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      <title><![CDATA[EXPERIMENTA+JESUS - anaramalho.webnode.com.pt]]></title>
      <link>http://anaramalho.webnode.com.pt</link>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Fri, 05 Jul 2013 14:16:00 +0200</pubDate>
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      <category><![CDATA[EXPERIMENTA+JESUS]]></category>
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         <title><![CDATA[Uma História que muda histórias]]></title>
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         <description><![CDATA[Ao abrir aquele livro de capa preta, movida pelo desejo de conhecer Deus, ela iniciou uma viagem que jamais iria parar. Envolta por uma educação oficialmente ateia, por um lado, e oficiosamente católica romana, por outro, no meio da adolescência deixou que a Palavra de Deus mudasse a sua história.
Na sinceridade e simplicidade da juventude, buscou a Deus, desejando encontrar alguém ou alguma igreja onde aquela Palavra pudesse ser partilhada, explicada e vivida. E foi com estes pequenos passos...]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Jul 2013 14:16:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ao abrir aquele livro de capa preta, movida pelo desejo de conhecer Deus, ela iniciou uma viagem que jamais iria parar. Envolta por uma educação oficialmente ateia, por um lado, e oficiosamente católica romana, por outro, no meio da adolescência deixou que a Palavra de Deus mudasse a sua história.</strong></p>
<p>Na sinceridade e simplicidade da juventude, buscou a Deus, desejando encontrar alguém ou alguma igreja onde aquela Palavra pudesse ser partilhada, explicada e vivida. E foi com estes pequenos passos que aquela jovem mulher foi marcada por Deus e a sua vida nunca mais foi igual.</p>
<p>Através do testemunho de um colega de trabalho, de alguns vizinhos e amigos, viria a achar uma pequena Casa de Oração onde uma mão cheia de crentes se juntava, chamada “Assembleia de Deus”. Esta caminhada iria marcar a vida dos seus filhos – a minha vida, do seu marido e de outras pessoas que com ela se cruzaram.</p>
<p>Nos últimos meses, ao estarmos envolvidos na preparação das comemorações do Centenário das Assembleias de Deus, deparámo-nos com grandes eventos e acontecimentos, os quais já temos vindo a destacar e que continuaremos a fazer ainda neste número.</p>
<p>No entanto, é delicioso, enquanto desvendamos a nossa História, descobrirmos relatos pessoais e únicos de homens e mulheres tocados por Deus, usados por Ele – como a breve história de conversão e nova vida da minha mãe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O GRANDE LIVRO</strong></p>
<p>A Bíblia pode ser erradamente conotada como um livro de histórias, de fábulas que não aconteceram. Na verdade ela também não é um compêndio de História, embora contenha alguns factos históricos. Ela é, sim, um relato fantástico com muitas histórias reais, e resume a maior delas: o desejo de Deus em que o Homem viva para a Sua glória.</p>
<p>A Bíblia conta como Abraão é chamado por Deus para viver, não mais no seu registo pessoal, mas de acordo com a orientação peculiar de Deus, num plano bem maior do que os poucos anos de vida do homem de Ur dos caldeus.</p>
<p>Revela-nos como a mulher junto ao poço de Jacob, é confrontada, sem dar por ela, com as suas más escolhas e com a necessidade de arrepiar caminho. Jesus é a água da vida que sacia o vazio quase inconsolável do ser humano – e ela experimentou essa vida abundante.</p>
<p>O homem dominado por espíritos imundos é libertado por Cristo. A mulher romana começa a acompanhar Jesus. O religioso judeu procura-O no meio da noite. Os leprosos, considerados imundos e socialmente excluídos, são curados por Ele.</p>
<p>&nbsp;Começando nas páginas da Bíblia Sagrada, e prosseguindo no tempo, vemos Deus intervindo na História e nas nossas histórias. No nosso mundo, pessoal e único. No nosso “eu”, que precisa ser salvo de si mesmo. Na nossa velha e corrompida natureza, que urge ser transformada por Ele. E Ele continua, como no passado, pronto para escrever um novo futuro no guião da nossa vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É POSSÍVEL</strong></p>
<p>Quando escrevo estas linhas, tenho a perfeita noção de como, para alguns dos que me leem, é um desafio pensar que Deus existe e, mais ainda, que Ele Se preocupa connosco, ao ponto de poder mudar o rumo da nossa vida.</p>
<p>Na realidade, a injustiça que presenciamos e que nos faz gritar “<em>Se Deus existe, porque não faz nada?</em>” logo é calada quando nos vemos ao espelho e entendemos que, nós, humanos, somos responsáveis pelas nossas ações e pela maneira como gerimos a nossa liberdade – e como magoamos os outros.</p>
<p>Os nossos recursos são limitados. Somos falíveis e, entregues a nós mesmo, irremediavelmente perdidos... mas há esperança.</p>
<p>Deus chama-nos <strong>“Oh vós, todos os que tendes sede, vinde. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão! e o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e deleitai-vos com a gordura. Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá (...) Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos; volte-se para o Senhor, que se compadecerá dele; e para o nosso Deus, porque é generoso em perdoar.” </strong>(Isaías 55:1-3,6,7, AA)</p>
<p>O que todos precisamos é deixar de lado o nosso GPS avariado, e pedir a Deus para guiar a nossa vida. A Palavra de Deus afirma <strong>“Confia no Senhor e nunca em ti mesmo. Em tudo o que fizeres põe Deus em primeiro, e ele te dirigirá nos teus caminhos. Não te consideres sábio aos teus próprios olhos. Teme ao Senhor e volta as costas ao mal; quando assim fizeres gozarás de saúde e de vitalidade.”</strong> (Provérbios 3:5-8, OL).</p>
<p>Deixe Deus entrar na sua história, reconhecendo como tem falhado, como tem vivido apenas à sua maneira, sem pensar no que o seu Criador deseja para si – ser o ser Pai celestial. Deixe-O mudar a sua vida, como mudou a minha história.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[“O mar pode dar-nos paz”1]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-mar-pode-dar-nos-paz1/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Numa manhã, enquanto lia o resumo dos jornais, fui despertada pelo titulo em cima. No site do Diário de Notícias um pediatra “tem bem noção que se pode e deve aproveitar a ‘nossa enorme costa’ para alcançar algo que ‘nós temos cada vez menos, que é paz’.”1
Como vivi quase toda a minha vida a 10 minutos da praia, sempre gostei de estar perto do mar, mesmo no inverno. Para mim, um bom livro, uma esplanada e o mar são dos melhores ingredientes para uma tarde perfeita.
