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      <title><![CDATA[EXPERIMENTA+JESUS - ]]></title>
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      <language>pt</language>
      <pubDate>Sat, 14 Aug 2010 16:43:00 +0200</pubDate>
      <lastBuildDate>Sat, 14 Aug 2010 16:43:00 +0200</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[EXPERIMENTA+JESUS]]></category>
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      <item>
         <title><![CDATA[Soluços e solavancos de um retornado]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/solu%c3%a7os%20e%20solavancos%20de%20um%20retornado/</link>
         <description><![CDATA[
 

  Esbarrei na lama e caí, de cara inteira no chão imundo, de plena vontade, sem um só empurrão. Fiz a minha cama, limitadamente saborosa e &#160;indiscutivelmente assassina da verdadeira liberdade, e nela me deitei, à procura daquilo que tive mas deixei atrás da porta do quarto fechado do meu coração.

Esvaí-me em prazer pelo prazer, em saltos para fazer crescer a minha “alto-estima”, dancei ao ritmo de uma revolta que expelia ódio, mágoa e terror dos meus outros dias – os dias da segurança...]]></description>
         <pubDate>Sat, 14 Aug 2010 16:43:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>  <b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Esbarrei na lama e caí, de cara inteira no chão imundo, de plena vontade, sem um só empurrão. Fiz a minha cama, limitadamente saborosa e <span style="">&#160;</span>indiscutivelmente assassina da verdadeira liberdade, e nela me deitei, à procura daquilo que tive mas deixei atrás da porta do quarto fechado do meu coração</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">.</span></p>
<p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Esvaí-me em prazer pelo prazer, em saltos para fazer crescer a minha “alto-estima”, dancei ao ritmo de uma revolta que expelia ódio, mágoa e terror dos meus outros dias – os dias da segurança e da (a)liberdade aparente. Os dias de barriga cheia, cama e roupa lavada que troquei pela minha vontade. Tudo isto seria evitável mas eu não me evitei. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Passei a soluçar-me do meu destino auto-decidido, a contorcer-me nas minha mágoas e loucuras, a regredir no tempo sem passar do espaço que tenho, entre suínos ensurdecedores e bolotas de acusação que me ferem a consciência e me lembram da minha podridão.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Trago nos braços nada. Trago no coração tudo. Tudo o que vivi nesta minha vaga de fúria infeliz, a pensar que encontraria felicidade alheia às paisagens sossegadas que se me apresentaram antes de tudo isto. Trago todas as marcas, o medo, a vergonha, a frustração, o orgulho, a humilhação, a agonia do resultado das escolhas míopes que fiz. É esta a soma ignóbil que depositarei aos pés de quem me quiser quando regressar.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">E fui. Fiz-me a caminho a tremer de medo, enquanto imagino a vergonha que passarei perante os outros. Do tesouro que derreti sem dó nem piedade, resto eu – nada mais. Dos sonhos que esbanjei à boca cheia quando bati com a porta, restam roupas embebidas em esterco – apenas isso. Dos amigos que tinha quando era o maior do reino na independência, resta a solidão – só.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">É assim que me apresento. É assim que sigo. O estômago desocupado explora um andar aos solavancos, desorientado, desequilibrado. A mente viaja no momento do confronto, do desaire, da sentença. A decisão é pagar. Pagar pelo que voou porque não se pode andar para trás no tempo. É baixar a cabeça nos sarcasmos dos que ficaram e suportar a afronta dos que me trouxeram ao mundo. Bati muito fundo. Parti a louça toda, e agora o que trago são os cacos do meu coração. O mealheiro partido de todas as minhas seguranças, de todas as minha posses, de todas as minhas possibilidades. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“E ainda vinha longe, seu pai, vendo-o aproximar-se, e cheio de terna compaixão, correu ao seu encontro, abraçando-o e beijando-o. O filho disse-lhe: 'Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já nem mereço ser chamado teu filho.' Mas o pai disse aos criados: 'Depressa, tragam o manto melhor que houver em casa e vistam-lho; e ponham-lhe um anel no dedo e calçado novo! Matem o bezerro que estamos a engordar; porque vai haver grande festa, pois este meu filho estava como morto e voltou à vida; estava perdido e tornou a ser achado.' Com isto começou o banquete.” (Lucas 15:20-21)</span></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><span style="">&#160;</span></span></p>
</p>
<p></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Tempestade e Bonança]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/tempestade%20e%20bonan%c3%a7a/</link>
         <description><![CDATA[
 

