lógica do que o seu umbigo, que há assuntos e situações que ou se perdoam ou são a nossa carga para sempre – mesmo que gritemos aos quatro ventos que somos independentes. Quem não quer responsabilidades não quer privilégios, certo?</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Eu não quero ser uma cristã <i style="">freelancer</i>... a independência é uma ideia falsa. Uma mentira que nos leva para longe de todos os meios que o Pai criou para sermos cada vez mais parecidos com Ele. Precisamos uns dos outros – com tudo o que isso implica. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Deus fala no lugar secreto e meditação pessoal da Palavra, sim, mas escutarmos as meditações dos nossos irmãos também fazem parte do cardápio. Deus cura as nossas feridas e perdoa-nos, mas o perdão do outro e a aplicação dos curativos é papel de cada membro do corpo de Cristo. Vermos as nossas necessidades supridas pelo suor do nosso rosto – porque Deus nos dá a vida e a saúde para tal – é tão válido quanto cuidarmos de irmãos mais carenciados e sujarmos as mãos em prol daqueles que ainda não sabem que Deus é amor – e precisam vê-lo de forma prática no relacionamento entre os filhos de Deus, nas acções desinteressadas movidas por compaixão que têm para com todos.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Como igreja, sejamos a comunidade que Deus deseja... Aquela comunidade em que os casos difíceis como eu têm espaço para assumir as suas fraquezas (mesmo aquelas que nos dão arrepios na espinha pela visão irrealista de que existem pessoas perfeitas) e espaço para ser acompanhados e transformados, constantemente transformados.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Uma comunidade que nos ajude na infância, na adolescência (muito!) e na maturidade espiritual... e em cada fase do caminhe com Deus, nos ajude a saber onde estamos e para onde vamos. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Uma comunidade que nos corrija na nossa independência de Deus e no excesso de dependência dos outros. Que nos leve a tomar decisões concretas em relação ao Pai, aos outros e à vida. Que permita a espontaneidade mas previna a inconsequência. Que alimente a sabedoria e torne relevante o conhecimento.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Uma comunidade realista, com uma visão bíblica que não penda nem para o “cor-de-rosa” prosperado em dourado utópico, nem para o negro da cinza engendrado numa teologia de vida-purgatório. Onde saibamos ler a Bíblia como ela é e não como inventamos ser. Onde deixemos a Bíblia ler-nos e não quaisquer outros pensamentos – mesmo que possam ser seus complementos.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">E para construir esta família espiritual, a única forma é unir numa comunidade local todos os que reconhecem Jesus como o único caminho que nos leva ao sitio certo, a única verdade que nos dá segurança, a única vida que preenche o espaço que Lhe pertence e dá-nos vida para levar aos outros. Isso inclui os teoricamente dependentes de Deus, os independentes de todos, os demasiado dependentes dos outros... Porque todos estamos no mesmo processo. </span></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Como mensageiro de Deus, dou a cada um de vocês esta advertência: Sejam honestos na avaliação que fazem de si próprios. Que as vossas capacidades de julgar sejam temperadas, dirigidas pela própria fé que Deus vos deu Porque assim como o nosso corpo é formado de várias partes, e cada uma tem uma função própria, o mesmo acontece com o corpo de Cristo. Nós somos todos partes dele, e cada um de nós tem uma função diferente a executar. Por isso também precisamos uns dos outros, e uns aos outros nos pertencemos.</span></b></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Deus ofereceu a cada um a capacidade de fazer bem certas coisas. Assim se Deus vos deu a capacidade de expor os pensamentos de Deus, então façam-no de acordo com a vossa fé. E se a outros Deus deu a capacidade de servir de uma forma prática os seus semelhantes, que o façam num verdadeiro espírito de serviço. Se alguém tiver o dom de ensinar, que o faça com toda a dedicação. Se um outro tem o dom de exortar, que a sua pregação seja de molde realmente a encorajar. Se for uma pessoa com posses, reparta com liberalidade. Se Deus lhe deu a habilidade de governar, faça-o responsavelmente. E se tiver o dom de ser bondoso para com os necessitados, deve fazê-lo com alegria.</span></b></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Que o amor que mostrarem pelos outros seja autêntico. Tenham horror ao mal. Tomem sempre posição do lado do bem. Amem-se uns aos outros com uma afeição verdadeira. Ponham os outros sempre em primeiro lugar. Não sejam nunca preguiçosos no vosso trabalho; sirvam o Senhor com todo o fervor.” </span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">(Romanos 12:3-11, versão “O Livro”)</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><b style=""></b></span></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Foi ele quem deu estes dons à igreja: os apóstolos, os profetas, os evangelistas, os pastores e os ensinadores. A responsabilidade deles é o aperfeiçoamento dos crentes para fazerem o trabalho de Deus e edificar a igreja, o corpo de Cristo, até que assim todos cheguemos à unidade na fé, e ao pleno conhecimento do Filho de Deus, atingindo a maturidade completa conforme o modelo da pessoa de Cristo! Então não seremos mais como crianças instáveis, variando com facilidade de ideias e de sentimentos, influenciados pelos ventos de doutrinas várias que nos empurram ora para um lado ora para o outro, ao sabor de pessoas sem escrúpulos que astuciosamente procuram arrastar as almas para o erro. Em vez disso, seguindo a verdade em amor, que possamos crescer, em todos os aspectos da nossa vida, segundo Cristo, que é a cabeça da igreja. Sob a sua orientação, o corpo inteiro é perfeitamente ligado entre si. À medida que cada parte faz o seu trabalho específico, isso ajudará as outras partes a crescer, para que todo o corpo seja saudável e edificado em amor.” </span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">(Efésios 4:11-16, versão “O Livro”)</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ana Ramalho<b style=""></b></span></p>
</p>
<p></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[PESSOAS - a maior oportunidade da (minha) vida!]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/pessoas-a-maior-oportunidade-da-minha-vida-/</link>
         <description><![CDATA[

  Dedico este texto a todos aqueles que têm sido as mãos de Jesus a tocar as vidas de outros, especialmente a todos os meus colegas que servem no Centro de Apoio Social, no Bairro do Condado, em Marvila, Lisboa (antiga Zona J de Chelas) e na melhor igreja do mundo (aquela de que faço parte) - Assembleia de Deus no mesmo bairro de Lisboa.