No entanto, a paz que...]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Jan 2013 14:23:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Numa manhã, enquanto lia o resumo dos jornais, fui despertada pelo titulo em cima. No site do Diário de Notícias um pediatra “tem bem noção que se pode e deve aproveitar a ‘nossa enorme costa’ para alcançar algo que ‘nós temos cada vez menos, que é paz’.”<sup>1</sup></strong></p>
<p>Como vivi quase toda a minha vida a 10 minutos da praia, sempre gostei de estar perto do mar, mesmo no inverno. Para mim, um bom livro, uma esplanada e o mar são dos melhores ingredientes para uma tarde perfeita.</p>
<p>No entanto, a paz que temos cada vez menos, nem sempre se encontra na paisagem costeira. Vêm as ondas bravias de setembro. As tempestades de inverno dão à costa vagas imensas. Pescadores corajosos que, em alto mar, desdobram-se para vencer as tempestades enquanto tentam salvaguardar as suas vidas e os seu ganha-pão. O mar pode transmitir paz na bonança, mas atira-nos a adrenalina e o pavor para altos níveis quando a tempestade vem.</p>
<p>Nestes dias de grandes perturbações sociais, económicas e pessoais, precisamos de paz <em>a sério</em>, independentemente das ondas da vida. Uma paz que não seja fruto de algo exterior, seja calmaria marítima, comprimidos, nem de uma falsa paz interior, pela autoajuda ou outras soluções precárias.</p>
<p>Essa paz precisa ser permanente, eterna, firme, segura e completa. Aos Seus seguidores, Jesus prometeu e promete que em relação ao presente e ao futuro eterno <strong>“a paz vos deixo, a minha paz vos dou. Mas não a dou como a dá o mundo. Não se preocupem nem tenham medo.”</strong> (João 14:27, BPT).</p>
<p>A paz que o Pai de amor planta em nós, desde o momento em que reconhecemos a nossa condição de pecadores, aceitamos que Jesus pagou o nosso pecado, e começamos uma nova vida no poder do Seu Espírito, faz-nos também ser pacificadores. Jesus explicou <strong>“felizes aqueles que se esforçam pela paz, porque serão chamados filhos de Deus.” </strong>(Mateus 5:9, OL)</p>
<p>Essa conquista não se faz apenas com boas intenções, mas através duma predisposição em deixar Deus, através da Sua Palavra e do Seu Espírito Santo, produzir em nós entre outras importantes características, a paz. Paulo diz que o Reino de Deus <strong>“é questão de justiça, paz e alegria no&nbsp;Espírito Santo.” </strong>(Romanos 14:17, BPT) e que <strong>“o fruto que o Espírito produz em nós é: o amor, a alegria, a paz, a paciência, a bondade, a delicadeza no trato com os outros, a fidelidade, a brandura, o domínio de si próprio.” </strong>(Gálatas 5:22, OL)</p>
<p>Os mares da vida podem ser turbulentos. As vagas do dia a dia um desafio contínuo. A costa pode estar calma por momentos. Mas a paz de Deus é constante, permanente e eterna. É Ele quem garante essa paz, como diz a Palavra de Deus <strong>“Tu conservarás em paz&nbsp;aquele cuja&nbsp;mente&nbsp;está firme&nbsp;em ti;&nbsp;porque ele confia em ti.”</strong> (Isaías 26:3, ARC)&nbsp;</p>
<p>Mas, antes de <em>ter </em>a paz de Deus precisamos <em>estar </em>em paz com Deus. Jesus já conquistou essa paz para nós. Quando nos rendemos de alma e coração a Ele e reconhecemos a nossa necessidade de uma vida nova, uma vida <em>em</em> paz e <em>de</em> paz, Ele está pronto para o fazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ana Ramalho Rosa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><sup>1 </sup>“O mar pode dar-nos paz”, <em>Diário de Notícias</em>, 14 de janeiro de 2013, www.dn.pt, consultado a 14 de janeiro de 2013.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA["É de pedir aos céus..."]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/e-de-pedir-aos-ceus-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
“É de pedir aos céus, A mim, a ti e a Deus, Que eu quero ser feliz.”1 Não é este o refrão que se escuta nos olhares desenganados pelos dias, nas vozes que escrevem razões de desesperança, nas letras marcadas pelo ritmo atroz do medo do futuro?
Se a canção dá mote à ficção televisiva, o conteúdo exprime o anseio real do coração. Procura-se a felicidade pessoal mais do que qualquer outra coisa. Espera-se que ela nos chegue de mão beijada, ou pelo nosso extremo esforço.