   
Era um barco
No meio do mar
Sem capitão ou guia
Vivia na tempestade
Bonança: longe de mim
Ondas em fúria
Água que inunda
O barco afunda
O barco afunda&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; 
&nbsp;
Mestre, acalma a tempestade
Com a Tua palavra, a Verdade
Quem é este que até
Os ventos e as águas Lhe obedecem?
Jesus, meu Mestre! Jesus
Jesus, meu Mestre! Jesus
&nbsp;
Sou um barco
No meio do mar
Jesus tomou o leme.
Vivo na bonança
Fúria: longe de mim
Firme e...]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Jul 2010 01:49:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/tempestade%20e%20bonan%c3%a7a/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Era um barco</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">No meio do mar</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Sem capitão ou guia</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Vivia na tempestade</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Bonança: longe de mim</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Ondas em fúria</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Água que inunda</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">O barco afunda</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">O barco afunda<span style="">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Mestre, acalma a tempestade</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Com a Tua palavra, a Verdade</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Quem é este que até</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Os ventos e as águas Lhe obedecem?</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus, meu Mestre! Jesus</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus, meu Mestre! Jesus</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Sou um barco</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">No meio do mar</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus tomou o leme.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Vivo na bonança</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Fúria: longe de mim</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Firme e seguro</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">A rota é certa</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus me leva</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus me leva<span style="">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Mestre, acaba a Tua obra</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Com a Tua palavra, a Verdade</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Quem é este que até</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Os ventos e as águas Lhe obedecem?</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus, meu Mestre, Jesus</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Jesus, meu Mestre, Jesus</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">1994 - Ana Ramalho (letra e música)</span></p>
</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Águarela divina]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/aguarela-divina/</link>
         <description><![CDATA[Um poema que já deu em música (1994)
&#160;

 

   
&#160;
Os dias eram fotografias velhas
Num álbum poeirento, esquecido
A preto e branco, memórias tristes
Tantos momentos perdidos!
&nbsp;
Lá em cima estava a aguarela divina
Que me salpicou
De cores fortes, ardentes
Vida dentro de mim!
&nbsp;
Um filme muito antigo e mudo
Sem qualquer som, grave ou agudo
Movimentos sóbrios, sem definição
Só rotina, sem fascínio.
&nbsp;
Lá em cima estava a orquestra divina
Que sonorizou
Esse filme perdido,...]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Jul 2010 01:03:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/aguarela-divina/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><b>Um poema que já deu em música (1994)</b></p>
<p>&#160;</p>
<p>
 <style type="text/css">

</style>   </p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family: Arial;">Os dias eram fotografias velhas</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Num álbum poeirento, esquecido</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">A preto e branco, memórias tristes</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Tantos momentos perdidos!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Lá em cima estava a aguarela divina</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Que me salpicou</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">De cores fortes, ardentes</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Vida dentro de mim!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Um filme muito antigo e mudo</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Sem qualquer som, grave ou agudo</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Movimentos sóbrios, sem definição</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Só rotina, sem fascínio.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Lá em cima estava a orquestra divina</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Que sonorizou</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Esse filme perdido, tornou-se espantoso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Foi Jesus que o mudou!</span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family: Arial;">1994 - Letra Ana Ramalho, Música Ana Ramalho e Andreia Machado</span></p>
<p>&#160;</p>
<p></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O Semáforo]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-semafoto/</link>
         <description><![CDATA[