Quando ali entrei pela primeira vez mal sabia que poucos meses depois aquela se tornaria a minha “casa”. O bairro tinha uma fama menos boa. As crianças eram...]]></description>
         <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 21:23:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/pessoas-a-maior-oportunidade-da-minha-vida-/</guid>
         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style>  <i style=""><span style="font-family: Arial;">Dedico este texto a todos aqueles que têm sido as mãos de Jesus a tocar as vidas de outros, especialmente a todos os meus colegas que servem no Centro de Apoio Social, no Bairro do Condado, em Marvila, Lisboa (antiga Zona J de Chelas) e na melhor igreja do mundo (aquela de que faço parte) - Assembleia de Deus no mesmo bairro de Lisboa.<br />
</span></i></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Quando ali entrei pela primeira vez mal sabia que poucos meses depois aquela se tornaria a minha “casa”. O bairro tinha uma fama menos boa. As crianças eram como as suas famílias: complicadas... Mas havia alguma coisa especial ali: as pessoas eram tratadas como pessoas, independentemente do seu passado.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Depois daqueles dois ou três dias em contacto com os desafios do trabalho de âmbito social, fiquei apaixonada por aquela “bonita confusão”. Era ali, naquele sítio ao princípio inóspito, nos aromas desconfortáveis e nas histórias de vida desconcertantes que queria estar e era dali que o meu coração falava mais alto, pela boca dilatada na compaixão que Deus fez gerar em mim.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Sei que o meu pé não foi ali por acaso. E sei que, um ano e meio depois do primeiro “aperitivo” estaria prestes a entrar num banquete que ainda não parou... aquela zona, popularmente chamada de J, era vista pelos olhos da esperança que ultrapassa promessas coloridas ou intenções sem concretização. Uma esperança começada por J, de Jesus.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">As histórias de homens, mulheres que entraram pela porta da transformação, através da presença e da palavra de outros homens e mulheres compelidos por transformar o sabor insonso e insípido num apetitoso convite à vida, foram sendo a clara testemunha de que é possível. É possível mudar, se desejarmos, porque Deus já mostrou que quer e pode fazê-lo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Não ignoro que no processo deste ‘enamoramento’ estiveram duas pessoas muito especiais, que me levaram a conhecer o outro lado do conforto dos bancos da igreja, que foram instrumento de Deus no meu desassossego e paixão pelas pessoas – daquele e de outros lugares - os meus colegas de Instituto Bíblico: Miriam e Tiago Pereira. OBRIGADA!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Não escrevo em vão os meus “provérbios pessoais”, mas esta é a minha perspectiva de vida: a maior oportunidade que Deus nos dá são pessoas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Investir no reino de Deus é investir em pessoas. Isso requer não apenas uma verbosidade intencional mas um estilo de vida que, depois de se resolver em Cristo, não fique centrado em si mesmo, mas nos outros. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Porque a maior ambição de Deus são pessoas, a nossa maior ambição deve ser correspondente, se nos dizemos filhos de Deus. O nosso ADN tem que passar pela compaixão e o altruísmo, necessariamente... não para “esconder” os nossos problemas, não para nos sentirmos heróis ou melhores que os outros, não para elevarmos o estatuto social pela penúria do outro ou termos destaque entre os nossos pares, mas simplesmente porque, aos estarmos próximos do Pai, vamos ter a mesma ambição desinteressada que Ele tem: pessoas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Seja na zona de consumo, no vão de escada onde alguém dorme, na mesa de aconselhamento, no café, no sofá confortável lá de casa, no corredor do super-mercado, no piquenique, no passeio pela praia, no hospital ou até no cemitério... as pessoas que se cruzam connosco são oportunidades únicas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O desafio é deixar o comodismo, o egoísmo, o consumismo religioso e o altruísmo de conveniência, mas dar vazão ao amor e compaixão que, inevitavelmente, temos com Deus.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Arregaçar as mangas, suprir necessidades, rasgar o coração. É isso que precisamos. É isso que Deus espera de nós.</span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[5 desculpas para não fazer parte de uma igreja]]></title>
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         <description><![CDATA[
 

   Agora é que é. Vamos dar-te os argumentos infalíveis para nunca mais teres que ir a um culto, a um retiro ou a um evento organizado pela igreja!

Isso mesmo! Não estamos a brincar. Estas desculpas são comuns, e não há argumento que as derrube. Queres ver?