No meu tempo de...]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Jan 2013 15:53:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“É de pedir aos céus, A mim, a ti e a Deus, Que eu quero ser feliz.”</em><sup>1 </sup>Não é este o refrão que se escuta nos olhares desenganados pelos dias, nas vozes que escrevem razões de desesperança, nas letras marcadas pelo ritmo atroz do medo do futuro?</strong></p>
<p>Se a canção dá mote à ficção televisiva, o conteúdo exprime o anseio real do coração. Procura-se a felicidade pessoal mais do que qualquer outra coisa. Espera-se que ela nos chegue de mão beijada, ou pelo nosso extremo esforço.</p>
<p>No meu tempo de adolescente, recolhi uma publicidade que me acompanha desde essa altura, com a seguinte frase: “<em>quando não sabemos para onde queremos ir, todos os caminhos são errados.” </em>Cada vez que olho para aquela folha, já gasta pela exposição ao sol e pelo tempo, imagino o ritmo frenético em que muitas vezes vivemos, sem saber bem para quê, nem para onde.</p>
<p>A tentativa de encontrar verdadeiro significado e realização vai-se fazendo pela vida fora. Seja através de uma carreira ascendente. Do casamento com o “par perfeito”. Daquilo que se faz em prol dos menos favorecidos. Da fama, do poder, do dinheiro, do prazer. Mas, quando alcançamos aquela posição na empresa, quando nos comprometemos a viver a dois, quando o sucesso financeiro chega, o sorriso daqueles que ajudámos nos mima ou somos estrelas procuradas pelos <em>paparazzi, </em>o “efeito lua de mel” entretanto passa... e volta a insatisfação.</p>
<p>De facto, andamos de um lado para o outro, de um emprego para outro, de uma relação para outra, de uma cidade para outra, de um <em>casting </em>para outro, à procura não sabemos bem do quê. Esta busca que vem desde sempre agarrada ao vazio insatisfeito de cada ser humano é um anseio pela água que mate a sede de paz, pelo pão que sacie a fome de alegria.</p>
<p>Foi o que aconteceu com a mulher samaritana. Depois dum encontro com Jesus, aquela mulher entende que finalmente achou aquilo que precisava, mas não imaginava. <strong>“A mulher disse: Eu sei que há de vir o Messias, chamado Cristo, e que quando vier nos explicará tudo. Então Jesus disse-lhe: Sou eu o Cristo. (...) A mulher deixou o balde junto ao poço e, voltando para a aldeia, disse a toda a gente: Venham ver um homem que me disse tudo o que eu fiz! Não será ele o Messias? Então o povo veio a correr da localidade para o ver.” </strong>(João 4:25-26, 28-30, OL).</p>
<p>Noutra ocasião, Jesus disse: <strong>“O pão verdadeiro é uma pessoa: é aquele que foi enviado do céu por Deus e que dá a vida ao mundo. (...) &nbsp;Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá fome. Quem crê em mim nunca terá sede.”</strong> (João 6:33 e 35, OL)</p>
<p>Jesus é Aquele que satisfaz a nossa alma sedenta, o nosso coração esfomeado. Ele é o caminho que nos leva ao Pai (João 14:6). E, quando arrependidos das nossas escolhas erradas, dos nossos pecados, e desejosos de viver uma vida transformada por Ele, O seguimos faça chuva ou faça sol, sabemos de onde vimos e para onde vamos.</p>
<p>A nossa canção é diferente. Não precisamos pedir para sermos felizes, porque somos mais do que felizes. Temos algo inigualável que Jesus ganhou para nós na cruz – a Salvação. Temos cá dentro a certeza que nos dá paz e tranquilidade – somos filhos de Deus (Romanos 8:16). Temos a alegria do Senhor, que é a nossa força, sejam quais forem as circunstâncias (Neemias 8:10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Ramalho Rosa</p>
<p><sup>1 </sup>refrão de <em>A Máquina (acordou), </em>interpretado pelos Amor Electro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Música que deu origem ao texto:</p>
<p style="text-align: center;"><object data="http://www.youtube.com/v/48cF8InS3RE?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" height="225" width="300"><param name="quality" value="high"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/48cF8InS3RE?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="225" src="http://www.youtube.com/v/48cF8InS3RE?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="300"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Boas notícias!]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/boas-noticias-1/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Se há 70 anos o mundo precisava de boas notícias... o que diremos dos dias de hoje!
Torna-se cansativo ler, escutar ou ver as notícias do dia. Parece que à nossa volta não há nada de agradável a acontecer! O facto é que boas notícias existem... mas, boas ou más, elas são efémeras. Hoje são verdade, amanhã estão desatualizadas.