&#160;
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o meu pai não é pastor. De facto, ele também trás luz às pessoas, mas de outra maneira!
O meu pai é electricista de profissão. É funcionário de uma empresa subcontratada para tratar de tudo quanto é iluminação pública, sistemas de fornecimento de energia e afins, numa determinada zona urbana (incluindo a montagem e desmontagem das belas luzes de Natal). 
Desde há algum tempo que a tarefa principal do senhor José Ramalho é andar a...]]></description>
         <pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:34:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-semafoto/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style></p>
<p>&#160;</p>
<p><b><span style="font-family: Arial;">Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o meu pai não é pastor. De facto, ele também trás luz às pessoas, mas de outra maneira!</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O meu pai é electricista de profissão. É funcionário de uma empresa subcontratada para tratar de tudo quanto é iluminação pública, sistemas de fornecimento de energia e afins, numa determinada zona urbana (incluindo a montagem e desmontagem das belas luzes de Natal). </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Desde há algum tempo que a tarefa principal do senhor José Ramalho é andar a “inspeccionar” semáforos. De cruzamento em cruzamento, lá anda ele a tratar desses “amigos da segurança rodoviária”. Faz uma limpeza completa, verifica se há algum problema com as lâmpadas e/ou a sequência das três luzes. Para que o trânsito não seja afectado e os acidentes sejam evitados, o trabalho do meu pai é essencial.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Um semáforo descontrolado pode ser muito perigoso. O mesmo acontece quando temos a prioridades trocadas na vida. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Se dermos importância apenas à opinião dos outros, para parecer bem, ser aceite ou não “ficar de fora”, é como ter um semáforo psicadélico sempre a mudar de cor, sem muito sentido, e às vezes com duas cores opostas ao mesmo tempo. Ficamos confusos. É um “pára-arranca” eterno ou então vamos andando sem uma direcção concreta. Acabamos perdidos no caminho, e sempre à espera que alguém decida por nós. E a culpa, dizemos, é dos outros. De facto, é confortável, mas não nos leva a lado nenhum!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Se a nossa vida se resumir a ter tudo e todos centrados em nós, o mais provável é dar em acidente. Colocamos o nosso semáforo no verde, porque queremos fazer as coisas já, à nossa maneira, sem respeitar regras enquanto os outros semáforos seguem a sua sequência. Se calha também estarem no verde, batemos com toda a velocidade e toda a facilidade. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O melhor, mesmo, é chamar não o meu pai mas o nosso Pai. Ele e os dois "sócios” (o Filho e o Espírito Santo) têm as credenciais e o material para limpar e calibrar o semáforo das nossas atitudes e decisões. Podem ensinar-nos a conduzir com segurança pelo Manual do Trânsito da Vida (a Sua Palavra). </span><span style="">&#160;</span><span style="font-family: Arial;">Além disso, Ele conhece os outros semáforos, das outras estradas de vida. Ele sabe sempre o que é melhor para nós, mesmo que achemos, muitas vezes, que o vermelho demora imenso a passar (às vezes anos) ou que o amarelo intermitente seja um empecilho, por não nos permite avançar com a rapidez que gostaríamos. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Mas há uma coisa que nem Deus nem ninguém pode decidir por nós: se queremos [ou não] continuar com o semáforo das intenções e escolhas a precisar de peças, fios ou lâmpadas – quer seja para recuperação ou manutenção.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Não somos <i style="">robots</i> mas pessoas com capacidade para pensar, sentir, agir, escolher. Deus respeita isso mas dá-nos ferramentas e recursos para o fazermos da melhor forma. Aliás, ele tem a capacidade de causar um santo incómodo cá dentro, que nos atrai a Ele e a deixá-lo "repara-nos " de fio a pavio. Talvez por isso O evitemos tanto, à Sua presença, Palavra e igreja quando estamos decididos a ignorar os princípios saudáveis que Ele estabeleceu quando nos criou.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Vemos o cuidado de Deus por aqueles que O seguem estampado no Seu Livro. Querem um exemplo? <b style="">“São pois estes os mandamentos que devem cumprir quando chegarem à terra onde passarão a viver. Foram dados directamente pelo Senhor nosso Deus a mim primeiro, para que os passasse depois a vocês. Se lhes obedecerem, comunicar-vos-ão sabedoria e inteligência.” </b>(Deuteronómio 4:5-6a, versão “O Livro”)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">E tu? Queres dar “sinal verde” a Deus?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&#160;</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><span style="">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </span></span></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Meti água!]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/meti-agua-/</link>
         <description><![CDATA[