&nbsp;
&nbsp;
DESCULPA 1 – Na igreja só há hipócritas
Ora aqui está uma grande verdade! Sabes, a igreja é composta por pessoas imperfeitas que, ao relacionarem-se com Deus e umas com as outras, estão a crescer, a aperfeiçoa-se, a...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jun 2010 01:00:00 +0200</pubDate>
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         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal">
 <style type="text/css">

</style>   <b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Agora é que é. Vamos dar-te os argumentos infalíveis para nunca mais teres que ir a um culto, a um retiro ou a um evento organizado pela igreja!</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Isso mesmo! Não estamos a brincar. Estas desculpas são comuns, e não há argumento que as derrube. Queres ver?</span>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">DESCULPA 1 – Na igreja só há hipócritas</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ora aqui está uma grande verdade! Sabes, a igreja é composta por pessoas imperfeitas que, ao relacionarem-se com Deus e umas com as outras, estão a crescer, a aperfeiçoa-se, a aprender.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><span style="">&#160;</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ou seja, a igreja é constituída por pessoas como tu e eu. Quem nunca foi hipócrita que atire a primeira pedra.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Em vez disso, seguindo a verdade em amor, que possamos crescer, em todos os aspectos da nossa vida, segundo Cristo, que é a cabeça da igreja. Sob a sua orientação, o corpo inteiro é perfeitamente ligado entre si. À medida que cada parte faz o seu trabalho específico, isso ajudará as outras partes a crescer, para que todo o corpo seja saudável e edificado em amor.” (Efésios 4:15-16, versão “O Livro”)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">DESCULPA 2 – Eu amo Jesus mas não gosto da igreja</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Quando Jesus veio à terra, Ele veio para salvar homens e mulheres de todas as raças, línguas, estratos sociais e épocas. À união dessas pessoas, Jesus chamou Igreja. E Paulo explicou que a igreja é com uma noiva e Jesus um noivo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Agora, pensa nesta ilustração do pastor Isaac Reis (do Ministério AltoSom). “Vivemos tempos em que muitos dizem estar bem com Deus e mal com a Igreja. Isto é um problema. Gostar do noivo (Jesus) e detestar a noiva (Igreja) não dá bom resultado. Não podemos dizer ao noivo que gostaríamos de jantar em sua casa mas não com a noiva não. Creio que a resposta do noivo seria mais ou menos esta: ‘Isso não pode ser! Ela é a minha noiva, é a minha amada! Eu sei que ela ainda não é perfeita, mas é minha! Não posso dissociar a minha presença da presença da minha noiva!’.”<sup>1</sup></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Muitas vezes este é o argumento de pessoas que querem ter o rótulo de cristãos mas não querem viver num compromisso total, em todas as áreas, com Deus e a Sua Palavra... e como é na Igreja que a Palavra é pregada, em assuntos que nós às vezes não gostamos mas precisamos, é precisamente por isso que não querem ir. Queremos viver à nossa maneira, sem restrições, nem limites...</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Se dizes que amas Jesus tens que amar as mesmas coisas que Ele ama... e Jesus ama a igreja. É Ele que a está a construir. “Edificarei a minha igreja; nem as forças todas do inferno nada poderão fazer contra ela.” (Mateus 16:18, versão “O Livro”). Cada vida que encontra Jesus e é transformada faz parte desse edifício. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><span style="">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">DESCULPA 3 – Não tenho tempo para isso</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todos temos 24 horas no dia... O problema são as nossas prioridades. Damos mais tempo àquilo que nos dá mais gozo... ou então estamos tão entretidos que nem damos pelo tempo passar. Queres exemplos? Estar às mensagens, no <i style="">chat</i>, a jogar consola, a ver filmes ou series... enfim. Arranjamos tempo para o que gostamos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Se não conseguimos tempo para nos reunirmos com pessoas que supostamente têm a mesma fé e amam o mesmo Deus que nós, de modo regular, estamos a dizer de forma muito prática que Ele não é a nossa prioridade.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Vejam pois como é que se conduzem: não como gente insensata, antes como pessoas espiritualmente esclarecidas, num mundo que é dominado pelas forças do mal; por isso devem saber dominar o tempo, tirando dele o melhor partido.” (Efésios 5:15-16)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">DESCULPA 4 – Na igreja todos querem controlar a minha vida</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A igreja tem de tudo. Pessoas que estão a iniciar a sua caminhada com Deus, outras que são maturas mas ainda têm coisas a melhorar, outras que são “repetentes” em muitas áreas da vida. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">O nosso problema é não sermos prudentes na confiança que damos. Ou então termos a falsa ideia que todos os cristãos são anjos com as asas escondidas e auréola desligada na presença de terceiros. E quando descobrimos que são humanos como nós, temos uma desilusão!</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Sim, há conflitos. Sim, há pessoas que não têm boas maneiras. Sim, há alguns “curiosos em excesso” e outros que querem tanto ajudar que acabam por ser controladores. Mas são esses que Jesus salvou e deseja aperfeiçoar, na igreja.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A igreja é, como alguém disse, “uma bonita confusão” na qual Deus trabalha, a qual Deus usa e pela qual todos os outros devem conhecer o Seu amor. Se achas errado, não fales comigo. Pergunta a Deus. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">DESCULPA 5 – Ainda não estou preparado</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Se chegaste até aqui na leitura deste artigo, já deves ter percebido que a igreja não é o “clube dos perfeitinhos”. Para fazeres parte da igreja, a única coisa que tens que fazer é dar lugar a Jesus, para que Ele possa mudar a tua vida. Fazes isso ao assumir como estás longe de ser perfeito, confessando os teus pecados, e pedindo que Ele te torne num filho de Deus.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Quando o fizeres estás a entrar na família dos que, sem merecerem, foram salvos de viver eternamente sem Deus, e agora estão na Sua família, aprendendo, crescendo e sendo aperfeiçoados por Ele através de homens e mulheres que Ele deu à igreja, do Seu Espírito e do teu relacionamento diário com o Pai.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; text-transform: uppercase;">Não há desculpas?</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">De facto apresentei 5 desculpas... mas são isso mesmo: desculpas... apenas mostram que como alguém não se quer comprometer com Deus a sério, através do compromisso com a Sua igreja (sim, a igreja é de Deus), pode ter argumento que servem para “adormecer” a consciência.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">São desculpas, não justificações. Uma justificação é bem diferente de uma desculpa... </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Queres uma justificação para fazer parte de uma igreja, a sério? Então aqui vai: a morte de um inocente numa cruz para que tu fosses perdoado, tornando-te igreja.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><sup><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1</span></sup><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> Suplemento <i style="">NA Obreiro, </i>revista <i style="">Novas de Alegria, </i>Julho 2010</span></p>
</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Igrejas pequenas, grandes famílias  ]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/igrejas-pequenas-grandes-familias-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;


   Muito do que escrevo é reflexo do que vivo, do que experimento. Há um ano e meio despoletou-se um processo quase metamorfósico na minha vida, em termos profissionais, ministeriais e eclesiásticos.