Na realidade, a única Boa Notícia que não muda e continua válida, permanece poderosamente transformadora. Está carregada do amor perdoador e da justiça divina....]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 14:27:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Se há 70 anos o mundo precisava de boas notícias... o que diremos dos dias de hoje!</p>
<p>Torna-se cansativo ler, escutar ou ver as notícias do dia. Parece que à nossa volta não há nada de agradável a acontecer! O facto é que boas notícias existem... mas, boas ou más, elas são efémeras. Hoje são verdade, amanhã estão desatualizadas.</p>
<p>Na realidade, a única Boa Notícia que não muda e continua válida, permanece poderosamente transformadora. Está carregada do amor perdoador e da justiça divina. Está repleta de esperança e segurança. Está munida de verdade e graça – para todos os que a desejam aceitar como real, essencial e viva: <strong>“Deus amou de tal modo o mundo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não se perca, mas tenha a vida eterna.&nbsp;Não foi para condenar o mundo que Deus lhe enviou o seu Filho, mas sim para que o mundo fosse salvo por ele.&nbsp;Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus.” </strong>(João 3:16-18, BPT)</p>
<p>A igreja nascente partilhou esta mensagem. Ao longo dos séculos, homens e mulheres foram e continuam sendo transformados pelo poder do Evangelho – das Boas Notícias de Deus para a Humanidade.</p>
<p>Nesta edição especial em que celebramos os 70 anos da revista <em>Novas de Alegria, </em>agradecemos a Deus porque as Boas Notícias foram através das suas páginas fielmente espalhadas por muitos recantos do planeta, em que se fala a língua portuguesa.</p>
<p>Num mundo bem diferente do de 1943, esta revista continua a trazer esperança através de testemunhos, artigos e reportagens. Que possamos valorizar e utilizar este meio que Deus tem colocado nas nossas mãos, para fomentar a unidade das igrejas, à volta dos mesmos propósitos: levar a mensagem de salvação a todos, fortalecer a fé dos cristãos, divulgar aquilo que Deus está a fazer no meio da Sua igreja.</p>
<p>&nbsp;Que melhor notícia poderíamos trazer ao nosso país? Que melhor conteúdo poderíamos oferecer àqueles que estão sem esperança, sem paz, desiludidos, tristes, abatidos, doentes, presos a dependências, reféns do abuso do passado? Uma mensagem de reconciliação, esperança e salvação. Esta é a mensagem que temos espelhado mês após mês nas páginas desta revista: <strong>“Deus, por meio de Cristo, reconciliou consigo a Humanidade, não tendo em conta os seus pecados&nbsp;e encarregando-nos de anunciar a palavra da reconciliação.&nbsp;Portanto, somos embaixadores de Cristo e é Deus que exorta por nosso intermédio. Em nome de Cristo vos pedimos, irmãos, que se reconciliem com Deus.&nbsp;Cristo não tinha cometido pecado, mas Deus, para nosso bem, tratou-o como pecador para que nós, em união com ele, pudéssemos ser considerados&nbsp;justos&nbsp;por Deus.” </strong>(2 Coríntios 5:19-21, BPT)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ana Ramalho Rosa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nota: artigo a propósito do 70º anivresário da revista Novas de Alegria, edição janeiro 2013</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Desta é que não estávamos à espera...]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/desta-e-que-n%c3%a3o-estavamos-%c3%a0-espera-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Os meses que antecedem a preparação de um casamento são sempre desafiantes. Há que planear tudo com cuidado. Pensar nos pormenores e prever eventuais atrasos de última hora.

	E foi isso que fizemos. Pensámos no melhor e nos piores cenários. Orámos, procurámos conselheiros e amigos que orassem connosco. Tínhamos uma igreja a orar por nós. Tudo estava a andar sobre rodas... até que aconteceu o inesperado.

	Uma distração, um acidente de automóvel e uma conta impensável a menos de 3...]]></description>
         <pubDate>Thu, 15 Nov 2012 23:38:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Os meses que antecedem a preparação de um casamento são sempre desafiantes. Há que planear tudo com cuidado. Pensar nos pormenores e prever eventuais atrasos de última hora.</strong></p>
<p>
	E foi isso que fizemos. Pensámos no melhor e nos piores cenários. Orámos, procurámos conselheiros e amigos que orassem connosco. Tínhamos uma igreja a orar por nós. Tudo estava a andar sobre rodas... até que aconteceu o inesperado.</p>
<p>
	Uma distração, um acidente de automóvel e uma conta impensável a menos de 3 semanas do casamento. Além do <em>stress</em> normal destas alturas, tínhamos agora que digerir o imprevisto amargo. O que fizemos de errado? Será que tínhamos alguma lição para tirar? E o embate no nosso orçamento, como iria ser? Nos dias após o acidente, apesar de toda a agitação e reboliço que havia dentro de nós e à nossa volta, vieram à minha mente muitas verdades bíblicas que colecionei ao longo da vida.</p>
<p>
	As lutas e as provas são inerentes à nossa condição humana – quer sejamos filhos de Deus ou não. Às vezes apenas temos que confiar em Deus, mais nada – e essa é a única lição a guardar.</p>
<p>
	Para quê então confiar em Deus? Valerá a pena seguir Cristo? A resposta é SIM, vale a pena. A grande questão está na nossa confiança real e não apenas “formal”. O salmista afirmou também <strong>"Deixa os teus cuidados ao SENHOR e ele te fortalecerá, pois não deixará que o justo sucumba para sempre"</strong> diz o Salmo 55. O problema é quando, depois de orar e "lançar" os nossos fardos nas Suas mãos, acabamos por pegar neles de novo. A nossa oração precisa ser acompanhada de confiança, fé em Deus. Temos que lançar e largar. Aí, Ele vai fortalecer-nos porque assumimos que não conseguimos na nossa força, mas Ele é o nosso sustentador.</p>
<p>
	Quando entregamos a nossa vida a Cristo e deixamos que Ele nos guie em todas as coisas, a nossa confiança também é testada para ser aperfeiçoada. Confiar que Deus está connosco e controla as circunstâncias por nós incontroláveis não nos pode fazer adormecer nos pastos verdejantes da “boa vida”. Afinal, Ele também nos acompanha <strong>quando</strong> passamos pelo Vale da Sombra da Morte e não <strong>se </strong>passarmos. Esquecemo-nos disso com frequência, mas o terror da passagem pela profundidade das agonias da vida leva-nos a acordar para a realidade e a escolher. Quando as nossas forças se esgotam e parece que não há nada a fazer, ou desesperamos ou esperamos em Deus. Não há outra hipótese.</p>
<p>
	Estas são verdades que podem ser rotuladas de chavões ou frases feitas, sem valor. Na realidade, quando observamos a vida de Job, Abraão, Moisés, Paulo, e do próprio Jesus, temos mais que argumentos suficientes para suportar esta ideia: precisamos confiar inteiramente em Deus. Afinal, se consideramos a Palavra de Deus como inspirada e verdadeira, como podermos dizer que Deus nos abandonou ou não nos ama simplesmente porque estamos numa determinada circunstância? Jesus explicou muito bem aos que O seguiam quando andou entre nós <strong>“Não andem preocupados a dizer: ‘Que havemos de comer? Que havemos de beber? Que havemos de vestir?’ Os pagãos, esses é que se preocupam com todas essas coisas. O vosso Pai celestial sabe muito bem que vocês precisam de tudo isso. Procurem primeiro o reino de Deus e a sua vontade e tudo isso vos será dado. Portanto, não devem andar preocupados com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia a sua dificuldade.” </strong>(Mateus 6:31-34, versão “A Bíblia para Todos”)</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Palavras esbanjadas de uma pobre criatura]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/palavras-esbanjadas-de-uma-pobre-criatura/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Sem teto nem abrigo. Sem moda nem traje acetinado. Sem obesidade, mas vivendo morbidamente pelos cantos da cidade.