Naquela manhã ensolarada de Sábado marquei na minha agenda mental tratar do objecto mais dispendioso que me acompanha em muitas aventuras: o meu carro.
Depois de água, champô, pano do pó e aspirador, estava na hora de alimentar os 68 cavalos do motor japonês. Estava indecisa entre a gasolineira que tinha os preços mais caros e a que pertencia a uma rede de grandes superfícies e tinha tudo mais barato. Fiquei pela segunda e enchi o depósito.
Alguns quilómetros depois estacionei para dar...]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Jul 2010 20:21:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/meti-agua-/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style><b><span style="font-family: Arial;">Naquela manhã ensolarada de Sábado marquei na minha agenda mental tratar do objecto mais dispendioso que me acompanha em muitas aventuras: o meu carro.</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Depois de água, champô, pano do pó e aspirador, estava na hora de alimentar os 68 cavalos do motor japonês. Estava indecisa entre a gasolineira que tinha os preços mais caros e a que pertencia a uma rede de grandes superfícies e tinha tudo mais barato. Fiquei pela segunda e enchi o depósito.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Alguns quilómetros depois estacionei para dar alimento, agora a mim mesma. De regresso à carroçaria vermelha, ambos atestados no sentido nutritivo, estávamos prontos para voltar a casa. Ao tentar fazê-lo, o motor do carro trabalhava, mas não desenvolvia. Uma luzinha aparecia no <i style="">tablier</i> a indicar que havia um problema no motor. Parecia eu nas primeiras horas da manhã antes de tomar um saboroso cafezinho (<i style="">tablier</i> incluído)!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Depois de várias tentativas sem sucesso, acabei por ir a uma oficina. A “entrevista” com um dos funcionários levou à conclusão de que o problema era a gasolina com água. Isso e as impurezas traziam problemas de desenvolvimento do motor e poderiam vir a ser mais graves (e explicou tudo com os respectivos termos técnicos). Basicamente: meti água (literalmente)!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Comprei um aditivo (que me custou mais do que os cêntimos que poupei na gasolina) para aumentar as octanas do combustível. E não é que resultou?! A luz desapareceu e o motor voltou a reagir “nervoso”, como eu gosto!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Mural da história: atestei numa gasolineira <i style="">light</i> no preço que saiu pesada no fim (na carteira e no susto).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Mas a aventura não fica por aqui. Durante a viagem que se seguiu comecei a pensar como fazemos o mesmo em tantas decisões que tomamos na vida, em vários aspectos. Desconfiamos das opções que nos parecem mais dispendiosas e optamos tantas vezes pelas mais baratas... e no que toca à espiritualidade não é muito diferente!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">A mistura esotérica da não renúncia, do não arrependimento e da confissão positiva, do “diga e terá” que é música para os ouvidos, mas acabará por ensurdecer de erros aqueles que a seguem, até morrerem enganados. O mistério de ganhar o Céu por fazer isto, dar aquilo, sacrificar os joelhos ou o coração numa religião enganosa baseada em intermediários de hábito ou gravata, que termina no mesmo precipício eterno, se não acordarem a tempo. O filho de Deus que se “cansa” de estar na casa do Pai, e que se esbanja a ele mesmo numa falsa liberdade, vivendo orgulhosamente independente, mas depois vive infeliz e amargo pela falta de propósito que já experimentou. O estudioso renomado que promete a cruz fácil, o descompromisso leve, o fruto invisível pois “o que interessa é o interior”, sem pensar nas consequências que pode acarretar a diluição da verdade pura e crua de seguir Cristo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Tantas decisões (in)conscientes, que comprometem o nosso futuro e o dos outros! Parece mais fácil e mais barato só que no final, o barato sai caro. E não estamos a falar de automóveis e casas (se bem que há quem as prometa!) mas da maior das riquezas: vidas!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Jesus sabia disso... e Ele, não apenas deu a Sua vida para nos dar propósito, sentido, um relacionamento com Deus e o próximo verdadeiramente saudável. Ele também viveu e ensinou como deveríamos viver.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ouçam as Suas palavras, ainda hoje válidas e relevantes: <b style="">“Só pela porta estreita se pode entrar no céu. A via para o inferno é larga, e a sua porta é ampla bastante para todas as multidões que escolherem esse caminho fácil. Mas a porta da vida é pequena, o seu caminho é estreito, e poucos o encontram.” </b>(Mateus 7:13-14, versão “O Livro”) “<b style="">Ao que Jesus respondeu: Não deixem que vos enganem. Porque muitos virão, dizendo que são o Messias, e levarão bastante gente atrás de si.”</b> (Mateus 24:4-5, versão “O Livro”)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&#160;</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[“Os ‘coelhos’ que Jesus tem na cartola”]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/os-coelhos-que-jesus-tem-na-cartola/</link>
         <description><![CDATA[

   O jogo era importante. A boa escolha dos jogadores essencial. Os jornalistas faziam as suas previsões, tentado adivinhar as surpresas que o treinador traria para o campo.
Os adeptos, ansiosos por ser campeões naquela época, trocavam nomes e tácticas nas conversas de café. Todas as expectativas estavam no “11 final”. Será que o treinador teria algum “truque” para aquela noite? 
Que “coelhos” teria Jesus, o treinador, na cartola? E que “truques de magia” esperamos que Jesus, o Filho de Deus,...]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Jun 2010 12:51:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style>   <b><span style="font-family: Arial;">O jogo era importante. A boa escolha dos jogadores essencial. Os jornalistas faziam as suas previsões, tentado adivinhar as surpresas que o treinador traria para o campo.</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Os adeptos, ansiosos por ser campeões naquela época, trocavam nomes e tácticas nas conversas de café. Todas as expectativas estavam no “11 final”. Será que o treinador teria algum “truque” para aquela noite? </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Que “coelhos” teria Jesus, o treinador, na cartola? E que “truques de magia” esperamos que Jesus, o Filho de Deus, nos apresente?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Às vezes tenho a sensação que procuramos Jesus apenas pelos “truques”, os benefícios que Ele eventualmente nos possa trazer... e é certo que muitas são as bênçãos inerentes ao facto de Lhe rendermos totalmente a nossa vida. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O que questiono é se somos (ou não?) uma espécie de “assistentes de bancada”, à espera que Ele nos “entretenha” com um milagre aqui, um efeito estrondoso ali, um “jeitinho” acolá... Somos ávidos por VER mais do que por confiar. Gostamos de sensações e emoções... e elas fazem parte de nós, sem dúvida, mas viver com Jesus é mais do que isso. Muito mais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Nas ocasiões em que os milagres não surgirem de rajada na vida, será que ainda assim vamos aplaudir o Rei dos reis? Ou destronamos o Seu nome com um coração mimado, de filhos ingratos pelo que Ele fez no nosso lugar – morreu na nossa vez?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Quando tudo à nossa volta se resume a deserto, solidão, caos e sofrimento, continuamos a afirmar-nos adeptos incondicionais, prontos a viver e a dar a vida por Ele, independentemente do momento arrasador que estamos a passar? Ou desertamos, ávidos de uma solução instantânea, à nossa maneira, e, por isso, à nossa medida – imperfeita e limitada?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Tenho visto os milagres de Jesus na minha vida muitas vezes... não sei quantas vezes Ele agiu incógnito, enquanto os meus olhos estavam colocados no palco da previsibilidade. Sei que Ele me ama e é O único digno de toda a minha confiança, mesmo que não O veja, não O sinta, nem O ouça.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Quando conhecemos Jesus na intimidade não somos intimidados pela Sua aparente inércia. Temos uma Carta de Amor inabalável, que alimenta a nossa esperança. Essa Carta é a Palavra de Deus, assinada com o sangue de Cristo. Sangue que regista, sem quaisquer dúvidas, o valor que temos para Deus. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">“Jesus morreu por aqueles que O mataram” (pastor Carlos Fontes). Antes de eu me virar para Jesus já Ele tinha os braços abertos para mim. Perante essa prova não preciso de mais nada – mesmo que ainda assim, Ele me surpreenda com tudo o que eu preciso, quando e como preciso – eu tenho a prova de que, aconteça o que acontecer, a minha vida está segura. </span></p>
<p><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Onde há amor não há medo. Na verdade, o perfeito amor elimina toda a espécie de receio, porque o medo traz consigo a ideia de culpa, e mostra que não estamos absolutamente convencidos de que ele [Jesus] nos ama perfeitamente. A verdade é que nós o amamos porque ele nos amou primeiro.” </span></b><span style="font-family: Arial;">(1 João 4:18-19, versão “O Livro”)</span></p>
<p><b style=""><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Título: Manchete do jornal <i style="">A Bola</i>, 26 de Março de 2010</span></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[“Está tudo bem, senhor Doutor!”]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/esta-tudo-bem-senhor-doutor-/</link>
         <description><![CDATA[
 