O facto de ter mudado de uma igreja média de província para uma pequena congregação de bairro na Capital teve um impacto em muitas áreas da vida e também no modo como hoje encaro o conceito de “igreja”.
Sem mais demoras, o ambiente familiar de uma congregação pequena (com assistência a...]]></description>
         <pubDate>Wed, 02 Jun 2010 00:32:00 +0200</pubDate>
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         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><style type="text/css">

</style>   <b style=""><span style="font-family: Arial;">Muito do que escrevo é reflexo do que vivo, do que experimento. Há um ano e meio despoletou-se um processo quase metamorfósico na minha vida, em termos profissionais, ministeriais e eclesiásticos.</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O facto de ter mudado de uma igreja média de província para uma pequena congregação de bairro na Capital teve um impacto em muitas áreas da vida e também no modo como hoje encaro o conceito de “igreja”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Sem mais demoras, o ambiente familiar de uma congregação pequena (com assistência a rondar as 20 a 35 pessoas), permite mais facilmente a interacção e acompanhamento daqueles a quem, mais do que apenas intitular, devemos tratar por irmãos. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Não defendo tanto o método, pois este pode variar (basta olhar para a igreja do Novo Testamento), mas o princípio bíblico de igreja como família. <b style="">“Mas vocês são uma família escolhida por Deus...” </b>(1 Pedro 2:9a); <b style="">“E assim vocês, gentios, já não são mais estranhos perante Deus, mas membros da família de Deus...”</b> (Efésios 2:19a).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Quando falo em congregações pequenas não quero de modo algum dizer que devemos ficar agarrados ao conceito de manutenção. O Reino de Deus precisa e deve crescer, por intermédio da igreja. No entanto, precisamos usar estratégias e métodos que nos permitam não perder o sentido de corpo, de entreajuda, que supostamente teremos como família de Deus.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Numa sociedade solitária e cada vez mais “eu”soldada, este aspecto de cooperação e estímulo mútuo devem brilhar mais do que nunca nas nossas comunidades, como “a cidade edificada sobre o monte”. A sociedade procura, a igreja tem, e como deve ser!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">A igreja deve ser uma família que respeita as diferentes características dos vários filhos, usando essa complementaridade para o seu crescimento (Efésios 4:1-16). Uma família que festeja a maternidade dia a dia, cada vez que uma nova pessoa se torna filho de Deus (Lucas 15:22-24). Uma comunidade que recebe e acompanha os bebés no seu desenvolvimento e crescimento. Onde os que caem são ajudados a levantar-se e a regressar ao bom caminho, mesmo quando é necessário nos confrontarmos uns aos outros (Gálatas 6:1-5). </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Nesta família somos ensinados a viver de forma a agradar ao nosso Pai amoroso (1 Coríntios 10:31), e a ter um coração agradecido pela graça que o nosso irmão mais velho, Jesus, demonstrou ao tomar o nosso lugar na cruz <b style="">“Nós que fomos purificados por Jesus temos agora o mesmo Pai que ele. E é por isso que ele não se envergonha em nos chamar seus irmãos” </b>(Hebreus 2:11-12a)<b style="">. </b>Uma família que cresce sem perder os laços de amor que formam o seu ADN (João 13:35).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Uma igreja pode ser pequena na dimensão, mas grande na visão. Nada grande começou grande, mas sempre pequeno. A própria humanidade começou com 2 e foi-se multiplicando. Como costumo dizer, “Começar pequeno, sonhar grande”... e trabalhar para isso! </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Precisamos de igrejas que se multipliquem em filhos e filhas espirituais, mas que nunca percam o sentido de comunhão e cuidado. Filhos que cuidem uns dos outros, com os ministérios e dons dados pelo Pai. <span style="">&#160;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Não tenho dúvidas de que Deus deseja que o Seu reino se expanda, que pessoas de todas as origens se cheguem a Ele e sejam transformadas em filhos que O ama... mas tenho dúvidas se eu estou disposta a pagar o preço de sair da mesmice, do “sempre se fez assim”, das tradições culturais, do conforto, para fazer a minha parte, agir e ver Deus transformar pessoas radicalmente. Provavelmente não serei a única com falta de coragem!</span></p>
<p><i style=""><span style="font-family: Arial;">Pai, perdoa a minha falta de coragem, o meu conformismo e apatia perante uma geração que vai ficando cada vez mais prisioneira do sistema do mundo, do seu próprio querer deturpado pelo pecado, das artimanhas do inimigo astuto e disfarçado. Eu preciso de uma renovação diária do Teu Espírito para poder ter a Tua visão. Preciso relembrar como amas a Tua igreja – ao ponto de teres morrido por ela. Preciso continuar a amar os meus irmãos, a fazê-los crescer, a fazer a família de Deus crescer, enquanto me orientas e ajudas a fazê-los ser e andar como família. </span></i></p>
<p><i style=""><span style="font-family: Arial;">Assim seja!</span></i></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Interesse ou manipulação?]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/interesse%20ou%20manipula%c3%a7%c3%a3o-/</link>
         <description><![CDATA[


“Pepsi, 7UP, batatas fritas Lay's e Doritos. Dentro de dez anos, estes produtos vão ter menos 25% de açúcar ou sal na composição nutricional e um corte de 15% nas gorduras saturadas. Pelo menos é este o compromisso assumido pelo grupo norte-americano PepsiCo, a segunda maior empresa de alimentação e bebidas do mundo, que espera aumentar as vendas anuais de 10 para 30 mil milhões de dólares com esta alteração.&#160; Com a iniciativa, a PepsiCo, presente em 200 países, segue o exemplo dos...]]></description>