	De olhar longo e acolhedor, no meio dos trapos velhos, esperava o momento atabalhoado do banho, da sopa quente, do aperto de mão caloroso na entrada do albergue. Uma rotina de quem se perdeu na vida e se reencontrou na dependência dos outros – para o básico e o trivial.

	Sem as luzes da ribalta que sonhou. Sem o sucesso profissional de antes. Sem os mares de gente que...]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Sep 2012 16:51:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Sem teto nem abrigo. Sem moda nem traje acetinado. Sem obesidade, mas vivendo morbidamente pelos cantos da cidade.</strong></p>
<p>
	De olhar longo e acolhedor, no meio dos trapos velhos, esperava o momento atabalhoado do banho, da sopa quente, do aperto de mão caloroso na entrada do albergue. Uma rotina de quem se perdeu na vida e se reencontrou na dependência dos outros – para o básico e o trivial.</p>
<p>
	Sem as luzes da ribalta que sonhou. Sem o sucesso profissional de antes. Sem os mares de gente que aplaude as palavras, os sons, as imagens ilusórias deste mundo mergulhado no consumismo atroz, fornecedor de um conforto efémero, ladrão da paz. Pobre. Dependente.</p>
<p>
	Quero ser como esse mendigo. Dependente do Teu abraço, da Tua provisão, do Teu amor. Quero vaguear sem outra satisfação que não seja a Tua presença. Quero ter-Te conhecer, acima de tudo. Desesperada por Ti.</p>
<p>
	Sei que não vou mendigar o Teu amor, pois esbanjaste-o à frente de todos, quando o Teu Filho morreu por mim, morreu por nós. Sei que não o mereço, mas desejo entrar na porta que me abriste: para a salvação de mim mesma, para o resgate da minha dívida pecaminosamente pesada, para um novo rumo, apertado mas destinado ao que mais desejo – estar Contigo.</p>
<p>
	Perdoa a minha frágil independência, o meu excesso de autoconfiança, ou de “outro-confiança”. Quero chorar amargamente, copiosamente, pela minha teimosia e orgulho. Quero descalçar-me na Tua presença, e ajoelhar-me perante Ti, sem nada a esconder, sem ponta de hipocrisia ou fingimento.</p>
<p>
	Quero admitir todos os dias que a Tua misericórdia, renovada a cada manhã, é a causa de eu ainda andar entre os viventes. Que a Tua Palavra, que não muda, é o motivo pelo qual me posso guiar, em segurança – na Tua segurança.</p>
<p>
	Quero honrar-Te, esperando por Ti – e apenas por Ti - no Teu tempo e na Tua maneira peculiar de me surpreender, tantas vezes fazendo-me (re)aprender a ver pelo microscópio da Tua Palavra o meu coração, e diagnosticar o óbvio: preciso ainda deixar-Te rasgar aquilo que não interessa na minha vida.</p>
<p>
	Que o que me entregaste nas mãos – a minha vida, o meu tempo, a minha família, o meu ministério - seja usado para Tua glória. Que cada pensamento, cada palavra e ação, seja dedicada a Ti. Que, no meio da bonança, exprima na minha boca aquilo que preenche o meu coração: a Tua presença, a Tua vida, a Tua alegria em mim.</p>
<p>
	&nbsp;Como um mendigo, sem recursos, sem propriedade, quero depender do Teu conselho, do Teu amor, da Tua Palavra. Quero mostrar quem é o meu Pai do Céu. Quero que saibam quem me comprou com o Seu precioso sangue, Cristo, de quem sou propriedade.</p>
<p>
	Ajuda-me a morrer para mim mesma, e a viver para Ti, sem restrições ou limites.</p>
<p>
	<strong>“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.” </strong>(Mateus 5:3 e 4)</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Ana Ramalho</strong></p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Crise Nobel]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/crise-nobel/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	“Valor monetário dos prémios [Nobel] vai ser reduzido em 20% este ano, anunciou a fundação que anualmente distingue homens e mulheres que se notabilizam pelo seu trabalho em prol da Humanidade.”1 

	A crise fez o seu percurso: passou pela classe média, sacrificou os menos abastados e também chegou aos bolsos dos mais ricos. Até os prémios Nobel têm reduções, impostas pela conjuntura.