   
Entrou no consultório com um sorriso de orelha a orelha. Roupa impecável. Olhar comprometido. Gracejar estudado mas pouco convincente, como se estivesse a querer apenas fazer tempo e sair dali depressa. 
Depois de uma breve conversa, observei aquele paciente com todo o cuidado. Exames, análises e histórico clínico vistos ao pormenor ditaram o diagnóstico sincero: “Está com um problema cardíaco e parece grave. Precisa de ir ao cardiologista com urgência”. 
“Problema? Eu? Não...” disse....]]></description>
         <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 13:57:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/esta-tudo-bem-senhor-doutor-/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   </p>
<p><b style=""><span style="font-family: Arial;">Entrou no consultório com um sorriso de orelha a orelha. Roupa impecável. Olhar comprometido. Gracejar estudado mas pouco convincente, como se estivesse a querer apenas fazer tempo e sair dali depressa. </span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Depois de uma breve conversa, observei aquele paciente com todo o cuidado. Exames, análises e histórico clínico vistos ao pormenor ditaram o diagnóstico sincero: “Está com um problema cardíaco e parece grave. Precisa de ir ao cardiologista com urgência”. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">“Problema? Eu? Não...” disse. “Mas não sente uma dor no peito? Não tem problemas respiratórios frequentes?” perguntei. A resposta foi desconcertante “Isso não é grave. Não tive nenhum ataque cardíaco.” Ainda sem acreditar no que ouvia, reformulei “Mas se os seus exames apontam para um problema no coração... já pensou que pode estar a por em perigo a sua vida?” E o discurso não mudou “Não... Comigo? Nunca! Está tudo bem, senhor Doutor!”</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O pior doente é aquele que, mesmo a morrer, nega o diagnóstico. Prefere apodrecer na sua teimosia a enfrentar o bloco operatório, a dieta, a medicação... e pior do que isto, é quando do médico é Deus e a doença são os nossos pecados.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O Médico dos Médicos, que cura o corpo, quer antes de tudo curar a alma de cada homem, de cada mulher. Deus conhece-nos profundamente. Afinal, Ele criou-nos e sabe que estilo de vida moral, físico e psicológico é mais saudável para nós.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Quando entramos no Seu consultório, tenhamos o bom senso de escutar o Seu diagnóstico, fazer a dieta necessária, tomar a medicação correcta. Há problemas que só Ele consegue resolver com o toque cirúrgico da Sua Palavra, que mesmo quando nos fere é para operar mudança e crescimento, para nos aperfeiçoar em amor.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Se desejamos viver à nossa maneira, e rasgamos na prática a receita médica, evitando aplicar à nossa vida a Palavra de Deus, achando-nos acima de tudo e de todos, perfeitamente intocáveis, como se fossemos detentores de toda a verdade, qual será o nosso destino? </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Caminhamos para a decadência ao fazermos uma auto-medicação moral e espiritual ajustada às nossas conveniências ou permitimos que o diagnóstico amoroso de Deus nos confronte para nos dar vida? </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ao pensar no tema, um jovem universitário afirmou “Assumir a doença é o mesmo que dizer que precisamos de ajuda.... Numa sociedade auto-suficiente a dependência é impensável!” (Eliézer Correia). O facto é que esta independência é tão ou mais perigosa que renegarmos a ajuda dos médicos quando o problema é a nossa saúde. Precisamos dos outros. Precisamos de Deus.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Em vez de vivermos orgulhosamente sós, numa falsa independência, numa concretização efémera, entretidos com a sedução do erro camuflado, talvez tenhamos que nos render e arrepender de estarmos a levar um estilo de vida que renega o plano de saúde total de Deus para o homem.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O arrependimento é um acto de coragem num mundo que se esmera por viver ilusoriamente emancipado. É mudar de direcção assumidamente e estabelecer um compromisso de seguir Cristo aconteça o que acontecer. </span></p>
<p><b style=""><span style="font-family: Arial;">“Mas Jesus, que os ouvira, respondeu: Porque não são os que têm saúde que precisam de médico, são os doentes. Têm de aprender o que significa esta passagem das Escrituras: Mais do que os vossos sacrifícios, quero provas da vossa bondade. Eu vim a este mundo para chamar os pecadores para que se voltem para Deus. Não vim para os que já se consideram a si próprios bons.”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Mateus 9:12-13, versão “O Livro”)</span></p>
<p><b style=""><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA["Branco mais branco, não há!"]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/%22branco%20mais%20branco%2c%20n%c3%a3o%20ha%21%22/</link>
         <description><![CDATA[
 