         <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 11:49:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/interesse%20ou%20manipula%c3%a7%c3%a3o-/</guid>
         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style></p>
<p><i style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Pepsi, 7UP, batatas fritas Lay's e Doritos. Dentro de dez anos, estes produtos vão ter menos 25% de açúcar ou sal na composição nutricional e um corte de 15% nas gorduras saturadas. Pelo menos é este o compromisso assumido pelo grupo norte-americano PepsiCo, a segunda maior empresa de alimentação e bebidas do mundo, que espera aumentar as vendas anuais de 10 para 30 mil milhões de dólares com esta alteração.<span style="">&#160; </span>Com a iniciativa, a PepsiCo, presente em 200 países, segue o exemplo dos concorrentes Con-Agra Foods, Kraft e Campbell Soup, que decidiram agir por iniciativa própria face à ameaça das autoridades de saúde norte-americanas de criar um novo imposto para financiar os custos de saúde associados à obesidade.”</span></i><sup><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1</span></sup></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A obesidade é um dos problemas que as sociedades ocidentais enfrentam. As razões são diversas, mas o facto é verdadeiro e notório. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">O que achei interessante na notícia que destaco foi a reacção das empresas “face à ameaça das autoridades de saúde norte-americanas de criar um novo imposto”. É positivo fazer-se alguma coisa que tenha em vista uma melhoria na saúde da população. Estou de acordo. No entanto, o motivo das medidas, que se subentende pelo contexto capitalista em que vivemos, é que me preocupa.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Isto faz-me reflectir num aspecto menos “comercial” e mais “espiritual”. Será que eu me preocupo realmente com a “saúde” dos meus irmãos? Ou a minha motivação é simplesmente porque “tem que ser” ou “fica bem”, como cristã? </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Pior: será que eles são o alvo da minha preocupação genuína e desinteressada ou são o meio pelo qual eu desejo atingir algo, fazer alguma coisa, por isso é melhor que estejam bem e “tenho” que me interessar?</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Há algum tempo, num momento de conversa com um amigo que regressou ao caminho com Deus, ele na sua simplicidade, perguntou porque é que eu estava a partilhar aquelas palavras com ele. Parei um momento para avaliar as minhas motivações. De facto, qual a minha intenção? </span></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Não façam nada que seja motivado por despique, nem que seja provocado por interesses pessoais. Mas sejam humildes: que cada um considere os outros superiores a si mesmo.”</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> (Filipenses 2:3, versão “O Livro”)</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A falta de autenticidade e a manipulação que satura a nossa sociedade torna difícil distinguir intenções e atitudes. Por um lado, precisamos que Deus nos dê um coração puro, uma compaixão desinteressada e uma abordagem de igual para igual quando lidamos uns com os outros. O tempo e o relacionamento permitem o processo de confiança mútua e abrem espaços para o crescimento, enquanto nos motivamos uns aos outros.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">É necessário, para todos os “veteranos” na família de Deus, humildade na forma como lidam com os “recrutas”. É preciso, de facto, um interesse genuíno pelo nosso irmão, mais do que um interesse corrompido pelo benefício ou projecção que ele, implicitamente, nos vai dar. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">E tenho uma notícia: só conseguimos ir contra a maré de egoísmo e manipulação que nos rodeia se nos ligarmos constantemente à fonte do verdadeiro altruísmo e amor. Nisto, não há formulas mágicas. O relacionamento com Deus ajuda-nos no relacionamento com os outros.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Gosto das palavras de Jesus “<b style="">Tenham o cuidado de viver em mim, e deixem-me viver em vocês. Porque um ramo não pode dar fruto quando separado da videira. Por isso não poderão dar fruto afastados de mim. Sim, eu sou a videira, e vocês são os ramos. Aquele que viver em mim e eu nele produzirá muito fruto. Pois sem mim nada podem fazer. (...) É pois isto o que vos mando, que se amem uns aos outros.” </b>(João 15: 4, 5, 17, versão “O Livro”)</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&#160;</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></p>
<p>&#160;</p>
<p><style type="text/css">

</style></p>
<p class="MsoNormal"><sup><span style="font-size: 8pt; font-family: Arial;">1 </span></sup><span style="font-size: 8pt; font-family: Arial;">Fonte: <i style="">Jornal i</i>, 23 Março 2010, http://www.ionline.pt/conteudo/52277-pepsi-cada-vez-mais-light</span></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Igreja - intenções e outras confissões]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/igreja%20-%20inten%c3%a7%c3%b5es%20e%20outras%20confiss%c3%b5es/</link>
         <description><![CDATA[
 

   Estou prestes a fazer uma confissão que talvez possa ser interpretada por alguns como uma radicalização exacerbada dos factos e uma falta de fé brutal demais para alguém que se diz cristão.Ora, perdoem a minha sinceridade, mas por vezes precisamos chamar as coisas pelos nomes e assumir preto no branco os nossos erros e devaneios. Sei que é inconveniente, mas tem que ser dito. 