	Mas uma conjuntura mais ampla e perigosa enterrou-nos no pântano do desespero. Quem muito tem, mais...]]></description>
         <pubDate>Tue, 12 Jun 2012 13:31:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>“Valor monetário dos prémios [Nobel] vai ser reduzido em 20% este ano, anunciou a fundação que anualmente distingue homens e mulheres que se notabilizam pelo seu trabalho em prol da Humanidade.”<sup>1</sup> </strong></p>
<p>
	A crise fez o seu percurso: passou pela classe média, sacrificou os menos abastados e também chegou aos bolsos dos mais ricos. Até os prémios Nobel têm reduções, impostas pela conjuntura.</p>
<p>
	Mas uma conjuntura mais ampla e perigosa enterrou-nos no pântano do desespero. Quem muito tem, mais quer... e “os mercados” são o nome pomposo para um sistema assente na ganância. Esta sede por mais posses excede a simples ambição, pois governa o mundo e desgoverna-nos a vida.</p>
<p>
	O homem procura satisfazer-se no<em> ter</em>, porque não consegue – ou não quer – preocupar-se com o <em>ser</em> . Como humanidade deixámos de adorar Deus. Decidimos convencer-nos e convencer os outros (a começar pelos meninos na escola) que somos resultado do acaso e vamos para o acaso... Isso levou-nos a viver o presente, para esquecer a falta de esperança em relação ao futuro. Aos crentes em Roma, Paulo explica: <strong>“Desde a criação do mundo que os homens entendem e claramente veem, através de tudo o que Deus fez, as suas qualidade invisíveis - o seu eterno poder e a sua natureza divina. Não terão, portanto, desculpa de não conhecer Deus. Pois ainda que tendo conhecido Deus, não o adoraram como Deus e nem sequer lhe agradeceram todos os seus cuidados diários. Antes começaram a formar ideias absurdas. O resultado foi que as suas mentes insensatas se tornaram obscuras. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E então, em vez de adorarem o Deus glorioso e eterno, fizeram para si próprios ídolos com a forma de homens mortais, de aves, de quadrúpedes e de répteis.&nbsp;(...) Em vez de aceitarem a verdade de Deus, preferiram a mentira. Honraram e serviram coisas que são criadas em vez do próprio Criador, que é louvado eternamente. Amém.” </strong>(Romanos 1: 20-23, 25; versão “O Livro”).</p>
<p>
	Preferimos ser escravos do sistema consumista e materialista que criámos, do que servir a Deus. O resultado, está à vista... Timóteo recebeu o aviso do seu mentor, Paulo, <strong>“A raiz de todos os males é a ganância do dinheiro. Levados por ela, muitos perderam a fé e meteram-se em grandes aflições.” </strong>(1 Timóteo 6:10; versão “A Bíblia para Todos”).</p>
<p>
	Um outro perigo subtil, que pode “atacar” até mesmo os cristãos mais sinceros é vivermos consciente ou inconscientemente com este princípio: Deus existe para ser adorado, não por aquilo que Ele <em>é </em>mas por aquilo que Ele nos <em>dá. </em>Deus existe para nos satisfazer, como um génio da lâmpada, mas com um número ilimitado de desejos possíveis. O egoísmo pode minar a nossa relação com Deus, ao ponto de vivermos um cristianismo destorcido, no qual cometemos o mesmo pecado: trocamos o Deus das bênçãos pelas bênçãos de Deus.</p>
<p>
	Os que negam a existência de Deus, precisam buscá-Lo com sinceridade. Os que sabem que Ele existe, mas vivem como se Ele não existisse, precisam negar-se a si mesmos e viver apenas para Ele. Os que vivem um cristianismo interesseiro, precisam rever as suas prioridades e voltar a amar Deus acima de todas as coisas, em vez de amar todas as coisas que Deus dá.</p>
<p>
	O ato mais <em>nobel</em> que podemos ter é aceitar o convite de Deus<strong> “Buscai-me, e vivei.” </strong>(Amós 5:4b).</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Ana Ramalho</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<sup>1 </sup>www.publico.pt</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[“E isto não é uma promoção...”]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/%e2%80%9ce-isto-n%c3%a3o-e-uma-promo%c3%a7%c3%a3o-%e2%80%9d/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	A euforia foi extrema, gerou o caos no momento, a inspeção na sequência, humor e desamores nas imediações. Uma promoção bombástica transformou um calmo feriado numa avalanche de consumismo no meio de uma crise económica.