   Quem não se recorda deste slogan do anúncio de uma marca de detergente (se a memória não me falha)? 
Ainda hoje, se estivermos atentos às publicidades que se cruzam com os nossos olhos, vamos ser surpreendidos por um produto que “lava mais branco”, um outro que limpa com tanta eficácia que até ao passar “o algodão, não engana”... ou podemos ir mais longe e rever um clássico português “A Aldeia da Roupa Branca”.
Posso vestir a roupa mais branca e impecável do mundo, mas ter um coração...]]></description>
         <pubDate>Wed, 19 May 2010 00:00:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/%22branco%20mais%20branco%2c%20n%c3%a3o%20ha%21%22/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   <b><span style="font-family: Arial;">Quem não se recorda deste <i style="">slogan </i>do anúncio de uma marca de detergente (se a memória não me falha)? </span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ainda hoje, se estivermos atentos às publicidades que se cruzam com os nossos olhos, vamos ser surpreendidos por um produto que “lava mais branco”, um outro que limpa com tanta eficácia que até ao passar “o algodão, não engana”... ou podemos ir mais longe e rever um clássico português “A Aldeia da Roupa Branca”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Posso vestir a roupa mais branca e impecável do mundo, mas ter um coração carbonizado, corroído e imundo pelos meus pensamentos. O meu cadastro verbal estar cheio de um palavreado que derruba o outro, desdenha do que erra, blasfema por capricho egoísta não satisfeito. O meu ficheiro de atitudes me faça baixar a cabeça, pelos gestos de revolta, as mazelas de acções contínuas de pouca pureza, o descontrolo que minou a minha sobriedade, a preguiça que me domina, os vícios macabros que me iludem e matam aos poucos. E tudo isto tem um nome: pecado.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Não vale a pena branqueá-lo nas palavras, suavizá-lo nas consequências, dilui-lo no peso eterno que tem. Ele existe e separa-nos de Deus – aquele a quem temos traído em pensamentos, atitudes e palavras.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Honro o comentário deixado no Facebook por Torcato Lopes, colaborador de longa data da revista <i style="">Novas de Alegria </i>“Sabemos, e aprendemos: amar o pecador e odiar o pecado, por isso temos de pregar contra ele: pecado. (...) Pecado é pecado. Às vezes oiço branqueá-lo, e só o sangue de Jesus branqueia o pecado, lembramos Isaías (...)” <b style="">“</b></span><b style=""><span style="font-family: Arial;">Venham então ter comigo e conversemos! - diz o Senhor. Por mais profundas que sejam as manchas do vosso pecado, eu poderei tirá-las, e tornar-vos tão limpos como a neve ao cair. Ainda que essas manchas sejam vermelhas como o carmezim, poderei tornar-vos brancos como a mais branca lã!”</span></b><span style="font-family: Arial;"> (Isaías 1:18, versão “o Livro”).</span><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Só procuramos uma cura quando estamos conscientes da doença, uma resposta quando questionamos, uma limpeza determinante quando a mancha é reconhecida.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ao não assumirmos a realidade dos nossos erros de consequência eterna, privamo-nos de estar perto de Deus – agora e amanhã. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Eu quero ser inundada pelo amor perdoador de Deus. Limpa por dentro pelo sangue purificador de Jesus, para que possa brilhar por dentro e por fora, naquilo que penso, digo e faço.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">As minhas tentativas frustram-se. Os meus métodos caem por terra, mais cedo o mais tarde. Mas a purificação que vem do Pai, através do acto de Jesus ao dar a Sua vida por mim na cruz, resolve o meu problema mais profundo – o pecado.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Quando Jesus faz isso, pela minha escolha pessoal, olho para o meu coração e digo “Branco mais branco, não há!”</span></p>
<p><b style=""><span style="font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Devolução de crianças adoptadas?]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/devolu%c3%a7%c3%a3o%20de%20crian%c3%a7as%20adoptadas-/</link>
         <description><![CDATA[
 