&nbsp;
Esta é a confissão: sou imperfeita. “Só isso?!” pode alguém exclamar, indignado por ter desperdiçado do...]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Mar 2010 01:54:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/igreja%20-%20inten%c3%a7%c3%b5es%20e%20outras%20confiss%c3%b5es/</guid>
         <category>IGREJA:SIM!</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   <b><span style="font-family: Arial;">Estou prestes a fazer uma confissão que talvez possa ser interpretada por alguns como uma radicalização exacerbada dos factos e uma falta de fé brutal demais para alguém que se diz cristão.</span></b><span style="font-family: Arial;"></span><span style="font-family: Arial;"><b>Ora, perdoem a minha sinceridade, mas por vezes precisamos chamar as coisas pelos nomes e assumir preto no branco os nossos erros e devaneios. Sei que é inconveniente, mas tem que ser dito. </b></span>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></b><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Esta é a confissão: sou imperfeita. “Só isso?!” pode alguém exclamar, indignado por ter desperdiçado do seu precioso tempo a ler o artigo até aqui. Sim. É isso mesmo: confesso que sou imperfeita... mas há mais.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;"><span style="">&#160;</span></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">UMA CONVERSA DE CAFÉ</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Há meses atrás, numa das muitas “conversas de café” em que me cruzo com gente de agora e de outros tempos, alguém “caloiro” na fé confessava como ao escutar e observar por alguns meses os “veteranos”, achava que, de alguma forma, nós – porque também me incluiu nos “veteranos” – estamos num patamar superior... tipo “anjos sem asas” ou humanos que andam a “flutuar”, como se já a preparar-se para o Céu.Desmistifiquei o melhor que pude a imagem estereotipada que um “cristão caloiro” pintou, acerca dos seus pares. Pelo menos verbalmente. Na prática, não sei se a minha argumentação foi, de facto, convincente.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">No percurso, desde a despedida do “recruta” até agora, os episódios com outros “guerreiros” e “guerreiras” multiplicaram-se. A análise grosseira mas atenta que faço do que ouço e leio por aí é esta: como não nos assumimos imperfeitos em aperfeiçoamento, construímos uma espécie de barreira de protecção que nos impede de sermos uns para os outros o que Deus deseja que sejamos, como igreja.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Conceito complicado? Talvez... de facto, é simples assumirmos as nossas limitações em termos gerais, mas mais difícil falarmos delas. Não falamos dos nossos erros, lutas e misérias, feridas e recalcamentos, porque nos é incómodo, e depois, o tempo que passamos juntos é mais no sentido de alimentar um relacionamento “vertical” (com Deus) e menos “horizontal” (uns com os outros).Mas não estou a falar de relacionamentos que se ficam por respeitosos, polidos e domingueiros... é mais do que isso. É rebentar, com a dinamite do amor que Deus coloca nas nossas vidas, os muros da indiferença, egoísmo, apatia e mornidão que nos impedem de chegarmos ao coração uns dos outros.<b style=""></b></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">“Pois... isso é falta de profundidade bíblica e imaturidade espiritual” opinam algumas mentes. Então, pronto, vamos à Bíblia!<b style=""></b></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">A NOSSA IDENTIDADE </span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Assim, dou-vos agora um novo mandamento: que se amem uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim devem amar-se uns aos outros. O vosso amor uns pelos outros provará ao mundo que são meus discípulos.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (João 13:34-35)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">O amor interpessoal é uma prova da nossa identidade como filhos de Deus, o Pai amoroso... “Deus é amor”, diz a Bíblia e aquele “clássico” que aprendi em criança. Dizemos aos quatro ventos como é essencial desenvolvermos intimidade com Deus para crescermos no relacionamento com Ele. Mas quando se fala nos relacionamentos com os nossos manos, parece que temos mais dificuldade em aplicarmos o mesmo princípio... Argumento fácil? Talvez. Vamos à Bíblia.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“A</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">queles que creram nas palavras de Pedro foram baptizados, cerca de três mil ao todo, e juntaram-se aos outros crentes, participando regularmente no ensino administrado pelos apóstolos, na união fraterna, no partir do pão e nas orações. </span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todos sentiam profundo temor e respeito, e os apóstolos faziam muitos milagres.</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Os crentes encontravam-se constantemente, repartindo tudo uns com os outros,</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">vendendo os seus bens e ajudando os necessitados.</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Cada dia adoravam juntos no templo; reuniam-se em pequenos grupos familiares para celebrar a comunhão, e tomavam as refeições em comum,</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">com grande alegria e gratidão, louvando Deus. A cidade inteira via-os com bons olhos e todos os dias Deus ia acrescentando ao seu número aqueles que se salvavam.” </span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">(Actos 2: 41-47)</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">A comunhão não era APENAS no “culto de Ceia”. A comunhão era a vida normal da igreja. E é nessa relação interpessoal que surgiam as oportunidades de alcance. As pessoas não cristãs admiravam o modo de vida da igreja, porque em tudo o que faziam estavam juntos e unidos...</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">O amor fraternal não é um mero sentimento – reflecte-se em acções concretas. Essa acções desenvolvem-se na interacção e só pode haver interacção se existirem pessoas com disponibilidade, disposição e oportunidade para interagir. A comunhão não é fruto do acaso.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Sendo assim, recebam-se afectuosamente uns aos outros, tal como Cristo vos recebeu a vocês mesmos, e assim Deus será glorificado.