	Não sou contra as promoções e as reduções. Quando as empresas seguem regras de boas práticas e são honestas, o cliente tem mais possibilidade de escolher e (aparentemente) pagar menos. O que me preocupa é o estado de histeria a que chegámos... tudo por causa de uma...]]></description>
         <pubDate>Mon, 07 May 2012 15:59:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>A euforia foi extrema, gerou o caos no momento, a inspeção na sequência, humor e desamores nas imediações. Uma promoção bombástica transformou um calmo feriado numa avalanche de consumismo no meio de uma crise económica.</strong></p>
<p>
	Não sou contra as promoções e as reduções. Quando as empresas seguem regras de boas práticas e são honestas, o cliente tem mais possibilidade de escolher e (aparentemente) pagar menos. O que me preocupa é o estado de histeria a que chegámos... tudo por causa de uma promoção. As imagens e comentários nos media, nas redes sociais, no café da esquina ou no elevador revelaram como, quando estimulados com a ‘cenoura’ do Euro, podemos romper com boas maneiras, ser mal-educados e até violentos.</p>
<p>
	Afinal, somos tão volúveis, tão controláveis pelo benefício instantâneo, pela ganância, pelo egoísmo, que nem nos apercebemos disso. Tropeçamos no colega de trabalho na ânsia de por no carrinho de compras a nossa subida na carreira; abandonamos a família por causa de aproveitar a promoção duma aventura romântica que nos ilude nas primeiras semanas de emoção; ficamos na fila para o sorteio europeu, anos a fio, à espera que o dinheiro faça a nossa vida florescer - andamos a correr para onde nos mostram vantagens, benefícios e uma efémera felicidade, mas continuamos descontentes.</p>
<p>
	Há um mundo à nossa volta que nos entretém mas que não cala a voz do coração, num vazio que não há promoção, prémio ou atração que preencha. Estamos tão cheios das nossas escolhas, dos nossos apetites, do nosso ‘eu’, que esse som de embalo do imediatismo, funciona como um analgésico que tira a dor mas não cura a alma, apenas a adormece. Como uma droga domina o corpo, corrói a mente e enfraquece o espírito, e pede sempre mais.</p>
<p>
	Se em vez de procurarmos uma felicidade aparentemente barata, ao alcance de alguns euros e cedências morais, procurássemos a verdadeira alegria, disponível gratuitamente, com garantia vitalícia? Jesus não esperou uma promoção para nos comprar. Ele pagou com tudo - com a vida - por todos e por cada um, o preço da nossa vitória, da nossa liberdade. E Ele oferece GRATUITAMENTE a nossa reconciliação com Deus, para uma vida abundante e eterna. Ao reconhecermos como temos vivido dominados pelo nosso ‘eu’, Jesus dá-nos uma nova vida: a oportunidade de viver com Ele e para Ele, confiando na Sua provisão e contentando-nos com a Sua alegria intemporal na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, sabendo que a morte não nos separa, mas é a porta para a vida eterna.</p>
<p>
	Se quando nos mexem na carteira e nos "dão" 50% de desconto por coisas tão efémeras, mesmo que necessárias, nos entusiasmamos... onde está a nossa euforia&nbsp;em anunciar que Ele já pagou 100% da nossa incontável dívida de erros, falhas, pecados, incongruências e, pior de tudo, uma vida de costas voltadas para a Sua graça e amor? Essa é a melhor de todas as notícias. E não é uma promoção... é uma oportunidade aberta até que Ele volte ou que deixemos de respirar.</p>
<p>
	<strong>“Porque é pela graça que estão salvos, mediante a fé. E isto não é mérito vosso, é dom de Deus. Não vem das obras para que ninguém se glorie. Pois somos obra das suas mãos, criados em Cristo Jesus para vivermos na prática das boas obras, as quais de antemão Deus preparou para nós.” </strong>(Efésios 2:8-10, versão “A Bíblia para Todos”).</p>
<p>
	<strong>“É que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, que é homem e deu a vida por todos (...)” </strong>(1 Timóteo 2:5-6a, versão “A Bíblia para Todos”).</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O caixão abandonado ]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o-caix%c3%a3o-abandonado-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	“A idosa chinesa foi encontrada imóvel na cama, duas semanas depois de se ter ferido na cabeça. Foi dada como morta, mas acordou cheia de fome, seis dias depois”1

	A senhora de 95 anos foi encontrada pela vizinha “deitada na cama, sem respirar nem dar sinais de vida. Não conseguiram reanimá-la, foi declarada morta e (...) colocada num caixão para que os familiares se despedissem.”1 Na véspera do funeral, encontraram o caixão vazio e descobriram a senhora em casa, a cozinhar...

	A...]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Apr 2012 16:42:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	“A idosa chinesa foi encontrada imóvel na cama, duas semanas depois de se ter ferido na cabeça. Foi dada como morta, mas acordou cheia de fome, seis dias depois”<sup>1</sup></p>
<p>
	A senhora de 95 anos foi encontrada pela vizinha “deitada na cama, sem respirar nem dar sinais de vida. Não conseguiram reanimá-la, foi declarada morta e (...) colocada num caixão para que os familiares se despedissem.”<sup>1 </sup>Na véspera do funeral, encontraram o caixão vazio e descobriram a senhora em casa, a cozinhar...</p>
<p>
	A verdade é que quando algum familiar ou amigo próximo morre, e começamos o processo de luto, o que menos esperamos é que volte à vida, mesmo que o desejássemos. A nossa esperança de reencontro na eternidade com Deus, para os que antes decidiram viver nessa qualidade de vida e ansiaram esse destino, é-nos assegurada pela Palavra de Honra de Deus, nas páginas da Bíblia Sagrada. Ficam as recordações, as lições, o exemplo e a saudade.</p>
<p>