   

Um jornal português acordou-me para um facto que conhecia mas estava adormecido: as crianças adoptadas podem ser devolvidas!
“Em 2009, foram devolvidas às instituições do Estado 16 crianças adoptadas (menos quatro que em 2008). O arrependimento dos casais, que descobrem que afinal não estavam preparados para lidar com um filho, ou a ocorrência de um inesperado divórcio e a falta de entendimento entre as partes quanto à custódia das crianças, são alguns dos motivos alegados para anular...]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 Apr 2010 11:45:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/devolu%c3%a7%c3%a3o%20de%20crian%c3%a7as%20adoptadas-/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   </p>
<p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Um jornal português acordou-me para um facto que conhecia mas estava adormecido: as crianças adoptadas podem ser devolvidas!</span></b></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Em 2009, foram devolvidas às instituições do Estado 16 crianças adoptadas (menos quatro que em 2008). O arrependimento dos casais, que descobrem que afinal não estavam preparados para lidar com um filho, ou a ocorrência de um inesperado divórcio e a falta de entendimento entre as partes quanto à custódia das crianças, são alguns dos motivos alegados para anular a adopção.”<sup>1</sup></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Tentei colocar-me no lugar desses meninos e meninas vindos de realidades tão diferentes, na sua maioria tão difíceis, marcados pela rejeição, pelos maus tratos, equipados sem se darem conta por instintos de sobrevivência redobrados pelas marcas que tão cedo os atingiram.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Agora, depois de um processo, muitas vezes moroso, enquanto estavam a tentar conhecer e reconhecer uma nova (talvez mesmo a primeira) família, são rejeitados de novo, colocados de lado. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ninguém gosta de ser excluído, principalmente daquilo que talvez fosse a sua única esperança. Gostamos de nos sentir incluídos, amados, escutados, queridos pelos que nos são queridos.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todos os seres humanos precisam ser adoptados... Deus não quer apenas ser o nosso criador, quer ser nosso Pai adoptivo. Deus “<b style="">nos predestinou para sermos filhos de adopção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para o louvor da glória da sua graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado [Jesus].”</b> (Efésios 1:5-6)</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Antes de decidirmos entregar-Lhe a nossa vida, temos as consequências da escolha de viver de acordo com padrões que não são saudáveis para nós em vários aspectos desta vida e que comprometem a nossa eternidade. É, de facto, enquanto respiramos que escolhemos que pai eterno queremos (a começar agora): Deus ou Satanás.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Se escolhermos Deus, fiquemos tranquilos. Ele nunca nos irá devolver ao pai tirano, que se disfarça de tudo para nos enganar. Ele nunca nos irá rejeitar porque somos imperfeitos, incompletos. Ele ama-nos e aceita-nos com todas as imperfeições para um caminho de aperfeiçoamento, dia a dia.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ao nos voltarmos para Deus, sabemos que Ele não nos abandona no meio dos problemas mais atrozes, mesmo que venham e nos deixe crescer ao lidar com eles. Não nos lança em rosto o nosso passado, mas confronta-nos amorosamente no presente para que Lhe dêmos permissão para nos transformar, e cooperemos com Ele no processo de “limpar” das nossas agendas, hábitos, conversas, alimentação física e mental, tudo o que não nos convém.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Jesus, a face visível de Deus, veio-nos mostrar como o Pai nos ama... Ele disse <b style="">“Mas alguns virão ter comigo, aqueles que o Pai me deu, e a esses jamais mandarei embora.”</b> (João 6:37 – Versão “O Livro)</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Quem abandonou Deus fomos nós. E a história da humanidade mostra muito bem o trajecto tão distante que temos feito, como indivíduos, como sociedades. Mesmo assim, Ele fez e faz tudo para atrair de novo o nosso coração, a nossa vida.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Deus ama-nos infinitamente. O amor de Deus é uma acção permanente – desde a nossa criação até ao nosso encontro eterno com Ele no Céu. Tudo o que se passa entre esses dois pontos, é um processo em que sempre Ele nos segura nas Suas mãos – se assim desejarmos, se não decidirmos abandoná-Lo.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Podemos viver seguros. Estamos em boas mãos! <b style="">“Mas eu [Deus] respondo: Nunca! Pode uma mulher esquecer-se do seu menino e não ter amor pelo seu próprio filho? Pois mesmo que isso possa acontecer, eu contudo nunca me esquecerei de vocês.”</b> (Isaías 49:15 – Versão “O Livro”)</span></p>
<p><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p>&#160;</p>
<p>
 <style type="text/css">