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Romanos 15:7)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Procuremos desenvolver entre nós o amor fraternal e estimulemo-nos a fazer o bem. Não descuidemos a nossa participação na comunidade dos crentes, como muitos fazem. Pelo contrário, animemo-nos uns aos outros, tanto mais que vemos aproximar-se o grande momento da sua segunda vinda.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Hebreus 10:24-25)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“E agora, irmãos termino. Alegrem-se, e aperfeiçoem-se em Cristo; encorajem-se uns aos outros. Vivam em harmonia e paz, e o Deus de amor e de paz será convosco.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (2 Coríntios 13:11)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">O amor fraternal desenvolve-se... não funciona automaticamente quando nos cumprimentamos ou chamamos de irmãos. Sim, somos irmãos, e não há nada errado em nos tratarmos dessa forma (embora eu prefira “manos”), mas acima de tudo, devemos tratar-nos de forma prática como irmãos, filhos do Pai amoroso, que nos adoptou pela Sua graça. Em boa verdade, os filhos não devem ser estranhos que partilham a mesma casa, e só lá vão para receber “cama, comida e roupa lavada”. Apenas entrar e sair das reuniões da igreja onde fomos “carregar as nossas baterias”, é viver um cristianismo coxo, egoísta, fácil e distorcido. Jesus não nos chamou para consumir igreja mas para ser igreja (com tudo o que isso implica).</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">UMA VIDA EM FAMÍLIA </span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Porque assim como o nosso corpo é formado de várias partes, e cada uma tem uma função própria, o mesmo acontece com o corpo de Cristo. Nós somos todos partes dele, e cada um de nós tem uma função diferente a executar. Por isso também precisamos uns dos outros, e uns aos outros nos pertencemos.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Romanos 12:4-5)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Por isso não se critiquem mais uns aos outros. Em vez disso, procurem viver de tal modo que nada do que fazem possa levar o vosso irmão a pecar, ou a ficar perturbado na sua consciência.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Romanos 14:13)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Porque afinal toda a lei se resume num só mandamento: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mas se pelo contrário vocês se andam a criticar e a insultar uns aos outros, tenham cuidado, porque dessa maneira podem chegar a destruir totalmente a vida espiritual uns dos outros. E eis o conselho que vos dou: Andem debaixo da direcção do Espírito, e dessa forma não darão satisfação aos apelos dos vossos instintos.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Gálatas 5:14-16)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Em família, na vida diária, acontece de tudo. Os irmãos conhecem-se, no bem e no mal. Somos todos diferentes (o nosso Criador é um artesão de vidas, não um industrial), e por isso, no meio de toda a riqueza da nossa diversidade, vai haver também os desatinos e incompreensões resultados das diferenças. É normal e inevitável. Agora, tudo depende de como resolvemos essas desavenças e divergências de opinião.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Costumo dizer que, quando aceitamos o desafio de Jesus para nos arrependermos e começarmos uma caminhada com o Pai, deixamos de dizer “eu” e passamos a dizer “nós”. Igreja é isso mesmo. Devemos pensar no que é mais saudável e positivo para os nossos manos, e não apenas para aquilo que “me” faz sentir bem.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">SEM MÁSCARAS NEM ORGULHO</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Que o amor que mostrarem pelos outros seja autêntico. Tenham horror ao mal. Tomem sempre posição do lado do bem. Amem-se uns aos outros com uma afeição verdadeira. Ponham os outros sempre em primeiro lugar. Não sejam nunca preguiçosos no vosso trabalho; sirvam o Senhor com todo o fervor.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Romanos 12:9-11)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Respeitem-se uns aos outros porque assim estão a respeitar Cristo.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Efésios 5:21)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Não façam nada que seja motivado por despique, nem que seja provocado por interesses pessoais. Mas sejam humildes: que cada um considere os outros superiores a si mesmo.”</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> (Filipenses 2:3)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Confessem as vossas faltas uns aos outros, e também orem uns pelos outros; assim serão curados. A oração feita por um justo alcançará resultados muito grandes.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Tiago 3:16)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“</span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Meus irmãos, se alguém vier a cometer pecado, aqueles de entre vocês que possuem uma mente espiritual procurem encaminhá-lo com bondade; e sem qualquer sentimento de superioridade, pois cada um de nós está sujeito a ser tentado. </span></b><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Partilhem uns com os outros o peso das vossas dificuldades, e assim cumprirão o mandamento de Cristo. Se alguém se julga importante demais para ajudar a levar os fardos dos outros, está a iludir-se a si próprio.”</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> (Gálatas 6:1-3)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Se algum de vocês se tiver desviado da verdade, e outro o ajudar a voltar, irmãos,<span style="">&#160; </span>lembrem-se disto: aquele que ajuda qualquer pecador a deixar o seu erro salvará essa alma da morte e contribuirá para o perdão de muitos pecados.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Tiago 3:19-20)</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">É fácil atirar pedras para os outros quando eles falham.. mas carregá-los às costas dias, meses e até anos? E quando aquela pessoa da nossa comunidade assume que tem problemas de pornografia, que não se consegue libertar... como é que Paulo diz que devemos fazer? Ajudar alguém sem ver logo o fruto, ainda por cima um irmão na fé?