	Há uma “outra morte” que se espera ser também permanente. Chama-se a morte do “eu”, da nossa carne, da tendência que temos de sermos senhores de nós mesmos, dominados pelos nossos desejos, ávidos a nos deixarmos seduzir pelo sistema de valores e princípios de vida da sociedade, a iludirmo-nos pela falsa liberdade que um inimigo dominador, enganador e astuto nos vende ao pouco desbarato.</p>
<p>
	Esta morte é simbolizada pelo batismo. Paulo explicou à igreja em Roma<strong> “Não sabem que todos nós, os que fomos batizados para estarmos unidos a Jesus Cristo, ficámos unidos com ele na sua morte?&nbsp; Pelo batismo, fomos sepultados com Cristo e tomámos parte na sua morte. Assim podemos viver também uma nova vida à semelhança dele que ressuscitou da morte pelo poder divino do Pai. Se estamos unidos a ele por uma morte como a sua, também havemos de estar unidos a ele na passagem da morte à vida. Sabemos que aquilo que nós éramos antes morreu com Cristo na cruz, para ser destruído o que em nós havia de mal e para não sermos mais escravos do pecado.” </strong>(Romanos 6:3-6, versão “A Bíblia para Todos”).</p>
<p>
	A questão é esta: enquanto ainda estamos neste mundo, temos uma luta interior entre o nosso “eu” (e afins) e a vontade de Deus. Muitas vezes, como a senhora chinesa de 95 anos, as pessoas vão ver o nosso “eu” fora do caixão que prometemos não abandonar. Vamos ter atitudes que revelam como o nosso coração ainda está em processo de transformação. Vamos ter que nos arrepender, pedir a Cristo que nos perdoe e que trabalhe nessa(s) área(s) da nossa vida.</p>
<p>
	Caro leitor, querida leitora, não desanime! Continue a entregar diariamente a sua vida a Cristo. Lembre-se de que Ele é o único que nos pode ajudar. Ele venceu o pecado e a morte. Temos um Salvador compassivo, um Advogado maravilhoso sempre, um Senhor vitorioso que nos dá todos os recursos para vivermos e não esconde as exigências deste caminho estreito, apertado mas com um fim glorioso.</p>
<p>
	<strong>“Estou convencido de que Deus, que convosco começou a sua boa obra, continuará a aperfeiçoá-la até ao dia de Cristo Jesus.” </strong>(Filipenses 1:6, versão “A Bíblia para Todos”).</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Ana Ramalho</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<sup>1 </sup><a href="http://visao.sapo.pt/idosa-sai-do-caixao-seis-dias-depois-de-ter-sido-dada-como-morta=f649777#ixzz1sy4A86uC">http://visao.sapo.pt/idosa-sai-do-caixao-seis-dias-depois-de-ter-sido-dada-como-morta=f649777#ixzz1sy4A86uC</a></p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O Capitão náufrago]]></title>
         <link>http://anaramalho.webnode.com.pt/news/o%20capit%c3%a3o%20naufrago/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Estou fora do barco, a vê-lo afundar-se. Não são 4.229 pessoas, mas uma só, que está a morrer aos poucos.

	Fui o Capitão, em todas as marés da vida. Suportei o calor abrasador das tentações, a brisa suave da alegria, os tumultos tempestuosos das vagas deste mar passageiro de dias.

	Fui o Capitão que, a convite do dono, subiu para o barco e tomou o comando. Tracei o rumo dos seus dias, apanhei as melhores correntes, lancei a bom tempo as velas, vaguei pelo Mapa dos mapas até ao...]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 Jan 2012 17:11:00 +0200</pubDate>
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         <category>EXPERIMENTA+JESUS</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Estou fora do barco, a vê-lo afundar-se. Não são 4.229 pessoas, mas uma só, que está a morrer aos poucos.</strong></p>
<p>
	Fui o Capitão, em todas as marés da vida. Suportei o calor abrasador das tentações, a brisa suave da alegria, os tumultos tempestuosos das vagas deste mar passageiro de dias.</p>
<p>
	Fui o Capitão que, a convite do dono, subiu para o barco e tomou o comando. Tracei o rumo dos seus dias, apanhei as melhores correntes, lancei a bom tempo as velas, vaguei pelo Mapa dos mapas até ao melhor dos destinos.</p>
<p>
	Fui o Capitão sem gancho, mas agiu com permissão, que celebrou a libertação do Opressor, âncora destruidora da mais preciosa joia do universo: aquela vida.</p>
<p>
	Mas o encanto passou. Com o tempo, deixei de ser querido, e passei a bandido. Não queria deixá-lo naufragar, mas ao passar a Costa deixámos a Concórdia e fui convidado a sair do comando. Enquanto outros Capitães queriam governar o barco, bajulando um caminho menos penoso, mais farto e linear, eu ia sendo deposto do posto por quem me tinha posto a navegar.</p>
<p>
	Numa jangada de egoísmo, rebeldia, em que a madeira da podridão está envolta pelas cordas do orgulho, estou à deriva, a olhar para a queda desastrosa e penosa de alguém que outrora não queria mais ninguém.</p>
<p>
	Não fui eu que abandonei. Fui deixado ao abandono, no mar revolto da livre escolha. Não fui eu que tropecei, mas como já era um tropeço para quem me dava o leme, fui deixado à margem. Não fui eu que menti, porque sempre fui verdadeiro e expressei o meu desejo de levar ao melhor destino, por entre as vagas da vida.</p>
<p>
	Oh! Como desejaria eu ser chamado para regressar! Estou de coração destroçado ao ver como um pequeno desvio egoísta pelo prazer ilusório de minutos, pode dar num embate que em pouca inocência faz uma brecha pequena mas destruidora.</p>
<p>
	Eu queria trazer aquela vida navegante até à praia do arrependimento, reparar os destroços do pecado com o meu sangue, lubrificar todos os engenhos com o óleo da minha alegria. Regressar ao mar dos tempos e recuperar o caminho de volta à verdadeira vida.</p>
<p>
	Vou gritar pelos eventos da vida. Vou sussurrar no pobre coração. Vou lembrar na Palavra: “Chama-me! Estou aqui...”</p>
<p>
	<strong>“Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia.” </strong>(João 6:37-39)</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Ana Ramalho</strong></p>
]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
</rss>