</style>   
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;" class="MsoNormal"><sup><span style="font-size: 8pt; font-family: Arial;">1</span></sup><span style="font-size: 8pt; font-family: Arial;"> http://www.cmjornal.xl.pt/Noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&amp;contentid=7E362806-E3D9-4023-9D93-83B4AEA9D740&amp;h=1#</span></p>
</p>
</p>
<p></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[A palavra proibida]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/a-palavra-proibida/</link>
         <description><![CDATA[
 

   
Não a digas. É a palavra proibida. É aquele vocábulo que é recusado ou incompreendido quando o escutamos, quando o lemos na impressão tosca de uma velha Bíblia, quando relembramos a nossa herança, ou reconhecemos a nossa natureza.
&nbsp;
A palavra proibida é hoje quase desconhecida. A maioria das pessoas não sabe o seu real significado. Entrou em desuso, enquanto, na prática, a sua fama se multiplica pelo mundo fora numa publicidade enganosa que a trata como virtude e a chama de...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Mar 2010 13:41:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://anaramalho.webnode.com.pt/news/a-palavra-proibida/</guid>
         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
 <style type="text/css">

</style>   
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Não a digas. É a palavra proibida. É aquele vocábulo que é recusado ou incompreendido quando o escutamos, quando o lemos na impressão tosca de uma velha Bíblia, quando relembramos a nossa herança, ou reconhecemos a nossa natureza.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A palavra proibida é hoje quase desconhecida. A maioria das pessoas não sabe o seu real significado. Entrou em desuso, enquanto, na prática, a sua fama se multiplica pelo mundo fora numa publicidade enganosa que a trata como virtude e a chama de liberdade. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Deixámos de mencioná-la e de explicá-la. Com o tempo não passou disso: um conceito que queremos esquecer para não nos incomodar. Temos uma consciência e essa, algures, funcionou como alerta de que era necessário pedir desculpa, fazer uma volta de 180º, arrepender-se e mudar de vida.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ultimamente andamos a tentar desculpar as atitudes com o passado... é verdade que a vida nos molda. Mas também é verdade que na História da humanidade a perfeição, a harmonia e a ausência de atitudes erradas é uma utopia, pelo menos enquanto aquela palavra fizer parte de cada um de nós.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Detestamos pensar que seja possível existir tal conceito que nos leve a assumir que não conseguimos sempre acertar, que o erro nos é natural e que sozinhos continuaremos a agir dessa forma, e a acumular um saldo impossível de pagar, qualquer que seja o volume de acções ou intenções positivas que demos em troca.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Recusamos dizer esse termo porque ficámos convencidos que seria uma invenção atroz de meia dúzia de religiosos, para nos subjugar a seu belo prazer.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">É verdade que muitos têm colocado esta palavra erradamente no rótulo de várias acções. Outros preferem aplicar corrector por cima de todas as vezes que este conceito aparece, dizendo que Deus é bom e não Se importa com o que fazemos ou pensamos. Há ainda aqueles que vivem presos ao vocábulo a vida inteira, pensando que é preciso martirizar-se até à morte para pagar a dívida...</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Pior ainda. Julgamos que essa palavra é uma chantagem criada por Deus para tentarmos agradar-Lhe, como se Ele necessitasse ser bajulado por nós para Se sentir “alguém”. Deus não nos quer destroçar e afrontar. Ele quer relacionar-Se connosco... mas as nossas escolhas, o tal vocábulo proibido, acabou por criar a distância que não nos permite compreender quem é Deus, na realidade.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Deus resolveu acabar de uma vez por todas com a natureza e os efeitos deste conceito na humanidade. Ele veio, na forma de homem, para viver, morrer e vencer de maneira total, completa e definitiva esse tremendo aprisionamento humano. Jesus derrotou aquilo que mais ninguém conseguiu derrotar. Ele fê-lo em nossa substituição. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Precisamos assumir a realidade dessa palavra, mas não ficar por aí. Precisamos lidar com ela e tratar dela da maneira certa. Ouvir Deus para aceitarmos o que Ele fez, através de Jesus, começando um relacionamento que nos ajude a lidar com esse conceito, derrubando a sua posição de primazia na nossa vida. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Pecado – a palavra proibida. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Aquele que não conheceu pecado [Jesus], Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.</span></b><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">” (2 Coríntios 5:21)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ana Ramalho</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><i>in revista Novas de Alegria, Fevereiro 2010</i></span><b style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"></span></b></p>
</p>]]></content:encoded>
      </item>
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