</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Um clima de respeito, afecto saudável, autenticidade, aceitação, compaixão, transformação e cura não se consegue num decreto, num argumento, num “forcing”. É preciso uma cultura de igreja, que nos envolva a todos como Corpo de Cristo, a cooperar para o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis que se vão tornando profundos – em grupos mais pequenos primeiro, e no todo por consequência - e vão dando espaço para o Espírito Santo agir, fazendo cada filho de Deus crescer. </span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Uma cultura cultiva-se, cuida-se, rega-se... e Deus dá o crescimento. &nbsp;enho uma má notícia para quem gosta de “receitas infalíveis”: não é fácil criar nem manter um ambiente assim. Primeiro porque é completamente “anti” a cultura de perfeccionismo aparente que ainda está tão enraizada nos nossos inconscientes e na nossa <i>praxis</i>. Segundo, porque faz-nos abdicar de mordomias, revoluciona as nossas agendas e invade o nosso tempo, a nossa mente com as preocupações com as vidas daqueles que são connosco igreja.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">O exemplo começa em mim. Se quero criar um clima de aceitação, no qual as pessoas possam ser ajudadas na sua caminhada pessoal com Deus, preciso fazer a minha parte. Isto começa por assumir que eu mesma estou num percurso pessoal de conhecer Deus, de experimentar a vida com Ele, de resolver problemas, vigiar tentações e procurar ser continuamente transformada pelo Seu Espírito. Assumir erros, falhas do passado, lutas do presente. Assumir de onde vem a resposta, a paciência, a fé, a paz. Sou imperfeita em aperfeiçoamento!</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Lembram-se do que Paulo disse quando escreveu aos cristãos que estavam em Roma? <b style="">“Não me compreendo: porque na realidade o que faço, sei que não é bom. E aquilo que eu reconheço ser recto, não consigo fazer. E venho a fazer até aquilo que, no íntimo, repudio. E se a minha consciência reconhece como errado isso que faço, ela própria me é testemunha de que são boas as leis de Deus a que desobedeço. Mas não posso evitá-lo, porque já não sou eu mesmo quem faz isso; é o pecado dentro de mim.”</b> (Romanos<span style="">&#160; </span>7:15-17), Paulo assume, a certa altura, que era como todos os que o liam. E eu? Digo isto apenas “eu também” porque a Bíblia o diz, ou assumo-o no meu modo de ver a vida e as pessoas, e nas minhas atitudes práticas de planear, agir, treinar outros? </span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Depois, estar perto das pessoas, como Jesus estava. Isso exige de nós algo que muitas vezes não queremos ter – proximidade suficiente para nos detectarem as cicatrizes e as mazelas. É mais fácil nos escondermos e evitarmos um patamar de intimidade mais profunda. E não estou a falar de termos acesso a tudo o que se passa, tipo PIDE, com câmaras ocultas e escutas - simplesmente sermos amigos, como Jesus era.Mas é nesta comunhão que nos conhecemos, nos podemos estimular, ajudar mutuamente, crescer. A Palavra que partilhamos tem uma importância vital, mas experimentar essa Palavra em conjunto, como Corpo, amplia a sua efectividade e passa de teoria para realismo – tal<span style="">&#160; </span>como a igreja nascente. </span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">UMA BREVE CONCLUSÃO</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Trabalhar com gente não é uma viagem tranquila. Para mim, é mais fácil ir para a biblioteca "devorar" tudo o que se pode e fazer um estudo completo e profundo. É mais fácil – e até me sustenta uma certa pompa e circunstância – encher o currículo com títulos e obrigações, o calendário com reuniões e mais isto e aquilo. É mais fácil bombardear de eventos o meu ano, e depois dizer “Uau! Fiz tantas coisas! Andei tão ocupada com o Reino”. Se eu andasse realmente ocupada com o Reino de Deus, estaria ocupada com pessoas, e tudo seria direccionado para fazê-las entrar, crescer e multiplicar o Reino. Lamento dizer que Jesus não morreu pelo meu plano de trabalho, mas pelas pessoas com que trabalho e para quem trabalho. Jesus não morreu para me encher de cargos, mas para que eu desse a vida por uma carga apenas: vidas. </span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Se não temos uma genuína e desinteressada preocupação pelas pessoas que Deus colocou à nossa volta, neste caso falo de igreja, então temos um problema: nós! Eu sou um problema para o avanço da igreja, de acordo com o que Deus mostra no manual – a Bíblia – quando penso, actuo e proclamo como irrevogável uma ligeira distorção ou grande desvio do que Ele determinou como princípio fundamental. Não precisamos ter medo de assumir que estamos errados... precisamos, sim, temer a perda de ligação, de sentido de pertença, das pessoas que fazem parte do Corpo, pela nossa negligência ou orgulho. </span><span style="font-family: Arial;">É um erro quando o que penso e invento como  projecto, evento, sonho não tem objectivos claros de crescimento  qualitativo e quantitativo do tesouro que Deus me colocou nas mãos -  pessoas.</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b style=""><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></b></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">Para que sejamos igreja, num clima que seja facilitador do crescimento saudável, o modo como organizamos a vida das nossas comunidades, das nossas famílias de cristãos, das nossas congregações, precisa ser intencional. E não precisamos de nenhuma revelação para perceber como estes fundamentos são tão importantes – temos a Bíblia! </span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;">&#160;</p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">E agora? Compreendem a minha confissão? E a vossa? Qual é?</span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><b><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></b><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: Arial;">(Versão de Bíblia usada "O Livro")</span></p>
</p>]]></content:encoded>
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